place

Nova Igreja da Mãe de Deus

!Artigos que necessitam de esclarecimento!Artigos que utilizam P149!Artigos que utilizam P18!Páginas com mapas!Páginas que usam referências com parâmetros obsoletas
!Páginas que utilizam a extensão Kartographer543Arquitetura sacra bizantinaBasílicas da ÁsiaIgrejas do século VIIgrejas em Jerusalém
The Nea Church IMG 0047
The Nea Church IMG 0047

Nova Igreja da Teótoco, ou Nova Igreja da Mãe de Deus, foi uma igreja bizantina erguida em Jerusalém pelo imperador Justiniano I (r. 527–565). Assim como a posterior Nea Ekklesia (Νέα Ἐκκλησία) em Constantinopla, às vezes é chamada em inglês de "a Nea" ou "Igreja Nea". A igreja foi concluída no ano 543, mas foi severamente danificada ou destruída durante a conquista persa da cidade em 614. Foi posteriormente utilizada como fonte de material de construção pelos omíadas algumas décadas mais tarde. Restos escassos da outrora enorme igreja foram descobertos em escavações no Bairro Judeu da Cidade Velha, com o canto sudeste ligeiramente saliente para fora das muralhas da cidade do século XVI.

Excerto do artigo da Wikipédia Nova Igreja da Mãe de Deus (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Nova Igreja da Mãe de Deus
מעלה השלום, Jerusalém העיר העתיקה

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
placeMostrar no mapa

Wikipedia: Nova Igreja da Mãe de DeusContinuar a ler na Wikipédia

Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 31.773416666667 ° E 35.231555555556 °
placeMostrar no mapa

Endereço

גן התקומה

מעלה השלום
9114001 Jerusalém, העיר העתיקה
Distrito de Jerusalém, Israel
mapAbrir no Google Maps

The Nea Church IMG 0047
The Nea Church IMG 0047
Partilhar experiência

Lugares próximos

Cidade de Davi
Cidade de Davi

A Cidade de Davi ou David (em hebraico: עיר דוד, transl. Ir David; em árabe: مدينة داوود) é região habitada há mais tempo da cidade de Jerusalém, e um de seus principais sítios arqueológicos. Consiste de um promontório estreito que avança rumo ao sul, a partir do Monte do Templo. Foi uma cidade cercada por muralhas durante a Era do Bronze e, de acordo com a tradição bíblica, teria sido ali que o rei Davi construiu seu palácio e estabeleceu sua capital. A Cidade de Davi tinha como defesas naturais o vale de Tiropeão, a oeste, o vale de Geena ao sul, e o vale do Cédron a leste (embora com o tempo este vale localizado a leste tenha deixado de ser tão profundo, devido à ocupação humana). Em tempos antigos, a Cidade de Davi era separada do Monte do Templo pelo Ofel, uma área desabitada que se tornou a sede do governo sob o domínio israelita. Durante o reinado de Ezequias, as muralhas da cidade foram expandidas para oeste, incluindo um subúrbio até então sem muros, conhecido atualmente como Cidade Antiga de Jerusalém, a oeste do Monte do Templo. Atualmente o complexo com a escavação arqueológica e o centro de visitantes da Cidade de Davi é uma das principais atrações turísticas de Israel. Embora ainda existam residências de muçulmanos e judeus na região, as escavações arqueológicas continuam a ser feitas, muitas vezes sob estas residências, e existem propostas de transformar todo o promontório em um parque arqueológico onde as gerações vindouras irão visitar.

Muro das Lamentações
Muro das Lamentações

Esta página contém alguns caracteres especiais e é possível que a impressão não corresponda ao artigo original. O Muro das Lamentações, Muro Alburaque ou Muro Ocidental (em hebraico: הַכּוֹתֶל הַמַּעֲרָבִי, romaniz: HaKotel HaMa'aravi; lit. 'o muro ocidental') é uma antiga muralha de contenção construída na colina conhecida por judeus e cristãos como Monte do Templo de Jerusalém. Sua seção mais famosa também é frequentemente referida pelos judeus como Kotel ou Kosel, enquanto no mundo árabe e islâmico é conhecida como Muro Alburaque (em árabe: حَائِط ٱلْبُرَاق; romaniz.: Ḥā’iṭ al-Burāq). No contexto religioso judaico, o termo Muro das Lamentações e suas variações são usados, em sentido estrito, para se referir à seção usada para a oração judaica; em seu sentido mais amplo, refere-se a todos o 488 metros de comprimento do muro de contenção situado a oeste do Monte do Templo. Trata-se do único vestígio do antigo Templo de Herodes, erguido por Herodes, o Grande no lugar do Templo de Jerusalém inicial. Herodes mandou construir grandes muros de contenção em redor do monte Moriá, ampliando a pequena esplanada sobre a qual foram edificados o Primeiro e o Segundo Templo de Jerusalém, formando o que hoje se designa como a Esplanada das Mesquitas. Assim, o atual Muro das Lamentações é a parte que restou de um muro de arrimo que servia de sustentação para uma das paredes do edifício principal e que em si mesmo, não integrava o Templo que foi destruído pelo general Tito, que depois se tornaria imperador romano, no ano de 70. Muitos fiéis judeus visitam o Muro das Lamentações para orar e depositar seus desejos por escrito. Antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando o local e toda a Cidade Velha de Jerusalém foram conquistados por Israel, era chamado de Quarteirão Marroquino. Por ordem do prefeito de Jerusalém, 135 famílias árabes foram expulsas para a abertura da esplanada do Muro.

Reservatório de Siloé
Reservatório de Siloé

O Reservatório de Siloé ou Piscina de Siloé chamado em hebraico Selá (Enviado ou Remetente). É um marco situado na parte inferior da inclinação sul de Ofel, o local que fazia parte da antiga Jerusalém, a oeste do vale do Cédron e da antiga Cidade de Davi, agora ao sudeste (parte externa) das paredes da antiga cidade. O reservatório era um receptáculo para as águas da fonte de Giom, que eram levadas para lá por dois aquedutos - o canal da Idade do Bronze descoberto em 1867 por Charles Warren (um canal de água no fundo da caverna num corte reto de uns 20 metros que era coberto com lajes de rocha) datado da Idade do Bronze 1 800 a.C., e o túnel de Ezequias (um túnel construído na rocha, do tempo do reinado do rei Ezequias 700 a.C.) O Reservatório de Siloé é mencionado diversas vezes no Bíblia. Isaías 8:6 menciona as águas deste reservatório e Isaías 22:9 faz referências à construção do túnel de Ezequias. Para os cristãos, a menção mais notável do reservatório se encontra no Evangelho segundo João quando menciona o ato Jesus de curar um homem cego de nascimento: De acordo com Ronny Reich da Universidade de Haifa Israel, a presença de Jesus no reservatório poderia simplesmente ter sido um resultado da exigência de lavar-se antes de subir ao Templo; a lei religiosa do período requeria dos judeus fazer, pelo menos uma peregrinação a Jerusalém, uma vez ao ano. Uma remodelagem do reservatório de Siloé foi realizada no século V, no período bizantino, e tem-se dito que foi construído sob influência de Élia Eudócia. Este reservatório, foi abandonado e deixado à ruína, e sobrevive em parte atualmente; cercado por uma parede elevada de pedras por todos os lados (à exceção de uma entrada aberta ao Túnel de Ezequias - redescoberta somente no século XIX), o reservatório é pequeno, tendo sido construída uma modesta Mesquita ao lado, e em parte sobre ele.