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Terminal Parque Dom Pedro II

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Sé (distrito de São Paulo)Terminais urbanos da cidade de São Paulo
Area 9 Term. Pq. Dom Pedro II (2)
Area 9 Term. Pq. Dom Pedro II (2)

O Terminal Parque Dom Pedro II é uma estação de ônibus urbano localizada no centro de São Paulo, no Parque Dom Pedro II, distrito da Sé. É atualmente administrado pela CS Mobileste, sob supervisão da SPTrans. Embora o espaço já fosse utilizado desde o final da década de 1960 como ponto inicial e final de diversas linhas urbanas da cidade, o terminal só foi oficialmente inaugurado no final de 1996, quando o local recebeu instalações mais apropriadas para atender os passageiros e os ônibus. É um dos terminais mais importantes e movimentados de São Paulo, com uma demanda de aproximadamente 78 mil passageiros por dia. É também a estação da SPTrans que concentra o maior número de linhas, abrigando mais de 80 linhas diurnas e noturnas. Além disso, é o terminal que atende ao maior número de regiões da cidade, deixando de atender apenas a Área 1 - Noroeste. Suas instalações são integradas ao Expresso Tiradentes, com conexão feita por meio de uma passarela que leva ao Terminal Mercado.

Excerto do artigo da Wikipédia Terminal Parque Dom Pedro II (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Terminal Parque Dom Pedro II
Rua Vinte e Cinco de Março, São Paulo Glicério

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.547028 ° E -46.630083 °
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Endereço

Terminal Parque Dom Pedro II

Rua Vinte e Cinco de Março
01021-000 São Paulo, Glicério
São Paulo, Brasil
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Area 9 Term. Pq. Dom Pedro II (2)
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Lugares próximos

Casa Número Um
Casa Número Um

Casa Número Um é uma residência histórica situada no centro da cidade de São Paulo, Brasil, assim conhecida por se localizar no nº 1 da antiga rua do Carmo, atual 136-B da Rua Roberto Simonsen. A Casa nº 1 é um sobrado de três andares construído onde existiu uma casa de taipa de pilão, cujo primeiro proprietário, segundo registros de 1689, foi Francisco Dias, sendo depois vendida para o bandeirante Gaspar de Godoy Moreira. Em 1855 foi transformada no colégio Ateneu Paulistano e, com a morte de seu último diretor, foi vendida ao Major Benedito Antônio da Silva, responsável pela construção em alvenaria, sendo assim até hoje. O sobrado de três andares, erguido no século XIX sobre a antiga estrutura das fundações de taipa de pilão de um imóvel do século XVII, constitui um dos últimos remanescentes da arquitetura residencial urbana oitocentista na cidade de São Paulo. Ao longo da história, o imóvel serviu de sede a diversas instituições públicas e privadas. Desde a década de 1970 encontra-se em poder da prefeitura de São Paulo, tendo abrigado o Arquivo Histórico Municipal entre 1990 e 2000. A Casa Número Um é uma das treze edificações históricas que compõem o Museu da Cidade de São Paulo, abrigando o núcleo administrativo desta instituição, ao lado do Solar da Marquesa de Santos, do Beco do Pinto e do Museu Padre Anchieta. Hoje, a residência é sede do acervo iconográfico da prefeitura (Casa da Imagem), estruturada pela Secretaria Municipal de Cultura como uma instituição voltada à memória fotográfica da capital paulista.

