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Estação Campanhã (Metro do Porto)

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Campanha 20120829
Campanha 20120829

Campanhã é uma estação do Metro do Porto situada na Estação Ferroviária de Porto-Campanhã no Porto.

Excerto do artigo da Wikipédia Estação Campanhã (Metro do Porto) (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Estação Campanhã (Metro do Porto)
Passagem Inferior Pedonal - Norte, Porto Campanhã

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 41.15083 ° E -8.58556 °
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Endereço

Cais 2

Passagem Inferior Pedonal - Norte
4300-273 Porto, Campanhã
Portugal
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Campanha 20120829
Campanha 20120829
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Lugares próximos

Parque de São Roque
Parque de São Roque

O Parque de São Roque ou Quinta da Lameira tem mais de 4 hectares de área e foi adquirido pela Câmara Municipal do Porto em 1979 à família Cálem. A área que corresponde actualmente ao Parque foi em tempos Quinta da Lameira a qual teve origem na divisão da Quinta da Bela-Vista. A abertura como jardim ao público fez-se em 20 de Julho de 1979 e tornou-se desde então um autêntico pulmão da zona oriental da cidade do Porto. Nessa altura foram instaladas no Parque vária peças escultóricas e foi também colocada uma capela até então existente no Largo Actor Dias. O seu arranjo é em patamares, com um ambiente característico dum jardim romântico, com recantos, um chafariz em ferro forjado, um lago, zonas mais sombrias, um miradouro circular, um lago em gruta. Conta também com pequenas construções graníticas, outrora casa de trabalho agora adaptadas a novas funções. Na zona superior tem uma mata de eucaliptos frondosa e fresca. O seu ex-libris é um excelente e lindo labirinto construído por sebes (Buxus sempervirens), que visto de um plano superior lhe conferem um excelente efeito paisagístico. Os seus patamares vão desde a Travessa das Antas, onde também tem uma entrada, até á Rua de São Roque da Lameira, local onde fica a antiga casa apalaçada datada de 1792. Na casa apalaçada funcionou em tempos o Gabinete de Planeamento Urbanístico da Câmara Municipal do Porto. No seu interior ainda se pode observar algum do espólio original. Destacam-se os tectos ricamente decorados, as portas, o espelho da entrada, etc. (ver ligações externas). Depois de estar degradada e num triste estado de abandono foi restaurada, abrindo ao público em outubro de 2019 como centro de exposições de arte contemporânea.

Quinta da Revolta
Quinta da Revolta

A Quinta da Revolta ou Horto do Freixo é uma quinta localizada em Campanhã, na cidade do Porto, em Portugal. Sobranceira ao rio Tinto que corre através das suas terras, na zona do Freixo, a Quinta da Revolta foi construída entre os séculos XVII e XVIII e deve o seu curioso nome a uma eventual revolta ocorrida ali por perto naquela época. A Quinta, como muitas outras na zona, era a casa de veraneio de uma das grandes famílias do Porto, os Viscondes de Balsemão, donos de um magnífico palácio no centro da cidade. Em 1851, os viscondes aforaram a propriedade ao irmão, José Alvo Pinto de Sousa Coutinho de Balsemão, para mais tarde a venderem ao capitalista portuense José Duarte de Oliveira. Por sua vez, em 1918, foi comprada por Alfredo Moreira da Silva, horticultor, em cuja família permanece ainda hoje. A casa da quinta é de dois pisos, planta em "L", envolvida por jardins de buxo e com a capela pegada à casa. O acesso ao pátio da quinta é feito por um portão encimado pela pedra de armas dos Viscondes de Balsemão (Alvo, Brandão e Azevedo, com coroa de visconde). A casa é simples, modesta, embora de grandes dimensões. Na capela, consagrada a Nossa Senhora da Conceição, destacam-se os elementos azulejares do interior. Hoje funciona na propriedade o Horto do Freixo, que mantém a tradição e a memória do ilustre horticultor que comprou a propriedade. É dos melhores hortos da cidade, um nome a ter em conta para quem se interesse por jardinagem. Mas, segundo notícias vindas a público, a criação do Parque Oriental da Cidade, no vale dos rios Tinto e Torto, irá integrar a Quinta da Revolta, como estalagem privada integrada na nova zona verde. Mas tais ideias encontram-se ainda, neste momento, no papel.