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Praça Ramos de Azevedo

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Anhangabaú 2018 16
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A Praça Ramos de Azevedo é um logradouro situado no bairro da República, no Centro do município de São Paulo, no Brasil, famosa por abrigar o Theatro Municipal de São Paulo. A praça foi inaugurada junto com o Theatro Municipal em 1911, quando foi dado o nome de Esplanada do Theatro e passou a ter o nome de Praça Ramos de Azevedo após a morte do arquiteto apenas em 1928. A praça se localiza no espaço compreendido entre a Rua Conselheiro Crispiniano e Rua Formosa, à área frontal e atrás do Teatro Municipal de São Paulo e sob o Viaduto do Chá, ao lado do Prédio Alexandre Mackenzie e compõe, com tal espaço, um conhecido cartão-postal da cidade.

Excerto do artigo da Wikipédia Praça Ramos de Azevedo (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Praça Ramos de Azevedo
Rua Formosa, São Paulo República (República)

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.54583 ° E -46.63806 °
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Endereço

Monumento a Rui Barbosa

Rua Formosa
01049-000 São Paulo, República (República)
São Paulo, Brasil
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Anhangabaú 2018 16
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Lugares próximos

Theatro Municipal de São Paulo
Theatro Municipal de São Paulo

O Theatro Municipal de São Paulo é um teatro brasileiro localizado na cidade paulista de São Paulo, projetado pelos arquitetos Ramos de Azevedo, Claudio Rossi e Domiziano Rossi no estilo arquitetônico eclético, inspirado na Ópera de Paris e inaugurado em 1911. É um dos cartões postais da cidade, localizado na Praça Ramos de Azevedo, também considerado um dos mais importantes teatros do país. Construído para atender ao desejo da elite paulista da época, que queria que a cidade estivesse à altura dos grandes centros culturais. Seu estilo arquitetônico é semelhante ao dos mais importantes teatros do mundo. O edifício faz parte do Patrimônio Histórico do estado desde 1981 quando foi tombado pelo Condephaat. Além de sua importância arquitetônica, o teatro também possui notabilidade histórica, pois foi palco da Semana de Arte Moderna, o marco inicial do Modernismo no Brasil. É considerado um dos palcos de maior respeito do Brasil e apresenta uma das maiores e melhores produções líricas do país. Importantes artistas já pisaram em seu palco como Enrico Caruso, Beniamino Gigli, Mario Del Monaco, Maria Callas, Renata Tebaldi, Bidu Sayão, Benito Maresca, Niza de Castro Tank, Neyde Thomas, Arturo Toscanini, Camargo Guarnieri, Villa-Lobos, Francisco Mignone, Magdalena Tagliaferro, Guiomar Novaes, Pietro Mascagni, Ana Pawlova, Arthur Rubinstein, Claudio Arrau, Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Isadora Duncan, Margot Fonteyn, Vaslav Nijinski, Rudolf Nureyev, Mikhail Baryshnikov, dentre muitos outros. Desde 2011 o Theatro Municipal passou a ter mais autonomia administrativa e artística da Secretaria Municipal de Cultura, sendo administrado então pela Fundação Theatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte passou a contar com um anexo: a Praça das Artes, um conjunto arquitetônico que abriga seus corpos artísticos e funciona como uma extensão de suas atividades, sendo sede também da Sala do Conservatório, da Escola de Dança de São Paulo e da Escola Municipal de Música de São Paulo.

