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Edifício Viadutos

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Patrimônio histórico do estado de São Paulo
Edifício Viadutos 02
Edifício Viadutos 02

O condomínio Edifício Viadutos é uma construção projetada pelo arquiteto Artacho Jurado e que fica localizada na Praça General Craveiro Lopes, número 19, no bairro da Bela Vista, na região central da cidade de São Paulo. O prédio foi assim nomeado devido à sua localização na confluência dos viadutos Nove de Julho e Jacareí (estabelecendo entrada para o bairro do Bexiga). Situa-se próximo à estação Anhangabaú do metrô e à Câmara Municipal de São Paulo.O Edifício Viadutos é uma construção histórica que foi tombada pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Estado de São Paulo) no ano de 2002, como é possível observar na resolução de número 22/2002 disponível para consulta online. A ação foi responsável pelo tombamento de toda a região da Bela Vista e incluiu cerca de outros 500 imóveis dentro do perímetro demarcado pelo órgão responsável. Arquitetado pela Construtora Monções, construtora do próprio Artacho Jurado, o Edifício Viadutos conclui de maneira monumental a visão da Avenida Nove de Julho e da Avenida São Luiz, sinalizando o início do bairro do Bixiga. Sua quantidade abundante e plural de plantas teve como consequência a formação de oito tipos de apartamentos diferenciados, e sua configuração deslumbrante, assim como o layout, foram perfeitamente recebidos pela classe média da época.A construção possui 368 apartamentos divididos pelos seus vinte e sete andares. Apresenta estilo eclético e em sua cobertura é possível ter uma visão de 360º da cidade de São Paulo.

Excerto do artigo da Wikipédia Edifício Viadutos (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Edifício Viadutos
Praça General Craveiro Lopes, São Paulo Bela Vista (República)

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N -23.551 ° E -46.642055555556 °
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Endereço

Edifício Viadutos

Praça General Craveiro Lopes 19
01319-070 São Paulo, Bela Vista (República)
São Paulo, Brasil
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Edifício Viadutos 02
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Museu Judaico de São Paulo
Museu Judaico de São Paulo

O Museu Judaico de São Paulo cultiva e mantém vivas as diversas expressões, histórias, memórias, tradições e valores da cultura judaica, em diálogo com o contexto brasileiro, com o tempo presente e com as aspirações de seus diferentes públicos. Localiza-se na Rua Martinho Prado, 128, e pertence à Associação Amigos do Museu Judaico no Estado de São Paulo (AMJSP). O edifício que abriga o Museu é a antiga Sinagoga Beth-El, projetada e construída por Samuel Roder entre 1927 e 1932. O Templo é de estilo bizantino e possui 7 lados, o que remete à numerologia judaica. Em 2004 a Congregação Israelita Ashkenazi de São Paulo doou o edifício para a AMJSP, foi então assinado um contrato de comodato e Associação deu início ao processo de arrecadação de fundos para criar o Museu Judaico naquele espaço. O Templo Beth-El foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) em 13 de setembro de 2013, quando já estavam em andamento as obras de restauração para transformar a Sinagoga em museu. As obras, entretanto, já haviam sido aprovadas pelo Departamento do Patrimônio Histórico e pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. O projeto prevê uma nova fachada de vidro, na entrada lateral do prédio, situada na Avenida 9 de Julho, uma forma de unir a modernidade e as linhas clássicas da Sinagoga. O Museu foi criado com o intuito de retomar o uso do Templo Beth-El, ampliando sua função cultural e mantendo sua função religiosa. O acervo já conta com aproximadamente 2 mil itens catalogados, incluindo objetos e documentos que contam a história dos judeus no Brasil, enfatizando a fusão das culturas judaica e brasileira.

Casa de Dona Yayá
Casa de Dona Yayá

A Casa de Dona Yayá é uma construção histórica na região da República, na zona central de São Paulo, e atualmente é administrada pelo Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo. Construída no final do século XIX, a casa é um símbolo da arquitetura eclética da região central paulistana, com características que simbolizam diferentes períodos da história da cidade dos últimos 100 anos. Considerado um dos últimos edifícios do cinturão de chácaras que contornava o centro da cidade no século XX, a casa apresenta, hoje, características atribuídas por quatro grandes reformas feitas por seus cinco diferentes proprietários ao longo dos anos. Sebastiana de Melo Freire (Mogi das Cruzes, 21 de janeiro de 1887 - São Paulo, 4 de setembro de 1961), mais conhecida como Dona Yayá, foi uma brasileira, parte de uma das mais importantes famílias do interior paulista. Obteve uma trajetória de vida repleta de tragédias. Após o falecimento de seus pais e irmãos, herdou a fortuna da família, porém logo desenvolveu uma doença mental que a impediu de coordenar ou desfrutar de seus bens, se manteve reclusa em sua casa no bairro paulistano do Bixiga, da mocidade até seu final de vida, aos 74 anos, quando termina a linhagem dos Melo Freire. Sem filhos ou entes próximos, ela obteve sua herança tida abandonada e todos os seus bens foram concedidos à Universidade de São Paulo.[1] José Maria Tulon foi o primeiro proprietário do terreno e o responsável pela construção de um chalé de tijolos que hoje sustenta a parte central da casa. Comprada em 1888 por Afonso Augusto Milliet, a construção passou por uma intensa reforma, que colocou algumas das primeiras características estilístico-arquitetônicas que a levariam a ser tombada pelo Condephaat, Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, em 1998. Entre 1902 e 1919, o edifício ganha contornos neoclássicos em uma reforma promovida pelo proprietário João Guerra. A maior importância histórica da construção se dá, no entanto, por ser um símbolo de como pacientes de doenças mentais eram tratados no início do século XX. Entre os anos de 1921 e 1961, a propriedade foi adquirida pelos cuidadores de Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá, única herdeira de um rico empresário da região de Mogi das Cruzes e julgada aos 31 anos como alguém incapaz de administrar sua fortuna por "sofrer das faculdades mentais". Ao longo dos 40 anos em que passou enclausurada na propriedade, Dona Yayá viveu em quartos reformados para que não pudesse abrir as janelas pelo lado de dentro e com pequenos buracos por onde suas refeições eram passadas. Seu único acesso ao ar livre era por meio de um solário, construído em 1952. Dona Yayá morreu em 1961, aos 74 anos, deixando sua propriedade e sua fortuna, sem herdeiros. Depois da morte da proprietária, o local permaneceu fechado até 1991, quando o Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo iniciou uma série de manutenções e reparos das características históricas da construção que é, hoje, sede da instituição.