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Casa do Oriente

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Orient House
Orient House

A Casa do Oriente (em árabe: بيت الشرق; bayt ʾal-šarq, em hebraico: אוריינט האוס), foi o quartel-general da OLP em Jerusalém Oriental nos anos 1980 e 90. A casa foi construída em 1897 por Musa al-Husseini, e foi herdada de uma geração a outra na família Al-Husayni desde então. Foi concebida como uma residência familiar, mas foi desocupada algumas vezes para abrigar ilustres visitantes. Abrigou o Kaiser Guilherme II da Alemanha em 1898 e o Imperador Haile Selassie da Etiópia em 1936.

Excerto do artigo da Wikipédia Casa do Oriente (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Casa do Oriente
אבו עבידה, Jerusalém באב א-זהרה

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N 31.7889417 ° E 35.2300861 °
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אבו עבידה
9711769 Jerusalém, באב א-זהרה
Distrito de Jerusalém, Israel
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Tanque de Betesda
Tanque de Betesda

O tanque de Betesda (em hebraico: בית חסדא) é um local referido na Bíblia, mencionado somente no Novo Testamento. Alguns manuscritos antigos utilizam a designação Betsata, "casa das azeitonas", para se referirem a este reservatório de água. Nos tempos bíblicos, este local havia sido transformado num grande centro de peregrinação para pessoas que pretendiam obter cura através dos alegados poderes curativos das suas águas. Talvez essa condição possa explicar o porquê da designação Betesda, "casa de misericórdia". É possível que essa seja uma designação popular para o lugar que oficialmente se chamava Betzada, visto que esse último nome possui maior comprovação histórico-textual. Este reservatório ou tanque ficava perto da Porta das Ovelhas, na zona Norte de Jerusalém. Ao redor deste tanque existiam cinco alpendres ou colunatas onde muitos doentes, bem como cegos e coxos, se juntavam aguardando que as águas consideradas milagrosas se agitassem. Segundo o texto de (João 5:4), a agitação das águas era provocada por um anjo de Deus, sendo que o primeiro doente que entrasse na água ficaria milagrosamente curado. A interpretação desse verso é alvo de debate entre os biblistas, visto que nos manuscritos gregos mais antigos ele não aparece. Alguns intérpretes concluem que talvez esse verso seja uma nota explicativa adicionada posteriormente. Mesmo que essa nota tenha sido produzida pelo próprio autor do quarto Evangelho, não é possível determinar se ela simplesmente descreve uma crença popular da época ou menciona um fato real (a condição de que um anjo realmente agitava as águas do tanque). Por esse motivo algumas traduções bíblicas destacam de forma especial esse verso. Segundo o relato bíblico, ali aconteceu um dos milagres de Jesus, a cura do paralítico, um dos seus mais extraordinários milagres. O local é atualmente identificado como um reservatório duplo, com uma área geral de cerca de 46 X 92 m, encontrado durante reparações e subsequentes escavações da Basílica de Santa Ana em 1888, no bairro de Bezeta, em Jerusalém, próximo da Porta das Ovelhas e da Fortaleza Antônia. Existia evidência de colunatas, e de um afresco desbotado, que representava um anjo agitando as águas, embora a pintura talvez fosse uma adição posterior. O local parece ajustar-se à descrição bíblica.