Vale do Anhangabaú
Vale do Anhangabaú

Vale do Anhangabaú é uma região do centro da cidade de São Paulo, situada entre a Praça da Bandeira e o Viaduto Santa Ifigênia. É um espaço público comumente caracterizado como parque, onde tradicionalmente se organizam eventos, como manifestações públicas, comícios políticos, apresentações e espetáculos populares. É considerado o ponto que separa o Centro Velho do Centro Novo. Atualmente, os 43 mil metros quadrados do Vale do Anhangabaú são utilizados como um local de passagem para pessoas que desejam transitar entre as regiões leste e oeste do Centro, podendo ser definido como um extenso calçadão sob um entroncamento rodoviário. O espaço também interliga-se a outras praças da área central, como a Praça Ramos de Azevedo, justaposta ao Vale, ao Largo São Bento, por meio das escadarias do Metrô e a Praça da Bandeira, que atualmente abriga o Terminal Bandeira de ônibus urbano. O Vale do Anhangabaú é atendido pela Estação Anhangabaú da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo, estação essa que possui uma saída direta para o Terminal Bandeira, e pela Estação São Bento da Linha 1–Azul, que possui uma saída para a Rua 25 de Março. Com jardins, obras de arte e três chafarizes, o Vale do Anhangabaú é hoje um cartão postal do Centro de São Paulo, de onde é possível vislumbrar edifícios, igualmente caracterizados como cartões-postais, como o Martinelli, o Banespa, o Teatro Municipal, o Shopping Light e o Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura. O espaço também exerce a função de palco para a Virada Cultural, um evento tradicional da capital paulista que promove shows e atividades culturais pela cidade. Devido a sua ampla dimensão, o Vale é considerado um espaço adequado para reuniões públicas de grande porte e foi até mesmo palco do maior comício público brasileiro, as manifestações das Diretas Já, organizadas em 16 de abril de 1984, quando foi recebido cerca de 1,5 milhão de pessoas. Além de se encontrar em uma região que abriga todos os locais mencionados acima, o Vale do Anhangabaú está inserido também perto do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, que se denomina como a Escola de Dança de São Paulo, conhecida também como Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo (EDTMSP). Basicamente, trata-se de um campus de uma universidade que concentra aulas sobre dança pública na cidade. No entanto, algumas de suas características são também desafios que impedem a melhor circulação e o fluxo de pessoas em seu espaço, assim como o não-aproveitamento da extensão de seu local. Ainda que o Vale se localize no centro histórico da cidade, há falta de sinalização e falta de conexões entre as estações de metrô e de transporte público, para que pessoas cheguem ao local a pé ou por meio destes; além disso, o meio-ambiente e o conforto do local são prejudicados pela poluição, pelo ruído e pela poeira gerados pela via expressa que se localiza sob o Vale. Outra questão é que os edifícios próximos contam com poucas atividades voltadas para o público. Por causa disso, o local torna-se pouco convidativo para atividades ligadas ao lazer e faz com que as pessoas não o aproveitem como um parque, por exemplo. Além disso, o fato de haver muitas escadas no vale, justamente por causa dos desníveis que existem na região, é uma barreira de acesso.

Galeria do Rock
Galeria do Rock

A Galeria do Rock, oficialmente Centro Comercial Grandes Galerias, é um centro comercial localizado na cidade de São Paulo. Foi construída em 1962 e inaugurada em 1963 no número 439 da Avenida São João, no centro da capital de São Paulo, entre as ruas 24 de Maio e o Largo Paysandu. Apesar de estar relativamente espremida entre dois prédios antigos, a construção não deixa de exaltar toda a sua arquitetônica beleza em seus sete andares, contando com o subsolo. Atualmente possui 450 estabelecimentos comerciais, com predominância para o comércio de produtos relacionados ao gênero rock, hip hop e artigos para skatistas, mas que atendem também àqueles que procuram artigos esotéricos ou da saga de livros Harry Potter, fãs de basquete americano e amantes de músicas antigas. É um dos principais points de tribos urbanas, ou subculturas, no centro de São Paulo. Por lá, passam em média 25 mil pessoas por dia, número que chega a 35 mil aos sábados e domingos. O espaço consagrou-se como atração turística na cidade. Além das lojas de roupas, a Galeria é residência de alguns bares que, ainda, cobram menos de R$ 15 por um litro de cerveja, salões de beleza em que a maioria trabalha com cabelo afro, estabelecimentos que vendem cervejas artesanais, estúdios de tatuagem e lojas que mantém o carinho e a promessa dos LPs vivos. Seu horário de funcionamento é de segunda a sábado das 10h às 18h, com exceção de feriados.