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Viaduto do Chá

Arquitetura art déco do BrasilAtrações turísticas da cidade de São PauloCentro Histórico de São PauloPatrimônio histórico do estado de São PauloProjetos arquitetônicos de Elisário Bahiana
Sé (distrito de São Paulo)Vale do AnhangabaúViadutos de São Paulo (cidade)
Viaduto do Chá & Shoping Light(By Felipe Mostarda)
Viaduto do Chá & Shoping Light(By Felipe Mostarda)

O Viaduto do Chá foi o primeiro viaduto a ser construído na cidade de São Paulo, localizado no Vale do Anhangabaú, no centro da cidade. Foi idealizado pelo francês Jules Martin em 1877, mas inaugurado apenas em 6 de novembro de 1892. Na época, foi construído com estrutura metálica, que com o passar do tempo se tornou inadequada, inclusive com riscos de queda. Por este motivo, ao lado da antiga estrutura foi construído um novo viaduto, com a estrutura de concreto armado presente até os dias de hoje. Após a inauguração deste novo viaduto, em 1939, o antigo foi desmontado. Por ser uma região de intenso trânsito de pessoas, o Viaduto do Chá costuma servir de plano de fundo para muitas entrevistas e enquetes de programas de televisão. A construção também é um local muito usado para locações externas de novelas e filmes que se passam no centro de São Paulo, como, por exemplo, a telenovela da Rede Globo Tempos Modernos, que teve grande parte de suas cenas gravadas no Vale do Anhangabaú e no chamado "Centro Velho" da capital paulista.

Excerto do artigo da Wikipédia Viaduto do Chá (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Viaduto do Chá
Viaduto do Chá, São Paulo Sé (República)

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.546666666667 ° E -46.637777777778 °
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Endereço

Delboni Auriemo

Viaduto do Chá 40
01002-020 São Paulo, Sé (República)
São Paulo, Brasil
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Viaduto do Chá & Shoping Light(By Felipe Mostarda)
Viaduto do Chá & Shoping Light(By Felipe Mostarda)
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Lugares próximos

Vale do Anhangabaú
Vale do Anhangabaú

Vale do Anhangabaú é uma região do centro da cidade de São Paulo, situada entre a Praça da Bandeira e o Viaduto Santa Ifigênia. É um espaço público comumente caracterizado como parque, onde tradicionalmente se organizam eventos, como manifestações públicas, comícios políticos, apresentações e espetáculos populares. É considerado o ponto que separa o Centro Velho do Centro Novo. Atualmente, os 43 mil metros quadrados do Vale do Anhangabaú são utilizados como um local de passagem para pessoas que desejam transitar entre as regiões leste e oeste do Centro, podendo ser definido como um extenso calçadão sob um entroncamento rodoviário. O espaço também interliga-se a outras praças da área central, como a Praça Ramos de Azevedo, justaposta ao Vale, ao Largo São Bento, por meio das escadarias do Metrô e a Praça da Bandeira, que atualmente abriga o Terminal Bandeira de ônibus urbano. O Vale do Anhangabaú é atendido pela Estação Anhangabaú da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo, estação essa que possui uma saída direta para o Terminal Bandeira, e pela Estação São Bento da Linha 1–Azul, que possui uma saída para a Rua 25 de Março. Com jardins, obras de arte e três chafarizes, o Vale do Anhangabaú é hoje um cartão postal do Centro de São Paulo, de onde é possível vislumbrar edifícios, igualmente caracterizados como cartões-postais, como o Martinelli, o Banespa, o Teatro Municipal, o Shopping Light e o Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura. O espaço também exerce a função de palco para a Virada Cultural, um evento tradicional da capital paulista que promove shows e atividades culturais pela cidade. Devido a sua ampla dimensão, o Vale é considerado um espaço adequado para reuniões públicas de grande porte e foi até mesmo palco do maior comício público brasileiro, as manifestações das Diretas Já, organizadas em 16 de abril de 1984, quando foi recebido cerca de 1,5 milhão de pessoas. Além de se encontrar em uma região que abriga todos os locais mencionados acima, o Vale do Anhangabaú está inserido também perto do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, que se denomina como a Escola de Dança de São Paulo, conhecida também como Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo (EDTMSP). Basicamente, trata-se de um campus de uma universidade que concentra aulas sobre dança pública na cidade. No entanto, algumas de suas características são também desafios que impedem a melhor circulação e o fluxo de pessoas em seu espaço, assim como o não-aproveitamento da extensão de seu local. Ainda que o Vale se localize no centro histórico da cidade, há falta de sinalização e falta de conexões entre as estações de metrô e de transporte público, para que pessoas cheguem ao local a pé ou por meio destes; além disso, o meio-ambiente e o conforto do local são prejudicados pela poluição, pelo ruído e pela poeira gerados pela via expressa que se localiza sob o Vale. Outra questão é que os edifícios próximos contam com poucas atividades voltadas para o público. Por causa disso, o local torna-se pouco convidativo para atividades ligadas ao lazer e faz com que as pessoas não o aproveitem como um parque, por exemplo. Além disso, o fato de haver muitas escadas no vale, justamente por causa dos desníveis que existem na região, é uma barreira de acesso.

Theatro Municipal de São Paulo
Theatro Municipal de São Paulo

O Theatro Municipal de São Paulo é um teatro brasileiro localizado na cidade paulista de São Paulo, projetado pelos arquitetos Ramos de Azevedo, Claudio Rossi e Domiziano Rossi no estilo arquitetônico eclético, inspirado na Ópera de Paris e inaugurado em 1911. É um dos cartões postais da cidade, localizado na Praça Ramos de Azevedo, também considerado um dos mais importantes teatros do país. Construído para atender ao desejo da elite paulista da época, que queria que a cidade estivesse à altura dos grandes centros culturais. Seu estilo arquitetônico é semelhante ao dos mais importantes teatros do mundo. O edifício faz parte do Patrimônio Histórico do estado desde 1981 quando foi tombado pelo Condephaat. Além de sua importância arquitetônica, o teatro também possui notabilidade histórica, pois foi palco da Semana de Arte Moderna, o marco inicial do Modernismo no Brasil. É considerado um dos palcos de maior respeito do Brasil e apresenta uma das maiores e melhores produções líricas do país. Importantes artistas já pisaram em seu palco como Enrico Caruso, Beniamino Gigli, Mario Del Monaco, Maria Callas, Renata Tebaldi, Bidu Sayão, Benito Maresca, Niza de Castro Tank, Neyde Thomas, Arturo Toscanini, Camargo Guarnieri, Villa-Lobos, Francisco Mignone, Magdalena Tagliaferro, Guiomar Novaes, Pietro Mascagni, Ana Pawlova, Arthur Rubinstein, Claudio Arrau, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Isadora Duncan, Margot Fonteyn, Vaslav Nijinski, Rudolf Nureyev, Mikhail Baryshnikov, dentre muitos outros. Desde 2011 o Theatro Municipal passou a ter mais autonomia administrativa e artística da Secretaria Municipal de Cultura, sendo administrado então pela Fundação Theatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte passou a contar com um anexo: a Praça das Artes, um conjunto arquitetônico que abriga seus corpos artísticos e funciona como uma extensão de suas atividades, sendo sede também da Sala do Conservatório, da Escola de Dança de São Paulo e da Escola Municipal de Música de São Paulo.