Palácio das Indústrias
Palácio das Indústrias

O Palácio das Indústrias é uma edificação histórica localizada no parque Dom Pedro II, no centro da cidade de São Paulo, Brasil. Foi projetada por Domiziano Rossi em parceria com outros dois arquitetos, Francisco Ramos de Azevedo e Ricardo Severo. Faz parte dos patrimônios históricos tombados pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico do estado de São Paulo (CONDEPHAAT). Com estilo arquitetônico eclético (elementos de diversos estilos contidos em um só), o prédio foi construído com o intuito de abrigar exposições relacionadas à indústria paulista, sendo inaugurado em 29 de abril de 1924, como mostra a placa de inauguração afixada na entrada do local, que atualmente abriga o Museu Catavento Cultural. A escolha do local e a construção do prédio foram iniciativas da Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas do Estado de São Paulo, órgão que estava sob a chefia de Antônio de Pádua Sales. O projeto de construção do Palácio das Indústrias fazia parte do plano de renascimento da capital paulista, esquematizado pelos arquitetos Joseph-Antoine Bouvard e Francisque Couchet, com o objetivo de revitalizar a região conhecida como Várzea do Carmo, levando a ela saneamento básico e melhorias.O Palácio teve sua primeira exposição em 1917, seguindo como centro de exposições até o ano de 1947, quando foi transformado em Assembleia Legislativa, tendo seu nome modificado, em 9 de julho daquele ano, para “Palácio Nove de Julho”, devido à promulgação da Constituição do Estado naquele dia. Entre 1947 e 1968, o edifício serviu de palco para atividades políticas. Posteriormente, na década de 70, abrigou também celas para presos comuns, configurando-se como sede da Secretaria de Segurança Pública. Passando por restauros projetados pela arquiteta Lina Bo Bardi, a partir de 1992 serviu de sede para a Prefeitura da Cidade de São Paulo, o que perdurou até o ano de 2004. Desde o dia 27 de março de 2009 o edifício abriga o Museu Catavento, museu dedicado às ciências e tecnologia.Em janeiro de 2017 após sete meses de trabalho de restauro da fachada, foi entregue aos paulistanos o Palácio das Indústrias com suas janelas, portas e esculturas reparadas e feita coberturas e revestimento das torres. Também foram restaurados os muros com detalhes e reformado o sino e o relógio com mudança de seu mecanismo original para digital. O mecanismo original com cerca de trezentos quilos foi levado para o Museu Catavento. Após muita pesquisa, através do auxílio de paleontólogos, paleobotânicas e paleoartistas da USP a V.R. Monkey criada por um casal de engenheiros lança o Projeto Dinos do Brasil que utiliza realidade virtual para levar os espectadores ao tour com visão de 360 graus pelo Brasil da era Mesozoica.

Edifício do London & River Plate Bank
Edifício do London & River Plate Bank

O Edifício do London & River Plate Bank é um patrimônio histórico da cidade de São Paulo. Tombado em 1992 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da cidade de São Paulo, o local já foi sede de diferentes instituições bancárias. Fundado em 1912, na Rua 15 de Novembro, no centro histórico de São Paulo, o edifício tem a sua história intimamente entrelaçada com a trajetória econômica do país. O banco London & River Plate, que foi o primeiro ocupante e dá nome ao local, é um símbolo dos interesses da Inglaterra sobre a América do Sul. Com sedes por diferentes países do continente, a instituição foi decisiva, por exemplo, na negociação da consolidação da dívida externa brasileira em 1898, conhecida como Funding Loan. O êxito do Banco Mauá com à bolsa londrina não passou desacautelado pelos investidores britânicos e na segunda metade do século XIX, um grupo capitalista se juntou para lançar o The London and Brazilian Bank, entre os responsáveis pelo empreendimento estavam vários acionistas da San Paulo Railway e Edward Johnson- grande importador de café do Brasil. Alguns meses depois, outro grupo se juntou e lançou o "The London and River Plate Bank, com o objetivo de também operar em Montevidéu e Buenos Aires.Projetado e construído pelo escritório Lindenberg, Alves & Assumpção, o edifício foi construído de acordo com as características arquiteturais do período neogótico inglês. Apesar de ter sido tombado apenas no fim do século XX, a sua fachada original está conservada até os dias de hoje. Internamente, no entanto, o prédio foi modificado. Um dos motivos que contribuíram para a sua preservação foi os projetos de revitalização do centro da cidade, como, por exemplo, a implantação de calçadões. Além do banco London & River Plate, o edifício foi sede do Banco Comercial do Estado de São Paulo, do Banco Itaú e, atualmente, é uma das sedes do Banco do Brasil.