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Cidade do Samba Joãosinho Trinta

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LIESASanto Cristo (Rio de Janeiro)
Cidade do Samba (460133830)
Cidade do Samba (460133830)

A Cidade do Samba Joãosinho Trinta, também conhecida como Cidade do Samba, é uma área destinada aos barracões das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, localizada no coração do bairro carioca da Gamboa, tendo a sua entrada principal localizada na Rua Arlindo Rodrigues. Na Cidade do Samba são elaboradas as alegorias e fantasias destas agremiações. Criada com o nome de Cidade do Samba, em 2006, passou a ter a atual denominação em 2011, por um decreto do prefeito Eduardo Paes, como uma homenagem ao carnavalesco falecido naquele ano.

Excerto do artigo da Wikipédia Cidade do Samba Joãosinho Trinta (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Cidade do Samba Joãosinho Trinta
Rua Rivadávia Corrêa, Rio de Janeiro Gamboa

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -22.8962722 ° E -43.1977389 °
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Endereço

GRES Beija-Flor de Nilópolis

Rua Rivadávia Corrêa
20220-350 Rio de Janeiro, Gamboa
Rio de Janeiro, Brasil
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Cidade do Samba (460133830)
Cidade do Samba (460133830)
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Lugares próximos

Centro Cultural José Bonifácio
Centro Cultural José Bonifácio

O Centro Cultural José Bonifácio (CCJB) é um centro cultural situado no bairro da Gamboa, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Instalado em uma construção do século XIX, localiza-se no cruzamento da Rua Pedro Ernesto com a Rua João Alvares. Integra o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, criado com o objetivo de preservar a memória africana na cidade. Com investimentos de R$ 3,8 milhões em restauração, o centro foi reinaugurado em 20 de novembro de 2013, Dia da Consciência Negra, pelo prefeito Eduardo Paes. O palacete, fundado em 1877 por Dom Pedro II, foi restaurado pelo programa Porto Maravilha Cultural, responsável pela recuperação do patrimônio artístico, histórico e cultural da Zona Portuária do Rio de Janeiro. O centro cultural é composto por uma área de 2.356 m², dividida em três pavimentos e 18 salas de usos diversos. No térreo, está instalada a área técnica e alguns banheiros. Já no primeiro pavimento, situam-se: um espaço de exposição para arqueologia, que abriga alguns achados do Cais do Valongo; uma biblioteca com acervo qualificado nas temáticas africana e afro-brasileira; uma livraria especializada; um minicentro de convenções; e a administração do CCJB. O espaço possui uso múltiplo, abrigando atividades tanto acadêmicas quanto pedagógicas e artístico-culturais referentes à influência africana na formação social brasileira. Abriga uma exposição permanente de objetos encontrados durante as escavações e obras no âmbito da Porto Maravilha. Pulseiras, cachimbos e amuletos são alguns dos objetos expostos. O centro recebeu esse seu em homenagem a José Bonifácio de Andrada e Silva, que foi um naturalista, estadista e poeta brasileiro. José Bonifácio foi uma pessoa decisiva para a consolidação da Independência do Brasil, e por isso é conhecido pelo epíteto de "Patriarca da Independência".

Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos
Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos

O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN) é um instituto brasileiro sediado na cidade do Rio de Janeiro. Sua sede localiza-se em uma residência situada na Rua Pedro Ernesto. O IPN tem como objetivo estimular e promover a construção de memórias a fim de valorizar o patrimônio cultural referente à cultura africana e afro-brasileira e promover a reflexão sobre a escravidão e a igualdade racial no Brasil. É responsável pela gestão do Cemitério dos Pretos Novos e do Memorial dos Pretos Novos. O instituto foi criado em 13 de maio de 2005, 9 anos após o achado arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos, ocorrido no dia 8 de janeiro de 1996. Os proprietários da sede do instituto, o casal Guimarães, resolveram reformar o imóvel do qual são donos e, ao sondar o solo para as obras, encontraram fragmentos de ossos humanos misturados a vestígios de cerâmica, vidro e ferro, entre outros. A descoberta foi comunicada aos órgãos responsáveis, que enviaram ao local equipes de profissionais que confirmaram a existência de um sítio arqueológico de grande importância histórica. A sede do IPN dispõe de uma biblioteca especializada na temática africana e afro-brasileira, bem como de uma galeria de arte contemporânea. São oferecidos diversos cursos e oficinas no instituto, voltados tanto para professores quanto para moradores da região e ao público em geral. Atualmente, o Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos corre o risco de encerrar as suas atividades por falta de verbas para custear despesas básicas de funcionamento. O aporte que garantia tais verbas, firmado em 2013, terminou em março de 2017 e não foi renovado. O instituto recebeu esse nome por homenagear os Pretos Novos. Pretos Novos era o nome dado aos escravos recém-chegados ao Rio de Janeiro pelo Cais do Valongo e que eram negociados no mercado de vendas de escravizados.

