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Bar Brahma

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Imigração alemã na cidade de São Paulo
Bar Brahma 1
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O Bar Brahma é um tradicional estabelecimento comercial localizado no centro da cidade de São Paulo, no Brasil. Fundado em 1948 pelo imigrante alemão Henrique Hillebrecht, logo se tornou um ponto de encontro de personalidades importantes dos meios acadêmico e político (Jânio Quadros, Ademar de Barros e Fernando Henrique Cardoso) e do mundo artístico (Adoniran Barbosa, Orlando Silva, Ari Barroso, Vicente Celestino, etc.).Nos anos 60, foi palco de discussões políticas promovidas pelos estudantes da Faculdade de Direito da USP, bem como ponto de negócios dos fazendeiros do interior paulista. Nas décadas seguintes, o bar acompanhou a deterioração de parte da área central da cidade de São Paulo, acabando por fechar as portas no início dos anos 90. Foi reaberto em 1997, com o nome de "São João 677", mas encerrou as atividades já no ano seguinte.Em 2001, foi reinaugurado com o nome original. Localizado em um dos endereços mais famosos do centro de São Paulo, na esquina das avenidas Ipiranga e São João, recebe uma média de 700 visitantes por dia. Possui agenda fixa de shows, onde se apresentam regularmente nomes como Demônios da Garoa, Cauby Peixoto, Thobias da Vai-Vai e Ângela Maria, entre outros expoentes da Música Popular Brasileira.

Excerto do artigo da Wikipédia Bar Brahma (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Bar Brahma
Avenida Ipiranga, São Paulo República (República)

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.542383 ° E -46.640704 °
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Endereço

Avenida Ipiranga 799
01039-000 São Paulo, República (República)
São Paulo, Brasil
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Bar Brahma 1
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Lugares próximos

Galeria do Rock
Galeria do Rock

A Galeria do Rock, oficialmente Centro Comercial Grandes Galerias, é um centro comercial localizado na cidade de São Paulo. Foi construída em 1962 e inaugurada em 1963 no número 439 da Avenida São João, no centro da capital de São Paulo, entre as ruas 24 de Maio e o Largo Paysandu. Apesar de estar relativamente espremida entre dois prédios antigos, a construção não deixa de exaltar toda a sua arquitetônica beleza em seus sete andares, contando com o subsolo. Atualmente possui 450 estabelecimentos comerciais, com predominância para o comércio de produtos relacionados ao gênero rock, hip hop e artigos para skatistas, mas que atendem também àqueles que procuram artigos esotéricos ou da saga de livros Harry Potter, fãs de basquete americano e amantes de músicas antigas. É um dos principais points de tribos urbanas, ou subculturas, no centro de São Paulo. Por lá, passam em média 25 mil pessoas por dia, número que chega a 35 mil aos sábados e domingos. O espaço consagrou-se como atração turística na cidade. Além das lojas de roupas, a Galeria é residência de alguns bares que, ainda, cobram menos de R$ 15 por um litro de cerveja, salões de beleza em que a maioria trabalha com cabelo afro, estabelecimentos que vendem cervejas artesanais, estúdios de tatuagem e lojas que mantém o carinho e a promessa dos LPs vivos. Seu horário de funcionamento é de segunda a sábado das 10h às 18h, com exceção de feriados.

Edifício Esther
Edifício Esther

O Edifício Esther é um prédio localizado na Praça da República, no centro de São Paulo, projetado pelos arquitetos Álvaro Vital Brazil (1909-1997), então com apenas vinte e seis anos, e Adhemar Marinho (1909-2000), em 1936 e inaugurado em 1938. Primeiro prédio moderno da cidade, o edifício é um marco da arquitetura moderna no Brasil e é considerado um dos mais conhecidos e importantes edifícios de São Paulo. Pioneiro no uso misto — combinação de unidades residenciais e comerciais na mesma torre — possui onze andares e dez mil metros quadrados de área construída, abrigando cento e três escritórios, apartamentos simples e duplex e um restaurante em seu terraço. Seu projeto era muito peculiar, tinha a proposta de associar a vizinhança da Praça da República com os centros comerciais, previa lojas, escritórios e unidades habitacionais de diversos tipos. Possuía características muito originais, como o primeiro prédio de grande porte construído em São Paulo com uma estrutura independente. O Edifício Esther, construído nos anos 1930, era composto de salas comerciais de diferentes tamanhos, capazes de abrigar diferentes profissionais de carreiras distintas e salas que pudessem também acomodar o escritório da Usina de Açúcar Esther, contabilidade e salas de superintendência, diretoria, presidência e sala de reuniões. Havia também apartamentos que ocupavam os demais andares do edifício, com no máximo dez pavimentos. Mário de Andrade, eventualmente, em um artigo para O Estado de São Paulo, retrata o edifício como um dos grandes exemplos da nova arquitetura em desenvolvimento no Brasil em confrontação ao neocolonial, no ano de 1943.