place

Cemitério Turco de Berlim

!Artigos que utilizam P17!Artigos que utilizam P18!Páginas com mapasCemitérios de Berlim
Sehitlik Eingang
Sehitlik Eingang

O Cemitério Turco de Berlim (em alemão: Türkischer Friedhof Berlin) foi inaugurado em 1863, sendo o mais antigo cemitério islamita da Alemanha. Atualmente tem um lado fronteiriço ao cemitério Friedhof Columbiadamm, localizado no bairro Berlin-Neukölln.

Excerto do artigo da Wikipédia Cemitério Turco de Berlim (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Cemitério Turco de Berlim
Columbiadamm, Berlim Neukölln

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
placeMostrar no mapa

Wikipedia: Cemitério Turco de BerlimContinuar a ler na Wikipédia

Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 52.481388888889 ° E 13.409444444444 °
placeMostrar no mapa

Endereço

Şehitlik-Moschee

Columbiadamm 128
10965 Berlim, Neukölln
Alemanha
mapAbrir no Google Maps

Sehitlik Eingang
Sehitlik Eingang
Partilhar experiência

Lugares próximos

Checkpoint Charlie
Checkpoint Charlie

Checkpoint Charlie foi um posto militar entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental durante a Guerra Fria. Havia dois outros postos militares localizados na direção ocidental da auto-estrada (Autobahn) onde se localizava o Checkpoint Charlie: o Checkpoint Alpha, em Helmstedt, e o Checkpoint Bravo em Dreilinden, no sudoeste de Wannsee, cada nome indicando uma letra do alfabeto (Alpha a letra A, Bravo a letra B e Charlie a letra C) de acordo com o alfabeto fonético da OTAN. Havia muitos outros postos militares em Berlim. Alguns foram entregues para moradores da parte ocidental. O Checkpoint Charlie foi assim denominado pelos Aliados e projetado como um simples posto militar para passagem de estrangeiros e membros das Forças Aliadas na Alemanha Ocidental para a Alemanha Oriental. Os membros das forças Aliadas não tinham permissão para utilizar outra passagem designada para estrangeiros, como a estação de trem Friedrichstraße. Checkpoint Charlie se localiza entre 2 bares famosos. Os Soviéticos simplesmente o chamavam de Posto de Passagem de Friedrichstraße. [carece de fontes?]. Os Alemães Orientais referiam ao Checkpoint Charlie oficialmente como Grenzübergangsstelle ("Posto de Passagem da Fronteira") Friedrich-/Zimmerstraße. O Checkpoint Charlie se tornou um símbolo da Guerra Fria, representando a separação do leste e oeste, e — para alguns alemães orientais — uma estrada para a liberdade. É frequentemente exibida em filmes e livros de espiões, como os escritos por John le Carré. Um famoso café e ponto de observação dos oficiais aliados, forças armadas e outros visitantes, o Cafe Adler ("Cafe Águia"), está situado exatamente no checkpoint. Era um excelente ponto de observação da Berlim Oriental, enquanto se degustava algo para beber ou comer. O checkpoint era curiosamente assimétrico. Durante seus 27 anos de atividade, a infraestrutura do lado oriental foi expandida, não apenas para incluir o muro, torre de observação e barreiras em ziguezague, mas também várias ruas onde carros e seus ocupantes eram revistados. Entretanto, as autoridades americanas, talvez por não imaginarem que aquela divisão fosse mais do que algo temporário, nunca construiu prédios permanentes, erguendo apenas cabines de madeira, os quais foram substituídos em 1980 por estruturas metálicas (exibidos hoje no Museu Aliado na Berlim Ocidental). Após a reunificação, uma reprodução dessas cabines de madeira foi recolocada no local onde ficava a cabine original.

Batalha aérea de Berlim
Batalha aérea de Berlim

A Batalha aérea de Berlim (novembro de 1943 a março de 1944) foi uma série de ataques a Berlim pelo Comando de Bombardeiros da RAF, juntamente com ataques a outras cidades alemãs para manter as defesas alemãs dispersas. O Marechal do Ar Sir Arthur Harris, Comando de Bombardeiros do AOC-in-C (Air Officer Commanding-in-Chief), acreditava que "Podemos destruir Berlim de ponta a ponta se a USAAF vier connosco. Custará entre 400 e 500 aviões. Vai custar a guerra à Alemanha". Harris poderia esperar cerca de 800 bombardeiros pesados ​​em serviço para cada ataque, equipados com novos e sofisticados dispositivos de navegação, como o radar H2S. A USAAF, tendo recentemente perdido muitas aeronaves em ataques a Schweinfurt, não participou. A Força Principal do Comando de Bombardeiros atacou Berlim dezesseis vezes, mas falhou em seu objetivo de infligir uma derrota decisiva à Alemanha. A Royal Air Force perdeu mais de 7 000 tripulantes e 1 047 bombardeiros, 5,1 por cento das surtidas realizadas; 1 682 aeronaves foram danificadas ou baixadas. Em 30 de março de 1944, o Comando de Bombardeiros atacou Nuremberga com 795 aeronaves, 94 das quais foram abatidas e 71 danificadas. A Luftwaffe registrou a perda de 256 caças noturnos de novembro de 1943 a março de 1944. A Luftwaffe retaliou com Unternehmen Steinbock (Operação Capricórnio) contra Londres e outras cidades britânicas de janeiro a maio de 1944. A Luftwaffe conseguiu acumular 524 bombardeiros, mas Steinbock causou poucos danos pela perda de 329 aeronaves, uma maior porcentagem de perda por ataque e no geral do que que sofreu pelo Comando de Bombardeiros sobre a Alemanha. Houve muitos outros ataques aéreos a Berlim pela RAF, a Oitava Força Aérea da USAAF e bombardeiros soviéticos. A RAF foi concedida uma honra de batalha pelo bombardeio de Berlim por aeronaves do Comando de Bombardeiros de 1940 a 1945.