Passeio Ernesto Nazareth
Passeio Ernesto Nazareth

O Passeio Ernesto Nazareth é um calçadão situado no bairro do Santo Cristo, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Com uma área de 6 mil m², localiza-se no quarteirão formado pelas avenidas Professor Pereira Reis e Cidade de Lima, pela Rua Cordeiro da Graça e pela Via Binário do Porto, onde antes era uma via-férrea. O calçadão, que conta com plantas nativas da Mata Atlântica, foi inaugurado em 3 de dezembro de 2016. Seu projeto de arquitetura e paisagismo foi assinado pelo arquiteto Sérgio Santana. Originalmente, pretendia-se expor no local alguns objetos encontrados em escavações na Região Portuária do Rio de Janeiro, como âncoras de navios. No dia 9 de dezembro de 2017, o espaço público passou a contar com mobiliário urbano feito com plástico reciclado. O conjunto, composto por um banco com duas mesas, um lounge com mesinhas e cadeiras e uma cobertura, foi projetado por cerca de 20 estudantes de design, desenho industrial e arquitetura das seguintes universidades fluminenses: PUC-Rio, UERJ, UFF e UFRJ. Em outubro de 2021, o Passeio Ernesto Nazareth recebeu 18 murais de graffiti de diversos temas nas fachadas ao longo de sua extensão, somando uma área de mais de 11 mil m². Os murais foram feitos a fim de compor o Distrito de Arte do Porto, um polo de arte e entretenimento que visa se tornar a maior galeria de arte urbana a céu aberto da América Latina. O projeto foi idealizado pelo Núcleo de Ativação Urbana (NAU). A escolha do nome do calçadão foi feita através de uma votação online, promovida pelo espaço multiuso Rua City Lab em parceria com o empreendimento Novocais do Porto, o escritório Arca Urbana/Impact Hub e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), onde o nome Passeio Ernesto Nazareth foi escolhido por 64,63% dos internautas. Ernesto Nazareth, nascido em uma casa no Morro do Pinto no dia 20 de março de 1863, é considerado um dos grandes nomes do maxixe, sendo hoje um dos compositores brasileiros mais estudados, gravados e interpretados internacionalmente. Os outros nomes finalistas da votação foram: Passeio do Cais, Parque Gentileza, Parque do Reencontro e Parque do Cais.

Parque Machado de Assis
Parque Machado de Assis

O Parque Machado de Assis é um parque urbano situado no bairro do Santo Cristo, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Com 21.850 m² de área, o parque localiza-se no alto do Morro do Pinto. Em seu interior situa-se o Reservatório do Morro do Pinto, o terceiro maior reservatório da cidade do Rio de Janeiro, que possui capacidade de armazenar até 15 mil m³ de água. O parque foi reinaugurado no dia 1º de dezembro de 2013 após 17 meses fechado por conta das obras de construção do Reservatório do Morro do Pinto. A revitalização do parque foi feita no âmbito do Porto Maravilha, uma operação urbana que visa revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro. Atualmente, o espaço conta com: uma quadra poliesportiva; um campo de futebol soçaite; uma pista para caminhada e corrida; brinquedos para crianças; uma academia de ginástica para terceira idade; uma pérgola; uma churrasqueira comunitária; um espaço para piqueniques; dois mirantes; e banheiros. Estima-se que cerca de 12 mil moradores do Morro do Pinto e das redondezas usufruam do espaço. Em 28 de fevereiro de 2015, o parque foi promovido a Vila Olímpica, a 21ª da cidade do Rio de Janeiro, passando a contar com atividades regulares de esporte e lazer. As modalidades oferecidas pela vila olímpica são: futebol, futsal, vôlei, handebol, badminton, ginástica rítmica e localizada, atletismo, caminhada orientada, atividades motoras e coordenadas, circuito e dança. O espaço recebeu o nome Parque Machado de Assis por homenagear Machado de Assis, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Entre os principais romances do escritor, estão: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e Esaú e Jacó.

Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana
Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana

O Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana é um conjunto de pontos históricos e de memória, localizados entre os bairros da Gamboa e da Saúde, na Zona Portuária da cidade do Rio de Janeiro. Foi criado com o objetivo de integrar os sítios arqueológicos existentes na área e instituições de valorização e preservação da memória e do patrimônio afro-brasileiro. A iniciativa visa, também, promover a segurança e a conservação do patrimônio arqueológico em questão. Foi criado no dia 29 de novembro de 2011 por meio do Decreto Municipal Nº 34.803, elaborado pelo então prefeito carioca Eduardo Paes. O circuito foi criado devido à importância histórica e cultural dos remanescentes revelados pelas pesquisas arqueológicas executadas na região, motivadas principalmente pelas obras no âmbito do Porto Maravilha. O mesmo decreto de 2011 também instituiu o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, coordenado pelo Subsecretário do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design do Gabinete do Prefeito. O grupo de trabalho teve o objetivo de construir coletivamente diretrizes para a implementação de políticas de valorização da memória e da proteção do patrimônio cultural da região. O grupo também ficou encarregado de apresentar, em 30 dias, o recorte conceitual, histórico-cultural, de abrangência do circuito e sua delimitação territorial.