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Teatro Oficina

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O riso, o choro e a vida Teatro Oficina
O riso, o choro e a vida Teatro Oficina

O Teatro Oficina Uzyna Uzona é a sede da histórica companhia de teatro homônima de São Paulo, Brasil, reconhecida como a maior e uma das mais longevas companhias de teatro em atividade permanente do país. Fundado em 1958 como Companhia Teatro Oficina por José Celso Martinez Corrêa (o "Zé Celso") e outros estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, como Amir Haddad e Carlos Queiroz Telles, o grupo tornou-se referência na renovação e experimentação teatral no Brasil. Desde sua profissionalização, em 1961, o Teatro Oficina está sediado no bairro do Bixiga, em São Paulo. O prédio atual, anteriormente ocupado pelo Teatro Novos Comediantes, foi adquirido pela companhia na década de 1960. Após um incêndio que destruiu o edifício, remontagens de peças foram realizadas para arrecadar fundos e reconstruí-lo. Ao longo de sua trajetória, o Teatro Oficina encenou dezenas de obras fundamentais da dramaturgia brasileira e ocidental, reunindo centenas de artistas em sua história. O espaço teatral ganhou projeção internacional pelo seu projeto arquitetônico inovador, assinado por Lina Bo Bardi e Edson Elito, inaugurado em 1994, que foi eleito pelo jornal The Guardian como o melhor teatro do mundo na categoria projeto arquitetônico em 2015. Após o falecimento de Zé Celso em 2023, a luta histórica pela preservação do entorno do Teatro Oficina ganhou novo impulso. A Prefeitura de São Paulo, em acordo com o Ministério Público e outros atores, avançou no processo de desapropriação do terreno vizinho ao estabelecimento para a criação do Parque Municipal do Rio Bixiga. O parque, uma antiga reivindicação de Zé Celso e da comunidade artística e local, representa uma vitória coletiva após mais de quatro décadas de mobilização e disputas judiciais. Atualmente o teatro é liderado por Marcelo Drummond, cônjuge do dramaturgo fundador.

Excerto do artigo da Wikipédia Teatro Oficina (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Teatro Oficina
Rua Jaceguaí, São Paulo República (República)

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N -23.555 ° E -46.64111 °
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Edifício Angra dos Reis

Rua Jaceguaí 518
01315-010 São Paulo, República (República)
São Paulo, Brasil
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O riso, o choro e a vida Teatro Oficina
O riso, o choro e a vida Teatro Oficina
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Casa de Dona Yayá
Casa de Dona Yayá

A Casa de Dona Yayá é uma construção histórica na região da República, na zona central de São Paulo, e atualmente é administrada pelo Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo. Construída no final do século XIX, a casa é um símbolo da arquitetura eclética da região central paulistana, com características que simbolizam diferentes períodos da história da cidade dos últimos 100 anos. Considerado um dos últimos edifícios do cinturão de chácaras que contornava o centro da cidade no século XX, a casa apresenta, hoje, características atribuídas por quatro grandes reformas feitas por seus cinco diferentes proprietários ao longo dos anos. Sebastiana de Melo Freire (Mogi das Cruzes, 21 de janeiro de 1887 - São Paulo, 4 de setembro de 1961), mais conhecida como Dona Yayá, foi uma brasileira, parte de uma das mais importantes famílias do interior paulista. Obteve uma trajetória de vida repleta de tragédias. Após o falecimento de seus pais e irmãos, herdou a fortuna da família, porém logo desenvolveu uma doença mental que a impediu de coordenar ou desfrutar de seus bens, se manteve reclusa em sua casa no bairro paulistano do Bixiga, da mocidade até seu final de vida, aos 74 anos, quando termina a linhagem dos Melo Freire. Sem filhos ou entes próximos, ela obteve sua herança tida abandonada e todos os seus bens foram concedidos à Universidade de São Paulo.[1] José Maria Tulon foi o primeiro proprietário do terreno e o responsável pela construção de um chalé de tijolos que hoje sustenta a parte central da casa. Comprada em 1888 por Afonso Augusto Milliet, a construção passou por uma intensa reforma, que colocou algumas das primeiras características estilístico-arquitetônicas que a levariam a ser tombada pelo Condephaat, Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, em 1998. Entre 1902 e 1919, o edifício ganha contornos neoclássicos em uma reforma promovida pelo proprietário João Guerra. A maior importância histórica da construção se dá, no entanto, por ser um símbolo de como pacientes de doenças mentais eram tratados no início do século XX. Entre os anos de 1921 e 1961, a propriedade foi adquirida pelos cuidadores de Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá, única herdeira de um rico empresário da região de Mogi das Cruzes e julgada aos 31 anos como alguém incapaz de administrar sua fortuna por "sofrer das faculdades mentais". Ao longo dos 40 anos em que passou enclausurada na propriedade, Dona Yayá viveu em quartos reformados para que não pudesse abrir as janelas pelo lado de dentro e com pequenos buracos por onde suas refeições eram passadas. Seu único acesso ao ar livre era por meio de um solário, construído em 1952. Dona Yayá morreu em 1961, aos 74 anos, deixando sua propriedade e sua fortuna, sem herdeiros. Depois da morte da proprietária, o local permaneceu fechado até 1991, quando o Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo iniciou uma série de manutenções e reparos das características históricas da construção que é, hoje, sede da instituição.

Edifício Viadutos
Edifício Viadutos

O condomínio Edifício Viadutos é uma construção projetada pelo arquiteto Artacho Jurado e que fica localizada na Praça General Craveiro Lopes, número 19, no bairro da Bela Vista, na região central da cidade de São Paulo. O prédio foi assim nomeado devido à sua localização na confluência dos viadutos Nove de Julho e Jacareí (estabelecendo entrada para o bairro do Bexiga). Situa-se próximo à estação Anhangabaú do metrô e à Câmara Municipal de São Paulo.O Edifício Viadutos é uma construção histórica que foi tombada pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Estado de São Paulo) no ano de 2002, como é possível observar na resolução de número 22/2002 disponível para consulta online. A ação foi responsável pelo tombamento de toda a região da Bela Vista e incluiu cerca de outros 500 imóveis dentro do perímetro demarcado pelo órgão responsável. Arquitetado pela Construtora Monções, construtora do próprio Artacho Jurado, o Edifício Viadutos conclui de maneira monumental a visão da Avenida Nove de Julho e da Avenida São Luiz, sinalizando o início do bairro do Bixiga. Sua quantidade abundante e plural de plantas teve como consequência a formação de oito tipos de apartamentos diferenciados, e sua configuração deslumbrante, assim como o layout, foram perfeitamente recebidos pela classe média da época.A construção possui 368 apartamentos divididos pelos seus vinte e sete andares. Apresenta estilo eclético e em sua cobertura é possível ter uma visão de 360º da cidade de São Paulo.