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Quartel do Segundo Batalhão de Guardas

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Patrimônio tombado pelo CONDEPHAATPatrimônio tombado pelo CONPRESPSé (distrito de São Paulo)
Quartel do Segundo Batalhão de Guardas 24
Quartel do Segundo Batalhão de Guardas 24

O Quartel do Segundo Batalhão de Guardas é um edifício que encontra-se no Parque Dom Pedro II, na região conhecida como Centro Histórico de São Paulo. O edifício foi tombado pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo em agosto de 1981. O imóvel teve inúmeros usos e proprietários ao longo dos anos. Inicialmente foi a sede da Chácara do Fonseca, depois abrigou o Convento das Irmãs Duarte, o Seminário dos Educandos, o Hospício dos Alienados e por fim foi o quartel do 2.º Batalhão de Guardas, como é conhecido até hoje. A construção exata do prédio é uma incógnita até os dias de hoje porém, acredita-se que a obra foi uma herança deixada por D. Pedro I para sua ex mulher, Marquesa de Santos, visto que possivelmente este era o local de encontro do casal na cidade de São Paulo, quando D. Pedro realizava suas expedições pelo Brasil. O Quartel do Segundo Batalhão de Guardas foi por muitos anos um símbolo militar e ícone da preservação, enquanto era utilizado, estava sempre muito bem cuidado, da pintura até a grama.

Excerto do artigo da Wikipédia Quartel do Segundo Batalhão de Guardas (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Quartel do Segundo Batalhão de Guardas
Rua Dom Pedro II, São Paulo Glicério

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.55139 ° E -46.62722 °
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Endereço

Rua Dom Pedro II (Rua Frederico Alvarenga)

Rua Dom Pedro II
01020-010 São Paulo, Glicério
São Paulo, Brasil
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Quartel do Segundo Batalhão de Guardas 24
Quartel do Segundo Batalhão de Guardas 24
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Capela do Menino Jesus e Santa Luzia
Capela do Menino Jesus e Santa Luzia

A Capela do Menino Jesus e Santa Luzia é um templo religioso católico localizado na Rua Tabatinguera, número 104, no distrito da Sé, no centro da cidade de São Paulo, no Brasil. Em estilo Neogótico, típico da maioria das construções erguidas no Brasil no início do século XIX, a igreja inaugurada no dia 13 de dezembro de 1901, data de comemoração da festa da padroeira, foi construída pelo Arquiteto italiano Domenico Delpiano, um dos sete padres salesianos que chegaram ao Brasil em 1883, e conta com obras ornamentais do pintor florentino Orestes Sercelli, considerado uma referência quando se trata de manifestações artísticas em igrejas. A Capela está sob responsabilidade do Padre Jonas dos Santos Lisboa, que cursou Filosofia e Teologia no Seminário da Diocese de Campos dos Goytacazes e pertence ao clero da Administração Apostólica São João Maria Vianney. Além dos ritos ordinários que acontecem todos os dias, existe, entre os ritos extraordinários, um aos domingos, às 16h (de Brasília), que conta com o canto Gregoriano. Propriedade da Mitra Diocesana, a Capela do Menino Jesus e Santa Luzia está localizada onde já foi uma chácara de propriedade da bisneta do Conde de Sarzedas (Capitão General Bernardo José de Lorena, Governador da Capitania de São Paulo), Anna Maria de Almeida Lorena Machado, que solicitou a construção do templo no bairro da Sé para homenagear Santa Luzia e o Menino Jesus de Praga depois que reencontrou a imagem que havia perdido no naufrágio de seu navio na volta de uma viagem a Paris. Recuperada de forma inesperada em uma praia em que a família esperava por socorro, a imagem se tornou objeto de devoção e culminou na construção do local situado na Rua Tabatinguera, 104. No dia 13 de junho de 1994, de acordo com o Site da Arquidiocese de São Paulo, a Capela do Menino Jesus e Santa Luzia foi tombada pelos órgãos municipais e estaduais de defesa do patrimônio (CONPRESP e CONDEPHAAT) e posteriormente restaurada.

