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Avenida Venezuela

!Páginas que utilizam a extensão KartographerAvenidas da cidade do Rio de JaneiroGamboa (Rio de Janeiro)Saúde (Rio de Janeiro)

A Avenida Venezuela é uma avenida que cruza os bairros da Gamboa e da Saúde, situados na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Com cerca de 1,0 km de extensão, estende-se desde a altura da Praça Muhammad Ali até a altura da Praça Mauá. A avenida foi aberta no início do século XX em área de aterro, criada para a construção do Porto do Rio de Janeiro. A via foi reurbanizada no início da década de 2010 no âmbito do Porto Maravilha, uma operação urbana que visa revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro. Sua função é escoar o tráfego da Via Binário do Porto até a Avenida Rio Branco. Nos últimos anos, foram erguidos na Avenida Venezuela o Vista Guanabara e a sede da L'Oréal Brasil, dois edifícios destinados à locação comercial. No dia 13 de março de 2015, foi lançado o Lumina Rio, um futuro empreendimento residencial de alto padrão que será construído na avenida. A avenida recebeu seu nome por homenagear a Venezuela, um país situado na América do Sul. Conhecido por suas vastas reservas de petróleo, a Venezuela tem como capital a cidade de Caracas.

Excerto do artigo da Wikipédia Avenida Venezuela (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Avenida Venezuela
Túnel Prefeito Marcello Alencar, Rio de Janeiro Saúde

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Coordenadas geográficas (GPS)

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N -22.895555555556 ° E -43.186666666667 °
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Endereço

Túnel Prefeito Marcello Alencar (Galeria Continente)

Túnel Prefeito Marcello Alencar
20081-312 Rio de Janeiro, Saúde
Rio de Janeiro, Brasil
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Cais da Gamboa
Cais da Gamboa

O Cais da Gamboa é um cais situado na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. É banhado pela Baía de Guanabara e compõe o Porto do Rio de Janeiro, sendo uma de suas áreas mais antigas. Com cerca de 3,1 km de extensão, estende-se desde a Rodoviária Novo Rio até o Museu de Arte do Rio. É margeado pela Avenida Rodrigues Alves e pela Orla Conde. O Cais da Gamboa era originalmente composto por 18 armazéns, no entanto quatro deles foram demolidos ao longo do tempo devido às atividades portuárias. Os armazéns 1 e 2 e parte do armazém 3 situam-se dentro da área do bairro da Saúde; a outra parte do armazém 3 e os armazéns 4, 5, 6, 7 e 8 localizam-se na área do bairro da Gamboa; por fim, os armazéns 13, 14, 15, 16, 17 e 18 ficam dentro dos limites do bairro do Santo Cristo. No cais também situa-se o Edifício Touring, um edifício em estilo art déco projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire. As obras de construção do cais foram iniciadas em abril de 1904. A construção seguiu um sistema denominado Hersent, o mesmo adotado na construção do porto de Antuérpia, na Bélgica. As obras foram concluídas em 1910, durante o mandato do presidente Nilo Peçanha. Para a construção do cais, as praias e os sacos que existiam na região, como a Praia da Gamboa, tiveram que ser aterrados. A fim de permitir o aprofundamento dos berços de atracação e viabilizar a operação com navios de maior porte no Cais da Gamboa, tiveram início em 2022 obras estruturais de ampliação e modernização orçadas inicialmente em R$ 104 milhões. Posteriormente, pretende-se realizar a dragagem do acesso aquaviário ao cais.

Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana
Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana

O Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana é um conjunto de pontos históricos e de memória, localizados entre os bairros da Gamboa e da Saúde, na Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro. Foi criado com o objetivo de integrar os sítios arqueológicos existentes na área e instituições de valorização e preservação da memória e do patrimônio afro-brasileiro. A iniciativa visa, também, promover a segurança e a conservação do patrimônio arqueológico em questão. Foi criado no dia 29 de novembro de 2011 por meio do Decreto Municipal Nº 34.803, elaborado pelo então prefeito carioca Eduardo Paes. O circuito foi criado devido à importância histórica e cultural dos remanescentes revelados pelas pesquisas arqueológicas executadas na região, motivadas principalmente pelas obras no âmbito do Porto Maravilha. O mesmo decreto de 2011 também instituiu o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, coordenado pelo Subsecretário do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design do Gabinete do Prefeito. O grupo de trabalho teve o objetivo de construir coletivamente diretrizes para a implementação de políticas de valorização da memória e da proteção do patrimônio cultural da região. O grupo também ficou encarregado de apresentar, em 30 dias, o recorte conceitual, histórico-cultural, de abrangência do circuito e sua delimitação territorial.