place

Acidente ferroviário da Mangueira

!Páginas com mapas!Páginas que utilizam a extensão Kartographer1958 no Rio de JaneiroAcidentes e incidentes ferroviários no BrasilDesastres em 1958
Desastres no estado do Rio de Janeiro

O acidente ferroviário de Mangueira foi uma colisão frontal entre dois trens suburbanos da Estrada de Ferro Central do Brasil, ocorrida em 8 de maio de 1958, entre as estações de Mangueira e Triagem, na cidade do Rio de Janeiro. O desastre é considerado um dos mais graves acidentes ferroviários da história do Brasil, causando 128 mortes e mais de 300 feridos. É o acidente ferroviário mais grave da história da cidade e o segundo acidente ferroviário mais mortal da história ferroviária brasileira, sendo superado pelo acidente de trem de Aracaju. A tragédia ocorreu às 18h17, quando duas composições que trafegavam na mesma linha colidiram violentamente nas proximidades da Rua Visconde de Niterói. O choque provocou o engavetamento dos primeiros vagões dos dois trens, produzindo um cenário descrito pela imprensa da época como "tétrico e apavorante" e gerando grande comoção nacional.

Excerto do artigo da Wikipédia Acidente ferroviário da Mangueira (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Acidente ferroviário da Mangueira
Viaduto Agenor de Oliveira, Rio de Janeiro Mangueira

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
placeMostrar no mapa

Wikipedia: Acidente ferroviário da MangueiraContinuar a ler na Wikipédia

Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -22.90472 ° E -43.24111 °
placeMostrar no mapa

Endereço

Viaduto Agenor de Oliveira

Viaduto Agenor de Oliveira
20550-011 Rio de Janeiro, Mangueira
Rio de Janeiro, Brasil
mapAbrir no Google Maps

Partilhar experiência

Lugares próximos

Estádio Jornalista Mário Filho
Estádio Jornalista Mário Filho

Estádio Jornalista Mário Filho, apelidado como Maracanã, ou carinhosamente como Maraca, é um estádio de futebol localizado no bairro de nome homônimo, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado homônimo, construído pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, inaugurado em 1950, inicialmente com o nome de Estádio Municipal, para ser utilizado na Copa do Mundo daquele ano. No ano de sua inauguração, a capacidade oficial era de 155 mil lugares, que fez o Maracanã superar o Hampden Park, de Glasgow, e se tornar o maior estádio do mundo naquela época. Desde então, o Maracanã foi palco de grandes momentos do futebol brasileiro e mundial, como duas finais de Copa do Mundo FIFA, uma final de Copa do Mundo de Clubes da FIFA, diversas finais de Campeonato Brasileiro, Campeonato Carioca, Copa Libertadores da América, a final da Copa América de 2021, além de competições internacionais e partidas da Seleção Brasileira. Com o passar do tempo, no entanto, o estádio passou a assumir caráter de espaço multiuso ao receber outros eventos como espetáculos e partidas de outros esportes, como o voleibol em uma oportunidade. Após diversas obras de modernização, a capacidade do estádio atualmente é de 78 838 espectadores, sendo o maior estádio do Brasil. O estádio foi um dos locais de competição dos Jogos Pan-Americanos de 2007, recebendo o futebol, as cerimônias de abertura e de encerramento. Igualmente sediou as partidas de futebol e as cerimônias de abertura e de encerramento das Olimpíadas Rio 2016, ambos eventos realizados na cidade do Rio de Janeiro. Foi também o palco das partidas finais da Copa das Confederações FIFA de 2013 e da Copa do Mundo FIFA de 2014. Receberá também algumas partidas, incluindo a inaugural e o encerramento da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027. O estádio é o centro do Complexo Esportivo do Maracanã, que também tem um ginásio poliesportivo, um parque aquático e uma pista de atletismo. Desde 2019 o estádio é administrado por Flamengo e Fluminense, e desde 2024 por Fla-Flu Serviços S.A, um consórcio criado por Flamengo e Fluminense especificamente para administração do estádio.