Cúpula da Rocha
Cúpula da Rocha

Cúpula da Rocha (em árabe: قبة الصخرة), também chamada de Domo da Rocha, é um santuário islâmico no centro do complexo da Mesquita de Al-Aqsa, no Monte do Templo, na Cidade Antiga de Jerusalém. É a obra de arquitetura islâmica mais antiga do mundo, a mais antiga estrutura religiosa arqueologicamente atestada a ser construída por um governante muçulmano e suas inscrições contêm as primeiras proclamações epigráficas do islamismo e do profeta islâmico Maomé. Sua construção inicial foi realizada pelo Califado Omíada sob as ordens de Abedal Maleque durante a Segunda Fitna em 691–692 d.C., e desde então está situada no topo do local do Segundo Templo Judaico (construído em c. 516 a.C. por Herodes, o Grande para substituir o destruído Templo de Salomão), que foi destruído pelos romanos em 70. A cúpula original desabou em 1015 e foi reconstruída entre 1022 e 1023. Sua arquitetura e mosaicos foram inspirados nas igrejas e palácios bizantinos próximos. Sua aparência externa foi significativamente alterada durante o início período otomano, quando azulejos coloridos, principalmente azuis e brancos, no estilo de Isnique, foram aplicados no exterior, e novamente no período moderno, principalmente com a adição do telhado folheado a ouro em 1959-61 e novamente em 1993. O plano octogonal da estrutura pode ter sido influenciado pela Igreja do Trono de Maria da era bizantina (também conhecida como Kathisma em grego e al-Qadismu em árabe), que foi construída entre 451 e 458 na estrada entre Jerusalém e Belém. A Pedra Fundamental (ou Rocha Nobre) sobre a qual o templo foi construído tem grande significado nas religiões abraâmicas como o lugar onde Deus criou o mundo e também o primeiro ser humano, Adão. Acredita-se também que seja o local onde Abraão tentou sacrificar seu filho e o lugar onde a presença divina se manifesta mais do que em qualquer outro lugar, para onde os judeus se voltam durante as orações. O grande significado do local para os muçulmanos deriva das tradições que o conectam à criação do mundo e da crença de que a jornada noturna de Maomé começou na rocha no centro da estrutura. Foi designada pela UNESCO como Patrimônio Mundial, chamada de "o marco mais reconhecível de Jerusalém" junto com duas estruturas próximas da Cidade Velha: o Muro das Lamentações e a "Rotunda da Ressurreição" na Igreja do Santo Sepulcro. As suas inscrições islâmicas revelaram-se um marco, pois tornaram-se posteriormente uma característica comum nas estruturas islâmicas e quase sempre mencionam Maomé. A Cúpula da Rocha continua a ser um "monumento único da cultura islâmica em quase todos os aspectos", inclusive como uma "obra de arte e como um documento cultural e piedoso", de acordo com o historiador de arte Oleg Grabar.

Segundo Templo
Segundo Templo

Segundo Templo (em hebraico: בֵּית־הַמִּקְדָּשׁ‎ הַשֵּׁנִי, trad. 'Segunda Casa do Santuário') foi o Templo reconstruído em Jerusalém, em uso entre c. 516 a.C. e sua destruição em 70 d.C. Em sua última fase, foi ampliado por Herodes, o Grande, resultando em um edifício que mais tarde foi chamado de Templo de Herodes. Definindo o período do Segundo Templo, ele se manteve como um símbolo fundamental da identidade judaica e foi central para o judaísmo do Segundo Templo; era o principal local de adoração, sacrifício ritual (korban) e reunião comunitária para os judeus. Como tal, atraiu peregrinos judeus de terras distantes durante as Três Festas de Peregrinação: Páscoa, Shavuot e Sucot. A construção do Segundo Templo começou logo após a conquista persa da Babilônia; o antecessor do Segundo Templo, conhecido como Templo de Salomão, foi destruído junto com o Reino de Judá como um todo pelo cerco babilônico de Jerusalém por volta de 587 a.C. Depois que o Império Neobabilônico foi anexado pelo Império Aquemênida, o rei persa Ciro, o Grande, emitiu o chamado Édito de Ciro, que é descrito na Bíblia Hebraica como tendo autorizado e encorajado o retorno a Sião — um evento bíblico no qual o povo judeu retornou ao antigo Reino de Judá, que os persas haviam reestruturado recentemente como a província judaica autônoma de Jeúde. A conclusão do Segundo Templo na época do rei persa Dario I significou um período de renovada esperança judaica e renascimento religioso. De acordo com fontes bíblicas, o Segundo Templo era originalmente uma estrutura relativamente modesta construída sob a autoridade do governador judeu nomeado pelos persas, Zorobabel, neto de Jeconias, o penúltimo rei de Judá. No século I a.C., o Segundo Templo foi reformado e ampliado sob o reinado de Herodes, o Grande, daí o nome homônimo alternativo para a estrutura. Os esforços de transformação de Herodes resultaram em uma estrutura e um pátio grandiosos e imponentes, incluindo os grandes edifícios e fachadas mostrados em modelos modernos, como a Maquete da Terra Santa de Jerusalém no Museu de Israel. O Monte do Templo, onde ficavam o Templo de Salomão e o Segundo Templo, também foi significativamente expandido, dobrando de tamanho para se tornar o maior santuário religioso do mundo antigo. Em 70 d.C., no auge da Primeira Guerra Judaico-Romana, o Segundo Templo foi destruído pelo cerco romano de Jerusalém, marcando um ponto cataclísmico e transformador na história judaica. A perda do Segundo Templo estimulou o desenvolvimento do judaísmo rabínico, que continua sendo a principal forma de práticas religiosas judaicas em todo o mundo.

