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Praça dos Estivadores

Centro (Rio de Janeiro)Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança AfricanaPraças da Zona Central do Rio de Janeiro
Largo do Depósito
Largo do Depósito

A Praça dos Estivadores, antes conhecida como Largo do Depósito, é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Integra o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, criado com o objetivo de preservar a memória africana na cidade. A praça foi estabelecida no século XVIII, tendo sido reinaugurada no dia 30 de maio de 2015 após ser revitalizada. A revitalização da praça foi feita no âmbito do Porto Maravilha, uma operação urbana que visa revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro. A praça recebeu seu nome por homenagear o Sindicato dos Estivadores, o primeiro sindicato do Brasil, fundado em 1903. A sede do sindicato localiza-se em local próximo à praça.

Excerto do artigo da Wikipédia Praça dos Estivadores (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Praça dos Estivadores
Rua Camerino, Rio de Janeiro Centro

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N -22.899444444444 ° E -43.1875 °
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Largo do Depósito
Largo do Depósito
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Lugares próximos

Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana
Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana

O Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana é um conjunto de pontos históricos e de memória, localizados entre os bairros da Gamboa e da Saúde, na Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro. Foi criado com o objetivo de integrar os sítios arqueológicos existentes na área e instituições de valorização e preservação da memória e do patrimônio afro-brasileiro. A iniciativa visa, também, promover a segurança e a conservação do patrimônio arqueológico em questão. Foi criado no dia 29 de novembro de 2011 por meio do Decreto Municipal Nº 34.803, elaborado pelo então prefeito carioca Eduardo Paes. O circuito foi criado devido à importância histórica e cultural dos remanescentes revelados pelas pesquisas arqueológicas executadas na região, motivadas principalmente pelas obras no âmbito do Porto Maravilha. O mesmo decreto de 2011 também instituiu o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, coordenado pelo Subsecretário do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design do Gabinete do Prefeito. O grupo de trabalho teve o objetivo de construir coletivamente diretrizes para a implementação de políticas de valorização da memória e da proteção do patrimônio cultural da região. O grupo também ficou encarregado de apresentar, em 30 dias, o recorte conceitual, histórico-cultural, de abrangência do circuito e sua delimitação territorial.

Panteão de Caxias
Panteão de Caxias

Panteão de Caxias é um monumento localizado na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, em frente ao Palácio Duque de Caxias. Fora construído para abrigar os restos mortais de Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias, considerado patrono do exército brasileiro, e de sua esposa, Ana Luísa de Loreto Carneiro Viana, Duquesa de Caxias. No dia 25 de Agosto de 1949, o mau tempo impediu que se realizassem as cerimônias externas, inclusive, o translado dos restos mortais do duque e da duquesa para a cripta do Pantheon; somente as solenidades internas foram feitas. No salão nobre do Palácio da Guerra, às 11 horas, o ministro Canrobert Pereira da Costa foi cumprimentado pelo ministro da Marinha de Guerra, almirante Silvio de Noronha, que fez um discurso encomiástico sobre o herói de Itororó. Às 16:30 horas, no mesmo salão nobre, houve uma solenidade em que foi distribuído as condecorações da Ordem do Mérito Militar aos oficiais que prestaram serviços relevantes a pátria. Nestas cerimônias internas os ministros representantes do Supremo Tribunal Federal, Ribeiro da Costa e Barros Barreto, participaram das homenagens, além do representante do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Lafayette de Andrada. Enquanto isso, os despojos do duque continuaram sob vigília na Igreja da Santa Cruz, no qual a Divisão Blindada da Zona Militar do Leste ficou incumbida na vigília do dia 25, para os outros dias foram elencados outros departamentos das forças armadas. No dia 30 de agosto de 1949, houve, enfim, a transladação dos restos mortais do Duque de Caxias e de sua esposa. O translado para o Pantheon contou com a presença da Marinha, Aeronáutica, os poderes executivo, legislativo e judiciário, o clero, as associações religiosas, científicas e culturais, as representações diplomáticas e o povo em geral, todos se juntaram ao Exército à homenagem ao condestável da Pátria. O caminho do cortejo foi ornamentado com bandeiras nacionais. Cerca de dez mil homens foram dispostos por toda a extensão das avenidas Presidente Vargas, a partir da Praça da República, e Rio Branco, até a rua Sete de Setembro, nesta localidade e em parte da rua Primeiro de Março, onde está localizada a igreja da Santa Cruz. Por volta das 10:00 horas o coche que trazia as urnas com os despojos chegou à Praça da República. O Presidente Dutra já se encontrava no Pantheon tendo sido recebido pelo prefeito, pelos ministros do Estado, pelo cardeal D. Jaime Câmara e por várias autoridades civis e militares. Foi montado um palanque em frente ao Pantheon, onde estavam os representantes diplomáticos e autoridades do governo, e compunham ainda, parlamentares, secretários da prefeitura e senhoras, como a esposa do prefeito Mendes Moraes. Ao lado do Pantheon e do palanque, havia alunos do Colégio Militar e do Instituto de Educação, os primeiros, com a chegada do coche soltaram 3000 pombos. Esquadrilhas de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) sobrevoaram o local assistidos a esta altura por uma ingente multidão que estava acompanhando o cortejo que mobilizou toda a cidade. Em seguida, as urnas foram levadas à entrada do Pantheon pelos soldados da Polícia do Exército que passou para o destacamento dos Dragões da Independência, que levou as urnas para a cripta do Pantheon. Além das urnas com os restos mortais do duque e da duquesa, foram levadas, para o interior do Pantheon, as cópias dos laudos da exumação e da perícia realizada nos despojos.