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Brixton

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Brixton high street
Brixton high street

Brixton é um distrito de Londres, no borough de Lambeth. É capital não-oficial da comunidade britânica de afro-caribenhos. Atualmente, os moradores de Brixton são de origem variada, indo desde pessoas que residem no local há gerações até recém-chegados atraídos por novos projetos de reurbanização. Brixton é uma comunidade multiétnica, com cerca de 24% da população composta de descendentes de africanos ou caribenhos. Geograficamente, Brixton está situada ao sul de Londres, e parte do borough de Lambeth. Faz divisa com Stockwell, Clapham Common, Streatham, Camberwell, Tulse Hill e Herne Hill.

Excerto do artigo da Wikipédia Brixton (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Brixton
Brixton Hill, Grande Londres Brixton (London Borough of Lambeth)

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 51.4575 ° E -0.1175 °
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Endereço

Brixton Hill

Brixton Hill
SW2 5EH Grande Londres, Brixton (London Borough of Lambeth)
Inglaterra, Reino Unido
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Brixton high street
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Lugares próximos

MI6
MI6

O Secret Intelligence Service, SIS, comumente conhecido como MI6 (Military Intelligence, Section 6), (em português: Serviço Secreto de Inteligência), é o serviço de inteligência estrangeira do Reino Unido, encarregado principalmente da coleta e análise secreta de inteligência humana no exterior (HUMINT), em apoio à segurança nacional do Reino Unido. O SIS é uma das agências de inteligência britânicas e o Chefe do Serviço Secreto de Inteligência ("C") responde diretamente perante o Ministro das Relações Exteriores. Formada em 1909 como a seção estrangeira do Secret Service Bureau, a seção cresceu muito durante a Primeira Guerra Mundial, adotando oficialmente seu nome atual por volta de 1920. O nome "MI6" (que significa Military Intelligence, Section 6) originou-se como um rótulo conveniente durante a Segunda Guerra Mundial, quando o SIS era conhecido por muitos nomes. Ainda é comumente usado hoje. A existência do SIS não foi oficialmente reconhecida até 1994. Naquele ano, a Intelligence Services Act 1994 (ISA) foi apresentado ao Parlamento do Reino Unido, para colocar a organização em uma base estatutária pela primeira vez. Fornece a base jurídica para as suas operações. Hoje, o SIS está sujeito à supervisão pública do Investigatory Powers Tribunal e da Intelligence and Security Committee of Parliament. As funções prioritárias declaradas do SIS são o combate ao terrorismo, a contra-proliferação, fornecer informações em apoio à segurança cibernética e apoiar a estabilidade no exterior para desmantelar o terrorismo e outras atividades criminosas. Ao contrário das suas principais agências irmãs, o Security Service (MI5) e o Government Communications Headquarters (GCHQ), o SIS trabalha exclusivamente na recolha de informações estrangeiras; a ISA permite-lhe realizar operações apenas contra pessoas fora das Ilhas Britânicas. Algumas das ações do SIS desde a década de 2000 suscitaram controvérsia significativa, como a sua alegada cumplicidade em atos de técnicas aprimoradas de interrogatório e entregas extraordinárias. Desde 1994, a sede do SIS está localizada no SIS Building em Londres, na margem sul do Rio Tâmisa.

Usina Termelétrica de Battersea
Usina Termelétrica de Battersea

A Usina Termelétrica de Battersea é uma usina de energia eléctrica desactivada que usava carvão como sua principal matéria prima. Ela está localizada na margem sul do Rio Tâmisa, em Battersea, distrito central do sudoeste de Londres. Ele é formada por duas usinas de energia individuais, construídas em duas alturas diferentes na forma de um prédio único. A Usina Termo-eléctrica de Bettersea A foi construída na década de 1930, e a Usina Termo-eléctrica de Battersea B ao oeste na década de 1950. As duas usinas foram construídas com desenho idêntico, criando a disposição conhecida com as quatro chaminés. A usina parou de gerar energia em 1983, porém nos últimos 50 anos virou uma das atrações turísticas mais famosas de Londres. A fama da usina se deve muito às suas aparições na cultura popular, o que inclui uma filmagem para o filme Help!, da banda The Beatles, para o videoclipe da canção "You've Got Another Thing Comin' ", da banda Judas Priest, e a capa do álbum Animals, da banda Pink Floyd. Além disso, uma fotografia da sala de controle da usina foi usada como capa do álbum Quark, Strangeness and Charm, da banda Hawkwind. Desde o encerramento da usina o local permaneceu sem uso, com vários planos de re-desenvolvimento sendo criados sem sucesso por vários donos. O local é atualmente uma propriedade da companhia de administradores irlandeses Real Estate Oportunities (REO), que o comprou em novembro de 2006 por 400 milhões de libras esterlinas. Em novembro de 2010, a REO recebeu permissão para reformar a usina para uso público e construir 3.400 casas no local. Porém, esse plano não foi levado adiante porque as dívidas da REO foram cobradas por seus credores, bancos do Reino Unido e Irlanda.

