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Mural Etnias

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Povos nativos dos 5 continentes
Povos nativos dos 5 continentes

O Mural Etnias, batizado como Todos somos um, é um painel situado no bairro da Gamboa, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Com 15 metros de altura e 170 metros de comprimento, foi pintado pelo artista Eduardo Kobra na fachada de um antigo armazém em virtude dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016. Situa-se em frente à Parada dos Navios/Valongo do VLT Carioca, na Orla Conde. Seu principal tema é a união dos povos da terra e da diversidade dos grupos étnicos dos cinco continentes. Para a pintura do painel, foram utilizados 180 baldes de tinta acrílica, 2,8 mil latas de spray e 7 elevadores hidráulicos. O mural retrata uma tribo de cada continente: os huli, da Nova Guiné (Oceania); os mursi, da Etiópia (África); os kayin, do Myanmar e da Tailândia (Ásia); os supi, da Lapônia (Europa); e os tapajós, do Brasil (América). O estilo da obra é o Graffiti, cuja técnica de pintura foi a aplicação de aerossol, acrílico e esmalte na parede de um antigo armazém. No dia 22 de agosto de 2016, o painel, com cerca de 2,6 mil m² de área, foi reconhecido pelo Livro Guinness dos Recordes como o maior grafite do mundo.

Excerto do artigo da Wikipédia Mural Etnias (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Mural Etnias
Branham Lane, San Jose

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95118 San Jose
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Povos nativos dos 5 continentes
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Cais da Gamboa
Cais da Gamboa

O Cais da Gamboa é um cais situado na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. É banhado pela Baía de Guanabara e compõe o Porto do Rio de Janeiro, sendo uma de suas áreas mais antigas. Com cerca de 3,1 km de extensão, estende-se desde a Rodoviária Novo Rio até o Museu de Arte do Rio. É margeado pela Avenida Rodrigues Alves e pela Orla Conde. O Cais da Gamboa era originalmente composto por 18 armazéns, no entanto quatro deles foram demolidos ao longo do tempo devido às atividades portuárias. Os armazéns 1 e 2 e parte do armazém 3 situam-se dentro da área do bairro da Saúde; a outra parte do armazém 3 e os armazéns 4, 5, 6, 7 e 8 localizam-se na área do bairro da Gamboa; por fim, os armazéns 13, 14, 15, 16, 17 e 18 ficam dentro dos limites do bairro do Santo Cristo. No cais também situa-se o Edifício Touring, um edifício em estilo art déco projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire. As obras de construção do cais foram iniciadas em abril de 1904. A construção seguiu um sistema denominado Hersent, o mesmo adotado na construção do porto de Antuérpia, na Bélgica. As obras foram concluídas em 1910, durante o mandato do presidente Nilo Peçanha. Para a construção do cais, as praias e os sacos que existiam na região, como a Praia da Gamboa, tiveram que ser aterrados. A fim de permitir o aprofundamento dos berços de atracação e viabilizar a operação com navios de maior porte no Cais da Gamboa, tiveram início em 2022 obras estruturais de ampliação e modernização orçadas inicialmente em R$ 104 milhões. Posteriormente, pretende-se realizar a dragagem do acesso aquaviário ao cais.

Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana
Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana

O Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana é um conjunto de pontos históricos e de memória, localizados entre os bairros da Gamboa e da Saúde, na Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro. Foi criado com o objetivo de integrar os sítios arqueológicos existentes na área e instituições de valorização e preservação da memória e do patrimônio afro-brasileiro. A iniciativa visa, também, promover a segurança e a conservação do patrimônio arqueológico em questão. Foi criado no dia 29 de novembro de 2011 por meio do Decreto Municipal Nº 34.803, elaborado pelo então prefeito carioca Eduardo Paes. O circuito foi criado devido à importância histórica e cultural dos remanescentes revelados pelas pesquisas arqueológicas executadas na região, motivadas principalmente pelas obras no âmbito do Porto Maravilha. O mesmo decreto de 2011 também instituiu o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, coordenado pelo Subsecretário do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design do Gabinete do Prefeito. O grupo de trabalho teve o objetivo de construir coletivamente diretrizes para a implementação de políticas de valorização da memória e da proteção do patrimônio cultural da região. O grupo também ficou encarregado de apresentar, em 30 dias, o recorte conceitual, histórico-cultural, de abrangência do circuito e sua delimitação territorial.