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Villa Romana de Miroiços

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Imóveis de interesse público no distrito de LisboaPatrimónio edificado em CascaisSítios arqueológicos romanos classificados como imóvel de interesse público em PortugalSítios arqueológicos romanos no distrito de LisboaVillas da Lusitânia

A Villa Romana de Miroiços localiza-se no planalto a sul do Alto do Barril, na urbanização do Abano, a sudoeste da Malveira da Serra, no município de Cascais. O local foi descrito em 1895 por José Leite de Vasconcelos, referindo grandes quantidades de lajes (imbrices e tegulae) no local, bem como os alicerces de um edifício. Os achados nela encontrados, consistindo de restos de talhe em sílex, sugerem a ocupação pré-histórica do local e que este terá sido também ocupado na Antiguidade Tardia, consistindo provavelmente de um espaço habitacional relacionado com a atividade agrícola. O Decreto n.º 5/2002, de 19 de Fevereiro, classifica o local como Imóvel de Interesse Público.

Excerto do artigo da Wikipédia Villa Romana de Miroiços (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 38.746388888889 ° E -9.4538888888889 °
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Endereço

Villa Romana de Miroiços

EN 247
2755-296 (Alcabideche)
Portugal
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linkWikiData (Q56346367)
linkOpenStreetMap (850217420)

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Cascais
Cascais

Cascais é uma vila portuguesa da sub-região da Área Metropolitana de Lisboa, pertencendo à região com o mesmo nome e ao distrito de Lisboa, com 64 310 habitantes (2021) no seu perímetro urbano. É sede do município de Cascais, com uma área total de 97,4 km2 e 214 158 habitantes (2021), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Sintra, a leste pelo município de Oeiras e a sul e a oeste pelo Oceano Atlântico. A sua origem enquanto entidade independente data da Carta da Vila, de 7 de junho de 1364, na qual o Rei D. Pedro I de Portugal a separava do termo de Sintra em virtude do seu desenvolvimento económico. Administrativamente, apenas se torna independente em 1514, data em que é provida de um foral próprio. Ocupado desde o Paleolítico, e com um importante património arqueológico, o município esteve desde cedo voltado para a produção agrícola, pesqueira e para a extração de recursos. Também a sua posição estratégica na Barra do Tejo contribuiu para a sua importância, dispondo hoje de um vasto património arquitetónico militar. Pelos seus valores naturais e paisagísticos, tanto a vila como o município conheceram um surto de popularidade que a viram tornar-se no destino preferido das elites portuguesas e estrangeiras a partir do século XIX. A chegada e eletrificação do caminho de ferro foram transcendentais para o progresso do município, sendo o principal fator para a sua urbanização a partir de 1930. A parir daí, cresce até se afirmar como um dos principais subúrbios de Lisboa e um dos principais destinos turísticos do país, partilhando dos fenómenos de suburbanização e periurbanização que se foram dando na restante área metropolitana, evidentes sobretudo no interior do município.