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Residência de Júlio Guerra

!Esboços maiores que 1000 bytes!Esboços sobre arquitetura!Páginas com mapas!Páginas que utilizam a extensão KartographerConstruções da cidade de São Paulo
Patrimônio histórico do estado de São PauloPatrimônio tombado pelo CONPRESPResidências do BrasilSanto Amaro (distrito de São Paulo)

A Residência de Júlio Guerra é uma edificação histórica nos números 750 e 754 da Avenida João Dias, uma das primeiras situadas no então município de Santo Amaro (atual distrito de São Paulo), tombada em 2014 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico (CONPRESP), e antiga residência e estúdio do artista escultor Júlio Guerra.

Excerto do artigo da Wikipédia Residência de Júlio Guerra (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Residência de Júlio Guerra
Avenida João Dias, São Paulo Santo Amaro (Santo Amaro)

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.64611 ° E -46.70778 °
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Endereço

Residência de Júlio Guerra

Avenida João Dias 750/754
04724-001 São Paulo, Santo Amaro (Santo Amaro)
São Paulo, Brasil
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linkWikiData (Q97621287)
linkOpenStreetMap (1409273006)

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Lugares próximos

Catedral de Santo Amaro
Catedral de Santo Amaro

Catedral de Santo Amaro é a igreja matriz do distrito de Santo Amaro (antigo município criado por meio do decreto de 10 de julho de 1832 e extinto em 1935) localizada na cidade de São Paulo. O santuário tem, por trás de seu levantamento primordial, grande importância em relação à história e identidade do bairro paulista. Tudo começou com uma singela e pequena capela levantada em 1560 graças à doação da imagem do Santo Amaro, feita por um casal de portugueses, João Pais e Susana Rodrigues, que vieram para São Vicente na companhia de Martim Afonso de Sousa. A capela primitiva, construída em 1560, foi elevada à classificação de freguesia (nome que designa paróquias com pequenos distritos em volta), já que a região de Ibirapuera foi perdendo seu caráter de aldeamento indígena em razão da grande expansão pela qual passava na época. O núcleo populoso, portanto, passou a usar o nome de Santo Amaro para identificar a vila em homenagem ao orago que contemplavam, doador da identidade que o local tem até os dias de hoje. Assim, em 14 de janeiro de 1686, com provisão passada por José Alarcão, fez-se a data oficial de criação da paróquia e da nomeação do seu primeiro vigário, o padre João de Pontes. No ano de 1924, o antigo corpo da paróquia foi derrubado a mando do padre José Maria Fernandes e um novo passou a ser construído, tornando-se, no dia primeiro de novembro do mesmo ano, a capela mãe do bairro, inaugurada e abençoada pelo arcebispo D. Duarte Leopoldo e Silva ainda no mesmo dia. Anos depois, aos quinze dias do mês de março de 1989, data que marca a criação da diocese de Santo Amaro, a até então paróquia foi elevada à catedral e assim permaneceu desde então.