Casa Número Um
Casa Número Um

Casa Número Um é uma residência histórica situada no centro da cidade de São Paulo, Brasil, assim conhecida por se localizar no nº 1 da antiga rua do Carmo, atual 136-B da Rua Roberto Simonsen. A Casa nº 1 é um sobrado de três andares construído onde existiu uma casa de taipa de pilão, cujo primeiro proprietário, segundo registros de 1689, foi Francisco Dias, sendo depois vendida para o bandeirante Gaspar de Godoy Moreira. Em 1855 foi transformada no colégio Ateneu Paulistano e, com a morte de seu último diretor, foi vendida ao Major Benedito Antônio da Silva, responsável pela construção em alvenaria, sendo assim até hoje. O sobrado de três andares, erguido no século XIX sobre a antiga estrutura das fundações de taipa de pilão de um imóvel do século XVII, constitui um dos últimos remanescentes da arquitetura residencial urbana oitocentista na cidade de São Paulo. Ao longo da história, o imóvel serviu de sede a diversas instituições públicas e privadas. Desde a década de 1970 encontra-se em poder da prefeitura de São Paulo, tendo abrigado o Arquivo Histórico Municipal entre 1990 e 2000. A Casa Número Um é uma das treze edificações históricas que compõem o Museu da Cidade de São Paulo, abrigando o núcleo administrativo desta instituição, ao lado do Solar da Marquesa de Santos, do Beco do Pinto e do Museu Padre Anchieta. Hoje, a residência é sede do acervo iconográfico da prefeitura (Casa da Imagem), estruturada pela Secretaria Municipal de Cultura como uma instituição voltada à memória fotográfica da capital paulista.

Palácio da Justiça de São Paulo
Palácio da Justiça de São Paulo

O Palácio de Justiça é a sede do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Localiza-se no centro histórico de São Paulo, entre a Praça da Sé, a Praça João Mendes Jr. e a Praça Clóvis Bevilácqua, próximo à Catedral da Sé, ao Palácio Anchieta (sede da Câmara Municipal de São Paulo) e ao Edifício Matarazzo (sede da Prefeitura Municipal de São Paulo). Em suas proximidades também se encontram as sedes da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público do Estado de São Paulo, além da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Sua construção se deu graças à expansão do âmbito judiciário paulista e do crescimento demográfico, em que, o Tribunal da justiça necessitava ser abrigado em uma nova sede, e não mais em antigos casarões na região central de São Paulo. Com a Proclamação da República no Brasil, em 1889, seguiu-se a estruturação federativa do País, atribuindo-se, em 1891, a competência judiciária às antigas Províncias do Império, ora Estados. Com a crescente demanda decorrente do crescimento econômico de São Paulo nas primeiras décadas do Século XX, fez-se necessária a construção de uma sede para o poder judiciário paulista. Em 1911 foi contratado o escritório do famoso arquiteto Ramos de Azevedo, que, inspirado no Palácio da Justiça de Roma, o Palácio da Justiça de Calderini, realizou projeto que foi acolhido pelo Tribunal. O edifício foi construído em estilo neoclássico com cunho barroco, possuindo, portanto, acabamentos luxuosos e bem ornamentados. A construção do edifício, no local que abrigava o antigo quartel da cavalaria, no ano de 1920, e teve sua conclusão e inauguração no ano de 1933, treze anos depois, e reinauguração em 1942, em homenagem ao aniversário de 388 anos da cidade de São Paulo, recebendo tombamento do CONDEPHAAT em 1981, por ser considerado um marco histórico com valor arquitetônico e cultural paulista. As obras sofreram alguns percalços, tendo-se verificado o maior de todos por ocasião da Revolta Paulista de 1924, agravado pelo falecimento do arquiteto Ramos de Azevedo em 1928, que obrigou o Tribunal a negociar novo contrato em 1929 com sucessores de seu escritório – Ricardo Severo e Arnaldo Dumont Vilares – através da Diretoria de Obras Públicas do Estado, sob a fiscalização do Dr. H. Forense, igualmente prorrogado em 26 de abril de 1931. Atualmente funcionam no palácio as salas de julgamento da segunda instância paulista, além de toda a estrutura administrativa de cúpula do judiciário paulista.