Metropolitano de Londres
Metropolitano de Londres

O Metropolitano de Londres, também conhecido como Metro de Londres (português europeu) ou Metrô de Londres (português brasileiro), ou no seu nome original London Underground, conhecido ainda por The Tube, Tube, The Underground ou Underground, é um sistema de metropolitano que serve grande parte da Grande Londres e as áreas vizinhas de Essex, Hertfordshire e Buckinghamshire no Reino Unido, e constitui o sistema de metropolitano mais antigo e extenso do mundo. Foi também a primeira rede de metropolitano a operar com trens ou comboios elétricos. É geralmente referido como the Underground ou the Tube — um termo mais recente, devido à forma dos túneis do metrô, em forma de tubo — porém, cerca de 55% da rede do metropolitano é à superfície (apesar de o próprio nome do metropolitano ser Underground, que significa subterrâneo). Entrou em operação no dia 10 de janeiro de 1863 com a Metropolitan Railway, de onde surgiu o termo "metro" (a maior parte dessa rota inicial é agora parte da Hammersmith & City line e uma parte dessa rota é parte da Metropolitan Line), e em 1890, começaram as primeiras operações com trens ou comboios eléctricos. As primeiras linhas da presente rede do Metropolitano de Londres, que foram construídas por várias empresas privadas, tornaram-se parte de um sistema de transporte integrado (que inclui também as principais linhas ferroviárias) em 1933 com a criação do London Passenger Transport Board (LPTB - Transporte de Passageiros de Londres em português), mais habitualmente conhecido pelo seu nome mais curto: "London Transport". O sistema de metropolitano londrino tornou-se uma entidade independente quando a London Underground Limited (LUL) foi formada pelo Governo do Reino Unido em 1985. Desde 2003, a LUL tem sido uma subsidiária integral da Transport for London (TfL), a corporação responsável pela maioria dos aspectos do sistema de transportes que serve a Grande Londres, que é dirigida por um quadro e um comissário, escolhidos pelo Prefeito de Londres. O Metropolitano de Londres tem 272 estações e aproximadamente 400 km (250 milhas) de caminhos de ferro ou trilhos; no entanto, há quem diga que tem 408 km (253 milhas) de comprimento, fazendo deste o maior sistema de metropolitano pelo comprimento da sua rota, e um dos mais servidos em termos de estações. Há, no entanto, um grande número de antigas estações e túneis que hoje em dia estão fechados. Em 2007, mais de um mil milhões de viagens foram efetuadas, por um número recorde de passageiros. De lembrar que, o seu recorde anterior era de 976 milhões de passageiros, numa média de 2,67 milhões de usuários por dia, em 2004 e 2005. A estação mais utilizada de todo o sistema de metropolitano é a Estação de King's Cross St Pancras. O Metropolitano de Londres fez história durante a Segunda Guerra Mundial, quando praticamente todos os cidadãos londrinos se refugiaram nos seus túneis durante os bombardeamentos alemães da Batalha da Inglaterra. Ao se esconderem nos túneis, os cidadãos conseguiram escapar a uma morte certa caso tivessem ficado à superfície (mesmo que fosse nas suas casas). O Mapa do Metropolitano de Londres, que é mostrado geralmente na sua versão não-geográfica e com as suas linhas desenhadas através de um sistema de código colorido, é considerado um marco do Metropolitano de Londres e um design clássico. Muitos outros mapas de transportes foram influenciados por este. Outro marco do Sistema de Metropolitano Londrino é o anúncio Mind the Gap, que serve para avisar os passageiros para terem cuidado entre o espaço deixado entre as carruagens do metropolitano e a plataforma das estações. Até 2025 estão previstos grandes investimentos no sistema de metropolitano londrino, entre os quais destacam-se a construção de uma nova linha, a expansão de outras e a reabilitação da maior parte da infraestrutura do metro. Até lá, também a frota de veículos será totalmente substituída, de forma a tornar o Metropolitano de Londres um dos mais modernos do mundo, em conforto, segurança, serviços, etc. Com estas transformações, o metropolitano continuará a ser o maior do Mundo.