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Estádio Ronaldo Luis Nazário de Lima

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São Cristóvão de Futebol e Regatas
Estádio Figueira de Melo
Estádio Figueira de Melo

O Estádio Ronaldo Luis Nazário de Lima, ou somente Ronaldo Nazário, é um estádio de futebol que pertence ao São Cristóvão de Futebol e Regatas, fica localizado no bairro carioca de São Cristóvão, que deu nome ao clube. Anteriormente era chamado de Estádio Figueira de Mello. O seu nome atual é em homenagem ao ex-jogador do São Cristóvão e da seleção brasileira, Ronaldo Luís Nazário de Lima, conhecido como Ronaldo "Fenômeno" e que saiu das categorias de base do clube.

Excerto do artigo da Wikipédia Estádio Ronaldo Luis Nazário de Lima (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Estádio Ronaldo Luis Nazário de Lima
Rua Figueira de Melo, Rio de Janeiro São Cristóvão

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -22.9051583 ° E -43.2134306 °
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Endereço

Rua Figueira de Melo
20941-070 Rio de Janeiro, São Cristóvão
Rio de Janeiro, Brasil
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Estádio Figueira de Melo
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Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, simplesmente referido como Rio, é a capital do estado brasileiro do Rio de Janeiro. Um dos maiores destinos turísticos internacionais no Brasil, na América Latina e também do Hemisfério Sul, é uma das primeiras cidades do país. É a segunda maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a sétima maior da América e a décima oitava do mundo. Sua população segundo o censo de 2022 do IBGE era 6 211 223 habitantes. Tem o epíteto de Cidade Maravilhosa, e os que nela nascem são chamados cariocas. Classificada como uma metrópole, exerce influência nacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político, e é um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, o morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, as praias dos bairros de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, entre outras; os estádios do Maracanã e Nilton Santos; o bairro boêmio da Lapa e seus arcos; o Theatro Municipal do Rio de Janeiro; as florestas da Tijuca e da Pedra Branca; a Quinta da Boa Vista; a Biblioteca Nacional; a ilha de Paquetá; o réveillon de Copacabana; o carnaval carioca; a Bossa Nova e o samba. Parte da cidade foi designada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1 de julho de 2012. Representa o segundo maior PIB do país, estimado em cerca de 418,462 bilhões * de reais (IBGE/2023), e é sede das duas maiores empresas brasileiras — a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, o Grupo Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 19% da produção científica nacional, segundo dados de 2005. Pelo Globalization and World Cities Research Network, o Rio é classificado como uma cidade global beta-. A cidade foi, sucessivamente, capital da colônia portuguesa do Estado do Brasil (1763–1815), depois do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815–1822), do Império do Brasil (1822–1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889–1968) até 1960, quando a sede do governo foi transferida definitivamente para a recém-construída Brasília. Naquele ano, o Rio foi transformado em uma cidade-estado com o nome de Guanabara e, somente em 1975, torna-se a capital do estado do Rio de Janeiro.

Orla Conde
Orla Conde

A Orla Prefeito Luiz Paulo Conde, popularmente conhecida como Orla Conde ou Boulevard Olímpico, é um calçadão situado na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro, às margens da Baía de Guanabara. Com cerca de 3,5 km de extensão e 287 mil m² de área, estende-se pelos seguintes bairros: Centro, Gamboa e Saúde. A orla foi gradualmente inaugurada entre 2015 e 2017, ocupando a área que antes ficava sob o Elevado da Perimetral, além de substituir parte da Avenida Rodrigues Alves. Sua abertura pôs fim a 252 anos de acesso restrito, em um trecho da orla, a militares do 1º Distrito Naval. O passeio público, situado entre o Armazém 8 do Cais da Gamboa e o Largo da Misericórdia, percorre diversos pontos culturais, dos quais quatro deles foram construídos justamente para fomentar a região como um pólo de entretenimento e turismo: o Museu de Arte do Rio (MAR), o AquaRio, o Mural Etnias e o Museu do Amanhã. Diversas praças integram a orla, entre elas a Praça Mauá e a Praça XV. Além de novos espaços culturais, a orla também ganhou infraestrutura para adaptar-se à missão de área turística, recebendo a instalação de 206 postes de iluminação de LED, a colocação de 153 bancos e o plantio de 463 árvores, além da instalação de trilhos elétricos para a alocação de quatro paradas do VLT Carioca: Utopia AquaRio, Parada dos Navios/Valongo, Parada dos Museus e Praça XV. O nome da orla é uma homenagem a Luiz Paulo Conde, ex-prefeito da cidade do Rio de Janeiro e ex-vice-governador do estado do Rio de Janeiro. O prefeito do Rio de Janeiro na época do batismo, Eduardo Paes escolheu o nome para o boulevard devido ao fato de Conde ser, para Paes, o grande inspirador das transformações urbanas que ocorreram durante os seus dois primeiros mandatos como prefeito carioca.

Quinta da Boa Vista
Quinta da Boa Vista

A Quinta da Boa Vista é um parque municipal no Bairro Imperial de São Cristóvão, localizado na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Constitui-se atualmente em um complexo paisagístico público de grande valor histórico. Nas dependências da Quinta localiza-se o Museu Nacional de Arqueologia e Antropologia, instalado no local do Paço da Imperial Quinta de São Cristóvão (também chamado cronologicamente de Paço de São Cristóvão (1803-1809), Palácio Real (1810-1821), Palácio Imperial (1822-1889) e atualmente também como Palácio de São Cristóvão, sendo este edifício um magnífico palácio em estilo neoclássico. O Palácio foi utilizado durante o Império do Brasil (1822-1889) como residência da família imperial brasileira, desde a proclamação da Independência do Brasil (1822) por Dom Pedro de Alcântara de Bragança, Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e, posteriormente, o primeiro imperador do Brasil como Dom Pedro I. Tendo antes sido utilizado como residência pela família real portuguesa, a partir de 1808, em decorrência do episódio conhecido como a transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1822), seja como família real do Reino de Portugal ou do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822). Na noite de 2 de setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções atingiu a sede do Museu Nacional, destruindo a quase totalidade do acervo em exposição. O edifício que abriga o museu também resultou extremamente danificado, com rachaduras, desabamento de sua cobertura, além da queda de lajes internas. Em 17 de janeiro de 2019, o Museu Nacional inaugurou sua primeira exposição após o incêndio que destruiu seu acervo. O conteúdo de pesquisa sobre fósseis de animais marinhos elaborado por funcionários da instituição foram expostos no prédio da Casa da Moeda. O público pôde encontrar fósseis de 80 milhões de anos. Em 2019 o Museu Nacional teve disponível uma verba de 85,4 milhões de reais para uso nas obras de recuperação do acervo e infraestrutura. Esta verba foi recebida após a repercussão do incidente, que causou grande comoção e debates acalorados em redes sociais em torno da manutenção da instituição histórica. Dos R$ 85,4 milhões de reais destinados ao Museu Nacional, R$ 55 milhões virão do Orçamento da União para 2019 que foi aprovado pelo Congresso Nacional em 19 de dezembro de 2018. A verba foi indicada por deputados da bancada do Rio de Janeiro e apresentada como emenda impositiva, aprovada pela Comissão Mista de Orçamento.