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Igreja de Nossa Senhora da Saúde (Rio de Janeiro)

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Igreja de Nossa Senhora da Saúde Rio de Janeiro 20230822161456
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A Igreja de Nossa Senhora da Saúde é um templo católico localizado na cidade do Rio de Janeiro, no bairro da Saúde. Foi tombada pelo IPHAN por sua importância cultural.

Excerto do artigo da Wikipédia Igreja de Nossa Senhora da Saúde (Rio de Janeiro) (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Igreja de Nossa Senhora da Saúde (Rio de Janeiro)
Avenida Oscar Niemeyer, Rio de Janeiro Gamboa

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -22.893746 ° E -43.191477 °
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Endereço

Igreja de Nossa Senhora da Saúde

Avenida Oscar Niemeyer
20220-360 Rio de Janeiro, Gamboa
Rio de Janeiro, Brasil
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Igreja de Nossa Senhora da Saúde Rio de Janeiro 20230822161456
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Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos
Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos

O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN) é um instituto brasileiro sediado na cidade do Rio de Janeiro. Sua sede localiza-se em uma residência situada na Rua Pedro Ernesto. O IPN tem como objetivo estimular e promover a construção de memórias a fim de valorizar o patrimônio cultural referente à cultura africana e afro-brasileira e promover a reflexão sobre a escravidão e a igualdade racial no Brasil. É responsável pela gestão do Cemitério dos Pretos Novos e do Memorial dos Pretos Novos. O instituto foi criado em 13 de maio de 2005, 9 anos após o achado arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos, ocorrido no dia 8 de janeiro de 1996. Os proprietários da sede do instituto, o casal Guimarães, resolveram reformar o imóvel do qual são donos e, ao sondar o solo para as obras, encontraram fragmentos de ossos humanos misturados a vestígios de cerâmica, vidro e ferro, entre outros. A descoberta foi comunicada aos órgãos responsáveis, que enviaram ao local equipes de profissionais que confirmaram a existência de um sítio arqueológico de grande importância histórica. A sede do IPN dispõe de uma biblioteca especializada na temática africana e afro-brasileira, bem como de uma galeria de arte contemporânea. São oferecidos diversos cursos e oficinas no instituto, voltados tanto para professores quanto para moradores da região e ao público em geral. Atualmente, o Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos corre o risco de encerrar as suas atividades por falta de verbas para custear despesas básicas de funcionamento. O aporte que garantia tais verbas, firmado em 2013, terminou em março de 2017 e não foi renovado. O instituto recebeu esse nome por homenagear os Pretos Novos. Pretos Novos era o nome dado aos escravos recém-chegados ao Rio de Janeiro pelo Cais do Valongo e que eram negociados no mercado de vendas de escravizados.

Centro Cultural José Bonifácio
Centro Cultural José Bonifácio

O Centro Cultural José Bonifácio (CCJB) é um centro cultural situado no bairro da Gamboa, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Instalado em uma construção do século XIX, localiza-se no cruzamento da Rua Pedro Ernesto com a Rua João Alvares. Integra o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, criado com o objetivo de preservar a memória africana na cidade. Com investimentos de R$ 3,8 milhões em restauração, o centro foi reinaugurado em 20 de novembro de 2013, Dia da Consciência Negra, pelo prefeito Eduardo Paes. O palacete, fundado em 1877 por Dom Pedro II, foi restaurado pelo programa Porto Maravilha Cultural, responsável pela recuperação do patrimônio artístico, histórico e cultural da Zona Portuária do Rio de Janeiro. O centro cultural é composto por uma área de 2.356 m², dividida em três pavimentos e 18 salas de usos diversos. No térreo, está instalada a área técnica e alguns banheiros. Já no primeiro pavimento, situam-se: um espaço de exposição para arqueologia, que abriga alguns achados do Cais do Valongo; uma biblioteca com acervo qualificado nas temáticas africana e afro-brasileira; uma livraria especializada; um minicentro de convenções; e a administração do CCJB. O espaço possui uso múltiplo, abrigando atividades tanto acadêmicas quanto pedagógicas e artístico-culturais referentes à influência africana na formação social brasileira. Abriga uma exposição permanente de objetos encontrados durante as escavações e obras no âmbito da Porto Maravilha. Pulseiras, cachimbos e amuletos são alguns dos objetos expostos. O centro recebeu esse seu em homenagem a José Bonifácio de Andrada e Silva, que foi um naturalista, estadista e poeta brasileiro. José Bonifácio foi uma pessoa decisiva para a consolidação da Independência do Brasil, e por isso é conhecido pelo epíteto de "Patriarca da Independência".

Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana
Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana

O Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana é um conjunto de pontos históricos e de memória, localizados entre os bairros da Gamboa e da Saúde, na Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro. Foi criado com o objetivo de integrar os sítios arqueológicos existentes na área e instituições de valorização e preservação da memória e do patrimônio afro-brasileiro. A iniciativa visa, também, promover a segurança e a conservação do patrimônio arqueológico em questão. Foi criado no dia 29 de novembro de 2011 por meio do Decreto Municipal Nº 34.803, elaborado pelo então prefeito carioca Eduardo Paes. O circuito foi criado devido à importância histórica e cultural dos remanescentes revelados pelas pesquisas arqueológicas executadas na região, motivadas principalmente pelas obras no âmbito do Porto Maravilha. O mesmo decreto de 2011 também instituiu o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, coordenado pelo Subsecretário do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design do Gabinete do Prefeito. O grupo de trabalho teve o objetivo de construir coletivamente diretrizes para a implementação de políticas de valorização da memória e da proteção do patrimônio cultural da região. O grupo também ficou encarregado de apresentar, em 30 dias, o recorte conceitual, histórico-cultural, de abrangência do circuito e sua delimitação territorial.

Cais da Gamboa
Cais da Gamboa

O Cais da Gamboa é um cais situado na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. É banhado pela Baía de Guanabara e compõe o Porto do Rio de Janeiro, sendo uma de suas áreas mais antigas. Com cerca de 3,1 km de extensão, estende-se desde a Rodoviária Novo Rio até o Museu de Arte do Rio. É margeado pela Avenida Rodrigues Alves e pela Orla Conde. O Cais da Gamboa era originalmente composto por 18 armazéns, no entanto quatro deles foram demolidos ao longo do tempo devido às atividades portuárias. Os armazéns 1 e 2 e parte do armazém 3 situam-se dentro da área do bairro da Saúde; a outra parte do armazém 3 e os armazéns 4, 5, 6, 7 e 8 localizam-se na área do bairro da Gamboa; por fim, os armazéns 13, 14, 15, 16, 17 e 18 ficam dentro dos limites do bairro do Santo Cristo. No cais também situa-se o Edifício Touring, um edifício em estilo art déco projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire. As obras de construção do cais foram iniciadas em abril de 1904. A construção seguiu um sistema denominado Hersent, o mesmo adotado na construção do porto de Antuérpia, na Bélgica. As obras foram concluídas em 1910, durante o mandato do presidente Nilo Peçanha. Para a construção do cais, as praias e os sacos que existiam na região, como a Praia da Gamboa, tiveram que ser aterrados. A fim de permitir o aprofundamento dos berços de atracação e viabilizar a operação com navios de maior porte no Cais da Gamboa, tiveram início em 2022 obras estruturais de ampliação e modernização orçadas inicialmente em R$ 104 milhões. Posteriormente, pretende-se realizar a dragagem do acesso aquaviário ao cais.