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Batalha da Colina da Munição

!Artigos bons na Wikipédia em russo!Páginas com mapas!Páginas que utilizam a extensão KartographerBatalhas da Guerra dos Seis DiasConflitos em 1967
Monte Scopus

A Batalha da Colina da Munição foi um combate ocorrido em 6 de junho de 1967, durante a Guerra dos Seis Dias. A Colina da Munição (em hebraico: גבעת התחמושת, Giv em HaTahmoshet) era um entreposto militar fortificado da Jordânia, na parte norte da Jerusalém Oriental (ocupada pela Jordânia), e na encosta ocidental do Monte Scopus. Hoje em dia, a Colina da Munição é um memorial nacional.

Excerto do artigo da Wikipédia Batalha da Colina da Munição (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Batalha da Colina da Munição
לוי אשכול, Jerusalém רמת אשכול

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 31.79944 ° E 35.22806 °
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Endereço

גבעת התחמושת

לוי אשכול
9711769 Jerusalém, רמת אשכול
Distrito de Jerusalém, Israel
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Tanque de Betesda
Tanque de Betesda

O tanque de Betesda (em hebraico: בית חסדא) é um local referido na Bíblia, mencionado somente no Novo Testamento. Alguns manuscritos antigos utilizam a designação Betsata, "casa das azeitonas", para se referirem a este reservatório de água. Nos tempos bíblicos, este local havia sido transformado num grande centro de peregrinação para pessoas que pretendiam obter cura através dos alegados poderes curativos das suas águas. Talvez essa condição possa explicar o porquê da designação Betesda, "casa de misericórdia". É possível que essa seja uma designação popular para o lugar que oficialmente se chamava Betzada, visto que esse último nome possui maior comprovação histórico-textual. Este reservatório ou tanque ficava perto da Porta das Ovelhas, na zona Norte de Jerusalém. Ao redor deste tanque existiam cinco alpendres ou colunatas onde muitos doentes, bem como cegos e coxos, se juntavam aguardando que as águas consideradas milagrosas se agitassem. Segundo o texto de (João 5:4), a agitação das águas era provocada por um anjo de Deus, sendo que o primeiro doente que entrasse na água ficaria milagrosamente curado. A interpretação desse verso é alvo de debate entre os biblistas, visto que nos manuscritos gregos mais antigos ele não aparece. Alguns intérpretes concluem que talvez esse verso seja uma nota explicativa adicionada posteriormente. Mesmo que essa nota tenha sido produzida pelo próprio autor do quarto Evangelho, não é possível determinar se ela simplesmente descreve uma crença popular da época ou menciona um fato real (a condição de que um anjo realmente agitava as águas do tanque). Por esse motivo algumas traduções bíblicas destacam de forma especial esse verso. Segundo o relato bíblico, ali aconteceu um dos milagres de Jesus, a cura do paralítico, um dos seus mais extraordinários milagres. O local é atualmente identificado como um reservatório duplo, com uma área geral de cerca de 46 X 92 m, encontrado durante reparações e subsequentes escavações da Basílica de Santa Ana em 1888, no bairro de Bezeta, em Jerusalém, próximo da Porta das Ovelhas e da Fortaleza Antônia. Existia evidência de colunatas, e de um afresco desbotado, que representava um anjo agitando as águas, embora a pintura talvez fosse uma adição posterior. O local parece ajustar-se à descrição bíblica.

Jerusalém
Jerusalém

Jerusalém (em hebraico: יְרוּשָׁלַיִם; romaniz.: Yerushaláyim; em árabe: القدس; al-Quds; em grego: Ιεροσόλυμα; Ierossólyma) é uma cidade localizada em um planalto nas montanhas da Judeia entre o Mediterrâneo e o mar Morto. Uma das cidades mais antigas do mundo, é considerada sagrada pelas três principais religiões abraâmicas — judaísmo, cristianismo e islamismo. A cidade é alvo de uma longa disputa entre israelenses e palestinos. Durante a sua longa história, Jerusalém foi destruída pelo menos duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes e capturada e recapturada outras 44 vezes. A parte mais antiga da cidade foi estabelecida no IV milénio a.C. Em 1538, muralhas foram construídas em torno da cidade sob o regime de Solimão, o Magnífico. Atualmente aqueles muros definem a Cidade Antiga, que é dividida em quatro bairros — armênio, cristão, judeu e muçulmano — desde o início do século XIX. A Cidade Antiga se tornou um Patrimônio da Humanidade em 1981, e desde 1982 que está na lista de patrimônios em perigo. A Jerusalém moderna cresceu muito para além dos limites da Cidade Antiga. De acordo com a tradição bíblica, o rei Davi conquistou a cidade dos jebuseus e estabeleceu-a como a capital do Reino Unido de Israel, enquanto seu filho, o rei Salomão, encomendou a construção do Primeiro Templo. Estes eventos fundamentais, abrangendo o fim do I milênio a.C., assumiram uma importância simbólica central para o povo judeu. O apelido de "cidade santa" (עיר הקודש, transliterado ‘ir haqodesh) foi provavelmente associado a Jerusalém no período pós-exílio. A santidade de Jerusalém no cristianismo, conservada na Septuaginta, que os cristãos adotaram como sua própria autoridade, foi reforçada pelo relato do Novo Testamento da crucificação de Jesus. Para o islã sunita, a cidade é o terceiro lugar mais sagrado do mundo, depois de Meca e Medina, na Arábia Saudita. Na tradição islâmica em 610, a cidade é a primeira quibla — o ponto focal para a oração muçulmana (salat) — e é onde Maomé fez sua viagem noturna, quando teria ascendido aos céus e falado com Deus, de acordo com o Alcorão. Como resultado, apesar de ter uma área de apenas 0,9 quilômetros quadrados, a Cidade Antiga é o lar de muitos locais de importância religiosa seminal, entre eles o Monte do Templo e sua parede ocidental, a Igreja do Santo Sepulcro, a Cúpula da Rocha, a Tumba do Jardim e Mesquita de al-Aqsa. O estatuto de Jerusalém continua a ser problemático, sendo uma das maiores questões no conflito israelo-palestino. O Plano de Partilha da Palestina, aprovado pelas Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, estabelecia a cidade como um território internacional. Durante a guerra árabe-israelense de 1948, Jerusalém Ocidental estava entre as áreas capturadas e depois anexadas por Israel, enquanto Jerusalém Oriental, inclusive a Cidade Antiga, foi capturada e posteriormente anexada pela Jordânia. Israel capturou Jerusalém Oriental dos jordanianos em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias. A Lei de Jerusalém, uma das Leis Básicas de Israel, define Jerusalém como a capital indivisível do país e todos os ramos do governo israelense estão sediados na cidade, incluindo a residência do presidente da nação, repartições governamentais, suprema corte e o Knesset (parlamento). A comunidade internacional rejeita a anexação como ilegal e trata Jerusalém Oriental como um território palestino ocupado por Israel. Após a Resolução 478 do Conselho de Segurança da ONU, oficializou-se a retirada das embaixadas estrangeiras de Jerusalém. A maioria dos países mantém sua embaixada em Tel Aviv, principal centro financeiro do país.