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Estação Ferroviária de Porto-Campanhã

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Fachada Frontal da Estação da Campanhã
Fachada Frontal da Estação da Campanhã

A Estação Ferroviária de Porto - Campanhã, originalmente denominada apenas de Porto e anteriormente de Pinheiro, é uma interface das linhas do Norte e Minho, situada na freguesia de Campanhã, e que serve a cidade do Porto, em Portugal. É considerada a principal estação ferroviária no Norte do país. Foi inaugurada em 21 de Maio de 1875, tendo sido desde o princípio um importante núcleo ferroviário, tanto no movimento de mercadorias e passageiros, como na gestão ferroviária e na manutenção de material circulante. Porém, a sua localização afastada em relação ao centro do Porto criou problemas de acesso, que só foram resolvidos com a inauguração da Estação de São Bento, em 1896. Na década de 1900, entrou ao serviço a estação de Contumil, que também funcionava como um grande centro de manutenção e gestão de material circulante, aliviando as oficinas de Campanhã, que não tinham já capacidade suficiente para essa função, nem espaço suficiente para se expandirem. Ao longo do século XX, a estação conheceu várias obras de modernização, incluindo a remodelação dos sistemas de sinalização e controlo de tráfego e a instalação de iluminação eléctrica na década de 1930, a electrificação da via férrea na década de 1960, e a expansão e reorganização do complexo na década de 1990.

Excerto do artigo da Wikipédia Estação Ferroviária de Porto-Campanhã (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Estação Ferroviária de Porto-Campanhã
Largo da Estação, Porto Campanhã

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 41.148806 ° E -8.5854028 °
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Endereço

Largo da Estação
4300-173 Porto, Campanhã
Portugal
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Fachada Frontal da Estação da Campanhã
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Quinta da Revolta
Quinta da Revolta

A Quinta da Revolta ou Horto do Freixo é uma quinta localizada em Campanhã, na cidade do Porto, em Portugal. Sobranceira ao rio Tinto que corre através das suas terras, na zona do Freixo, a Quinta da Revolta foi construída entre os séculos XVII e XVIII e deve o seu curioso nome a uma eventual revolta ocorrida ali por perto naquela época. A Quinta, como muitas outras na zona, era a casa de veraneio de uma das grandes famílias do Porto, os Viscondes de Balsemão, donos de um magnífico palácio no centro da cidade. Em 1851, os viscondes aforaram a propriedade ao irmão, José Alvo Pinto de Sousa Coutinho de Balsemão, para mais tarde a venderem ao capitalista portuense José Duarte de Oliveira. Por sua vez, em 1918, foi comprada por Alfredo Moreira da Silva, horticultor, em cuja família permanece ainda hoje. A casa da quinta é de dois pisos, planta em "L", envolvida por jardins de buxo e com a capela pegada à casa. O acesso ao pátio da quinta é feito por um portão encimado pela pedra de armas dos Viscondes de Balsemão (Alvo, Brandão e Azevedo, com coroa de visconde). A casa é simples, modesta, embora de grandes dimensões. Na capela, consagrada a Nossa Senhora da Conceição, destacam-se os elementos azulejares do interior. Hoje funciona na propriedade o Horto do Freixo, que mantém a tradição e a memória do ilustre horticultor que comprou a propriedade. É dos melhores hortos da cidade, um nome a ter em conta para quem se interesse por jardinagem. Mas, segundo notícias vindas a público, a criação do Parque Oriental da Cidade, no vale dos rios Tinto e Torto, irá integrar a Quinta da Revolta, como estalagem privada integrada na nova zona verde. Mas tais ideias encontram-se ainda, neste momento, no papel.