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Largo do Arouche

!Páginas com mapas!Páginas que utilizam a extensão KartographerLargo do AroucheRepública (distrito de São Paulo)
LgoArouche Placa
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O Largo do Arouche é uma praça tradicional da região central da cidade de São Paulo, considerada patrimônio cultural da cidade. É considerado um polo de diversidade, uma vez que é ocupado por grupos sociais LGBTQIAP+ desde a década de 1940, ocupação que resistiu à ditadura militar na luta pelo direito à diversidade sexual e de gênero. Situa-se no distrito da República, próximo à estação República do metrô. O local também é conhecido como Praça das Flores ou Mercado de Flores e abriga diversos floristas que se instalaram após a retirada das bancas existentes na Praça da República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira por volta de 1914. Durante os anos 1900 a praça abrigou a "Feira Livre do Arouche", a segunda da cidade, criada no contexto da crise do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e encerrada em 1954. O nome atual remete ao tenente-general José Arouche de Toledo Rendon, reconhecido por ser o primeiro diretor da Faculdade de Direito de São Paulo e do Jardim Botânico. Durante a história, foi renomeada diversas vezes e já foi chamado de Largo do Ouvidor, Largo da Artilharia e Praça Alexandre Herculano. A praça tornou-se nacionalmente conhecida em razão da sitcom Sai de Baixo, produzida pela TV Globo. A série, exibida entre 1996 e 2002, retratava situações humorísticas que tinham lugar em um edifício fictício localizado no Largo do Arouche.

Excerto do artigo da Wikipédia Largo do Arouche (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Largo do Arouche
Largo do Arouche, São Paulo Vila Buarque (República)

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N -23.54111 ° E -46.645 °
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Largo do Arouche

Largo do Arouche
01219-010 São Paulo, Vila Buarque (República)
São Paulo, Brasil
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Edifício Esther
Edifício Esther

O Edifício Esther é um prédio localizado na Praça da República, no centro de São Paulo, projetado pelos arquitetos Álvaro Vital Brazil (1909-1997), então com apenas vinte e seis anos, e Adhemar Marinho (1909-2000), em 1936 e inaugurado em 1938. Primeiro prédio moderno da cidade, o edifício é um marco da arquitetura moderna no Brasil e é considerado um dos mais conhecidos e importantes edifícios de São Paulo. Pioneiro no uso misto — combinação de unidades residenciais e comerciais na mesma torre — possui onze andares e dez mil metros quadrados de área construída, abrigando cento e três escritórios, apartamentos simples e duplex e um restaurante em seu terraço. Seu projeto era muito peculiar, tinha a proposta de associar a vizinhança da Praça da República com os centros comerciais, previa lojas, escritórios e unidades habitacionais de diversos tipos. Possuía características muito originais, como o primeiro prédio de grande porte construído em São Paulo com uma estrutura independente. O Edifício Esther, construído nos anos 1930, era composto de salas comerciais de diferentes tamanhos, capazes de abrigar diferentes profissionais de carreiras distintas e salas que pudessem também acomodar o escritório da Usina de Açúcar Esther, contabilidade e salas de superintendência, diretoria, presidência e sala de reuniões. Havia também apartamentos que ocupavam os demais andares do edifício, com no máximo dez pavimentos. Mário de Andrade, eventualmente, em um artigo para O Estado de São Paulo, retrata o edifício como um dos grandes exemplos da nova arquitetura em desenvolvimento no Brasil em confrontação ao neocolonial, no ano de 1943.

Edifício Itália

O Edifício Itália, cujo nome oficial é Circolo Italiano, localizado na Avenida Ipiranga, número 344, é o quarto maior prédio da cidade de São Paulo e um dos maiores do Brasil, com 165 metros metros de altura a partir do nível da rua (151 metros no deck de observação), distribuídos em 46 andares e dezenove elevadores. Inaugurado em 1965, é atualmente um dos marcos da cidade, protegido pelo Patrimônio Histórico por ser um dos maiores exemplos da arquitetura verticalizada brasileira. A construção do Itália foi permitida pelas autoridades municipais apenas por se localizar em um dos pontos focais de São Paulo (na esquina das avenidas Ipiranga e São Luís, no centro da cidade), segundo consta nos documentos guardados pela administração do edifício. Um dos maiores destaques do edifício é o restaurante localizado no seu topo, conhecido como Terraço Itália, que além de ser um dos mais famosos de São Paulo, permite uma vista em 360 graus da cidade, sendo um dos mais importantes pontos turísticos da capital paulista. No andar térreo do edifício há também um teatro e uma galeria de arte. Em dois pequenos prédios anexos encontra-se um antigo clube (o Circolo Italiano, que ocupava a área antes mesmo da construção do prédio). Os demais andares são ocupados por escritórios. Do lado de fora do edifício, há uma escultura do artista italiano Pericle Fazzini [en], o Cavalo Rampante, doado para o Circolo Italiano pelo governo italiano em 1974.