Presídio José Frederico Marques
Presídio José Frederico Marques

O Presídio José Frederico Marques, anteriormente Cadeia Pública José Frederico Marques e Batalhão Especial Prisional, é uma penitenciária situada no bairro de Benfica, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Localiza-se na Rua Célio Nascimento, próximo do Parque Arará. É administrado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) por meio da Coordenação de Unidades Prisionais do Grande Rio e Grande Niterói. Outras três unidades prisionais são adjacentes ao presídio: a Casa do Albergado Crispim Ventino, o Instituto Penal Oscar Stevenson e o Patronato Magarinos Torres. O presídio foi inaugurado no dia 8 de fevereiro de 2017 após passar por uma reforma. A cadeia, que atualmente abriga presos condenados do sexo masculino em regime fechado que tenham sido processados pela Justiça Estadual, funciona onde até 2015 ficou o Batalhão Especial Prisional (BEP), marcado pelas regalias que policiais militares tinham. O local é conhecido por ter tido como internos personalidades do meio político envolvidas em escândalos apurados pela Operação Lava Jato. A ala masculina, situada no segundo andar do prédio, possui 162 vagas, divididas em 3 galerias (A, B e C), cada uma com 9 celas. As celas do presídio, cada uma com capacidade para 6 pessoas, possuem 16 m² e contam com três beliches. Os banheiros são fechados e possuem vaso sanitário, pia e chuveiro de água fria. Os colchões onde os detentos dormem foram utilizados por atletas durante os Jogos Olímpicos. Cada detento tem direito a uma tomada e pode levar um ventilador. O presídio também conta com uma galeria destinada a mulheres com diploma universitário, localizada no terceiro andar. O espaço, antes ocioso, possui capacidade para 26 detentas. A cadeia recebeu esse nome em homenagem a José Frederico Marques, um ex-juiz brasileiro. Nascido no dia 14 de fevereiro de 1912 em Santos, José viveu sua juventude no município de Batatais. Formado aos 21 anos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, ocupou os cargos de desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e de Vice-Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Processual Civil, hoje Instituto Brasileiro de Direito Processual.

Maracanã (Rio de Janeiro)
Maracanã (Rio de Janeiro)

Maracanã é um bairro nobre da Zona Norte do município do Rio de Janeiro. O Rio Maracanã possui 8.510 metros de extensão desde sua nascente na vertente norte do maciço da Tijuca até sua foz, sendo um dos rios contribuintes ao canal do Mangue, que por sua vez desagua na Baía de Guanabara. Considerado um dos principais rios da Grande Tijuca, o rio responsável pela nome do bairro, é um dos grandes pontos de discussões acerca das enchentes no Município do Rio de Janeiro. Faz limite com a Praça da Bandeira, São Francisco Xavier, Tijuca e Vila Isabel na Zona Norte, e com São Cristóvão e Mangueira na Zona Central, da qual é separado por uma linha de trem. É um dos bairros cariocas que não possuem favelas. Cortado pela Avenida Maracanã, uma das principais vias de acesso à Tijuca, tem também como ruas principais a São Francisco Xavier, General Canabarro e a Avenida Professor Manoel de Abreu. É um bairro de ruas tipicamente residenciais, embora tenham muito trânsito e contenham diversos colégios e empresas. O bairro do Maracanã faz parte da região administrativa de Vila Isabel, que abrange os bairros de Vila Isabel, Andaraí e Grajaú. Ocupa uma área territorial de aproximadamente 1,67 km², com uma total construída de 100%, não apresentando área verde. Portanto, é totalmente urbanizado, com ruas asfaltadas, rios canalizados e rede de esgoto implantada em toda a região. Quanto ao uso do solo, pode-se dizer que é basicamente residencial, com grande número de imóveis e particularmente de edifícios. A população do bairro caiu de 27.319 habitantes em 2000, para 25.256 habitantes em 2010.