Templo de Salomão
Templo de Salomão

Templo de Salomão, também conhecido como Primeiro Templo (em hebraico: בֵּית-הַמִּקְדָּשׁ הָרִאשׁוֹן; romaniz.: Primeira Casa do Santuário), foi um templo bíblico em Jerusalém que se acredita ter existido entre os séculos X e VI a.C. Sua descrição é amplamente baseada em narrativas da Bíblia hebraica, na qual foi encomendado pelo rei bíblico Salomão antes de ser destruído durante o Cerco de Jerusalém por Nabucodonosor II do Império Neobabilônico em 587 a.C. Nenhum vestígio do templo destruído foi encontrado. A maioria dos estudiosos modernos concorda que o Primeiro Templo existia no Monte do Templo em Jerusalém na época do cerco babilônico, mas há um debate significativo sobre a data de sua construção e a identidade de seu construtor. A Bíblia hebraica, especificamente no Livro dos Reis, inclui uma narrativa detalhada sobre a ordem de construção dada por Salomão, o penúltimo governante do Reino Unido de Israel. Ele também credita Salomão como o colocador da Arca da Aliança no Santo dos Santos, um santuário interno sem janelas dentro da estrutura. A entrada no Santo dos Santos era fortemente restringida; o Sumo Sacerdote de Israel era a única autoridade autorizada a entrar no santuário e só o fazia no Yom Kippur, carregando o sangue de um cordeiro sacrificial e queimando incenso. Além de servir como um edifício religioso para adoração,também funcionava como um local de reunião para os israelitas. A destruição do Primeiro Templo e o subsequente cativeiro babilônico foram eventos vistos como o cumprimento de profecias bíblicas e, portanto, afetaram as crenças religiosas judaicas, precipitando a transição dos israelitas do politeísmo ou do monolatrismo (como visto no javismo) para o firme monoteísmo judaico. Anteriormente, muitos estudiosos aceitavam a narrativa bíblica da construção do Primeiro Templo por Salomão como autêntica. Durante a década de 1980, abordagens céticas ao texto bíblico, bem como ao registro arqueológico, levaram alguns estudiosos a duvidar da existência de algum Templo em Jerusalém construído já no século X a.C. Alguns estudiosos sugeriram que a estrutura original construída por Salomão era relativamente modesta e foi posteriormente reconstruída em uma escala maior. Nenhuma evidência direta da existência do Templo de Salomão foi encontrada. Devido à extrema sensibilidade religiosa e política do local, nenhuma escavação arqueológica recente foi realizada no Monte do Templo. As escavações do século XIX e do início do século XX ao redor do monte não identificaram “nem mesmo um vestígio” do complexo. O óstraco da Casa de Yahweh, datado do século VI a.C., pode se referir ao Primeiro Templo. Duas descobertas do século XXI do período israelita no atual Israel foram encontradas com semelhanças ao Templo de Salomão, conforme descrito na Bíblia hebraica: um modelo de santuário da primeira metade do século X a.C. em Khirbet Qeiyafa ; e o templo de Tel Motza, datado do século IX a.C. e localizado no bairro de Motza, em Jerusalém Ocidental. A descrição bíblica do Templo de Salomão também foi observada como tendo semelhanças com vários templos siro-hititas do mesmo período descobertos na Síria e Turquia modernas, como os de Ain Dara e Tell Tayinat. Após o retorno dos judeus do exílio, o Templo de Salomão foi substituído pelo Segundo Templo.