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Cemitério militar britânico de Jerusalém

!Artigos que carecem de fontes desde julho de 2020!Artigos que carecem de fontes sem indicação de tema!Esboços!Esboços menores que 1001 bytesMonte Scopus
PikiWiki Israel 12197 british war cemetery in jerusalem
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O cemitério militar britânico de Jerusalém é um cemitério militar britânico no Monte Scopus em Jerusalém. Ele homenageia os soldados britânicos da Commonwealth na Primeira Guerra Mundial, no Mandato Britânico da Palestina.

Excerto do artigo da Wikipédia Cemitério militar britânico de Jerusalém (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Cemitério militar britânico de Jerusalém
חיים יסקי, Jerusalém הגבעה הצרפתית

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 31.798333333333 ° E 35.239722222222 °
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Endereço

Jerusalem Memorial

חיים יסקי
9711769 Jerusalém, הגבעה הצרפתית
Distrito de Jerusalém, Israel
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Tanque de Betesda
Tanque de Betesda

O tanque de Betesda (em hebraico: בית חסדא) é um local referido na Bíblia, mencionado somente no Novo Testamento. Alguns manuscritos antigos utilizam a designação Betsata, "casa das azeitonas", para se referirem a este reservatório de água. Nos tempos bíblicos, este local havia sido transformado num grande centro de peregrinação para pessoas que pretendiam obter cura através dos alegados poderes curativos das suas águas. Talvez essa condição possa explicar o porquê da designação Betesda, "casa de misericórdia". É possível que essa seja uma designação popular para o lugar que oficialmente se chamava Betzada, visto que esse último nome possui maior comprovação histórico-textual. Este reservatório ou tanque ficava perto da Porta das Ovelhas, na zona Norte de Jerusalém. Ao redor deste tanque existiam cinco alpendres ou colunatas onde muitos doentes, bem como cegos e coxos, se juntavam aguardando que as águas consideradas milagrosas se agitassem. Segundo o texto de (João 5:4), a agitação das águas era provocada por um anjo de Deus, sendo que o primeiro doente que entrasse na água ficaria milagrosamente curado. A interpretação desse verso é alvo de debate entre os biblistas, visto que nos manuscritos gregos mais antigos ele não aparece. Alguns intérpretes concluem que talvez esse verso seja uma nota explicativa adicionada posteriormente. Mesmo que essa nota tenha sido produzida pelo próprio autor do quarto Evangelho, não é possível determinar se ela simplesmente descreve uma crença popular da época ou menciona um fato real (a condição de que um anjo realmente agitava as águas do tanque). Por esse motivo algumas traduções bíblicas destacam de forma especial esse verso. Segundo o relato bíblico, ali aconteceu um dos milagres de Jesus, a cura do paralítico, um dos seus mais extraordinários milagres. O local é atualmente identificado como um reservatório duplo, com uma área geral de cerca de 46 X 92 m, encontrado durante reparações e subsequentes escavações da Basílica de Santa Ana em 1888, no bairro de Bezeta, em Jerusalém, próximo da Porta das Ovelhas e da Fortaleza Antônia. Existia evidência de colunatas, e de um afresco desbotado, que representava um anjo agitando as águas, embora a pintura talvez fosse uma adição posterior. O local parece ajustar-se à descrição bíblica.

Cúpula da Rocha
Cúpula da Rocha

Cúpula da Rocha (em árabe: قبة الصخرة), também chamada de Domo da Rocha, é um santuário islâmico no centro do complexo da Mesquita de Al-Aqsa, no Monte do Templo, na Cidade Antiga de Jerusalém. É a obra de arquitetura islâmica mais antiga do mundo, a mais antiga estrutura religiosa arqueologicamente atestada a ser construída por um governante muçulmano e suas inscrições contêm as primeiras proclamações epigráficas do islamismo e do profeta islâmico Maomé. Sua construção inicial foi realizada pelo Califado Omíada sob as ordens de Abedal Maleque durante a Segunda Fitna em 691–692 d.C., e desde então está situada no topo do local do Segundo Templo Judaico (construído em c. 516 a.C. por Herodes, o Grande para substituir o destruído Templo de Salomão), que foi destruído pelos romanos em 70. A cúpula original desabou em 1015 e foi reconstruída entre 1022 e 1023. Sua arquitetura e mosaicos foram inspirados nas igrejas e palácios bizantinos próximos. Sua aparência externa foi significativamente alterada durante o início período otomano, quando azulejos coloridos, principalmente azuis e brancos, no estilo de Isnique, foram aplicados no exterior, e novamente no período moderno, principalmente com a adição do telhado folheado a ouro em 1959-61 e novamente em 1993. O plano octogonal da estrutura pode ter sido influenciado pela Igreja do Trono de Maria da era bizantina (também conhecida como Kathisma em grego e al-Qadismu em árabe), que foi construída entre 451 e 458 na estrada entre Jerusalém e Belém. A Pedra Fundamental (ou Rocha Nobre) sobre a qual o templo foi construído tem grande significado nas religiões abraâmicas como o lugar onde Deus criou o mundo e também o primeiro ser humano, Adão. Acredita-se também que seja o local onde Abraão tentou sacrificar seu filho e o lugar onde a presença divina se manifesta mais do que em qualquer outro lugar, para onde os judeus se voltam durante as orações. O grande significado do local para os muçulmanos deriva das tradições que o conectam à criação do mundo e da crença de que a jornada noturna de Maomé começou na rocha no centro da estrutura. Foi designada pela UNESCO como Patrimônio Mundial, chamada de "o marco mais reconhecível de Jerusalém" junto com duas estruturas próximas da Cidade Velha: o Muro das Lamentações e a "Rotunda da Ressurreição" na Igreja do Santo Sepulcro. As suas inscrições islâmicas revelaram-se um marco, pois tornaram-se posteriormente uma característica comum nas estruturas islâmicas e quase sempre mencionam Maomé. A Cúpula da Rocha continua a ser um "monumento único da cultura islâmica em quase todos os aspectos", inclusive como uma "obra de arte e como um documento cultural e piedoso", de acordo com o historiador de arte Oleg Grabar.