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Edifício Avenida Central

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Arranha-céus da cidade do Rio de JaneiroArranha-céus entre 100 e 149 metrosAvenida Rio Branco (Rio de Janeiro)Centro (Rio de Janeiro)Fundações no Rio de Janeiro em 1961Largo da Carioca
Edifício Avenida Central no Largo da Carioca
Edifício Avenida Central no Largo da Carioca

Edifício Avenida Central é um importante edifício localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, entre a avenida Rio Branco e o Largo da Carioca, projetado pelo arquiteto Henrique Mindlin.

Excerto do artigo da Wikipédia Edifício Avenida Central (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Edifício Avenida Central
Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro Centro

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -22.907 ° E -43.1774 °
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Endereço

Avenida Rio Branco 156
20043-900 Rio de Janeiro, Centro
Rio de Janeiro, Brasil
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Edifício Avenida Central no Largo da Carioca
Edifício Avenida Central no Largo da Carioca
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Lugares próximos

Petrobras
Petrobras

Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras; pronunciado Petrobrás) é uma empresa de capital aberto, cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil (União), sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. Com sede no Rio de Janeiro, opera atualmente em seis países, no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados. O seu lema atual é "O Brasil é a nossa energia”. A visão atual, de 2026, é “ser a melhor empresa diversificada e integrada de energia na geração de valor, construindo um mundo mais sustentável, conciliando o foco em óleo e gás com a diversificação em negócios de baixo carbono (inclusive produtos petroquímicos, fertilizantes e biocombustíveis), sustentabilidade, segurança, respeito ao meio ambiente e atenção total às pessoas". Em 2024, a Forbes Global 2000 classificou a Petrobras como a quinquagésima quarta maior empresa pública do mundo. Entre as brasileiras, é a maior. A empresa foi instituída em 3 de outubro de 1953 e deixou de monopolizar a indústria petroleira no Brasil em 1997, mas continua a ser uma importante produtora do produto, com uma produção diária de mais de 3 milhões de barris. A multinacional é proprietária de refinarias, petroleiros, dutos e terminais. A Petrobras é líder mundial no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. A Petrobras estava, em 2025, em nono lugar na classificação das maiores petrolíferas de capital aberto do mundo. Em valor de mercado, foi a segunda maior empresa do continente latino-americano no ano de 2025, segundo a Elos Ayta Consultoria. Em setembro de 2010, passou a ser a segunda maior empresa de energia do mundo, sempre em termos de valor de mercado, segundo dados da Bloomberg e da Agência Brasil. Em setembro de 2010, a empresa ficou conhecida internacionalmente por efetuar a maior capitalização em capital aberto da história: 72,8 bilhões de dólares (a época 127,4 bilhões de reais), praticamente o dobro do recorde até então, que era da Nippon Telegraph and Telephone (NTT), com 36,8 bilhões de dólares capitalizados em novembro de 1987. Em 2014, no entanto, a Petrobras teve um prejuízo de 21,587 bilhões de reais, o maior desde 1986 e o primeiro da empresa desde 1991. A perda de dinheiro causada pela corrupção entre 2004 e 2012 foi estimada em 6,194 bilhões de reais. Em 2015, a Petrobras registrou um prejuízo de 34,8 bilhões de reais, em decorrência da queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional, da crise econômica no país, e da crise referente à Operação Lava Jato, que fez com que a empresa suspendesse seus investimentos, o que atingiu a rede de fornecedores de serviços e equipamentos. A Petrobras é responsável por 0,77% da emissão de gases efeito estufa na indústria no período entre 1988 até 2015 e, portanto, um dos maiores responsáveis para as mudanças climáticas que causam "riscos à saúde, aos meios de subsistência, à segurança alimentar, ao suprimento de água e ao crescimento econômico."

Edifício Gustavo Capanema
Edifício Gustavo Capanema

Atual Edifício Gustavo Capanema ou Palácio Capanema (também largamente conhecido pelo seu uso original, o Ministério da Educação e Saúde, ou ainda como MES) é um edifício público localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, à rua da Imprensa, número 16. O edifício é considerado um marco no estabelecimento da Arquitetura moderna brasileira, tendo sido projetado por uma equipe composta por Lúcio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernâni Vasconcelos e Jorge Machado Moreira, com a consultoria do arquiteto franco-suíço Le Corbusier. O projeto do edifício, desta forma, ensaia a utilização da arquitetura funcionalista de matriz corbuseana no país, além de introduzir novos elementos. Foi construído em um momento durante o qual o Estado tentava passar uma sensação de modernidade ao país, o que se refletiu tanto no projeto do edifício quanto no contexto histórico em que se insere. A construção ocorreu entre 1936 e 1945, e a obra foi entregue em 1947. A sua criação girou em torno de um antagonismo profundo de duas concepções políticas e culturais. O concurso arquitetônico foi originalmente vencido em 1935 pelo famoso arquiteto Archimedes Memoria, que era na ocasião um dos líderes nacionais da Ação Integralista Brasileira, com um projeto de inspiração clássica e art déco, misturada a um neocolonial nativista, de tipo marajoara. No entanto, o gabinete do Ministério de Educação, chefiado por Carlos Drummond de Andrade e composto por progressistas anti-integralistas, rejeitou, crendo que um integralista não poderia projetar o edifício que deveria ser um símbolo de uma nova era cultural no Brasil. Ele também foi acusado de se prender às tradições, enquanto o Ministério preferia uma mensagem de modernidade cultural. Mesmo pagando a Archimedes o valor do concurso, o Governo abriu então uma nova verba, de 100 contos (100 milhões de réis), para contratar o projeto de Lúcio Costa, que havia sido desclassificado pelos jurados na primeira prova. Archimedes Memória, na sequência, desiludido com a arquitetura, da qual era, até então, o protagonista no país, se recolheu a um mosteiro, onde ficou por seis meses. O resultado representou um marco na transição histórica da arquitetura brasileira e na construção da elite que dominaria as próximas décadas do cenário arquitetônico no Brasil. Após o edifício passar vários anos fechado, em 2019 se iniciaram obras de restauração com financiamento federal, através do programa Novo PAC. A reinauguração do edifício ocorreu em maio de 2025.