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Praça dos Expedicionários

Centro (Rio de Janeiro)Homenagens à Força Expedicionária BrasileiraPraças da Zona Central do Rio de Janeiro

A Praça dos Expedicionários é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Com uma área de 13 mil m², localiza-se na Avenida Presidente Antônio Carlos, ao lado da sede do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). A praça foi reinaugurada no dia 16 de janeiro de 2016 após ser revitalizada. A revitalização da praça foi feita no âmbito do Porto Maravilha, uma operação urbana que visa revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro. A praça recebeu seu nome por homenagear o efetivo da Força Expedicionária Brasileira, que atuou durante a Segunda Guerra Mundial na Campanha da Itália. Criado em 1943 e extinto em 1945, a Força Expedicionária Brasileira foi constituída por um efetivo total de 25.834 homens e mulheres.

Excerto do artigo da Wikipédia Praça dos Expedicionários (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Praça dos Expedicionários
Rua Beco da Música, Rio de Janeiro Centro

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N -22.906666666667 ° E -43.171944444444 °
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Barão do Rio Branco

Rua Beco da Música
20020-100 Rio de Janeiro, Centro
Rio de Janeiro, Brasil
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Lugares próximos

Edifício Gustavo Capanema
Edifício Gustavo Capanema

Atual Edifício Gustavo Capanema ou Palácio Capanema (também largamente conhecido pelo seu uso original, o Ministério da Educação e Saúde, ou ainda como MES) é um edifício público localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, à rua da Imprensa, número 16. O edifício é considerado um marco no estabelecimento da Arquitetura moderna brasileira, tendo sido projetado por uma equipe composta por Lúcio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernâni Vasconcelos e Jorge Machado Moreira, com a consultoria do arquiteto franco-suíço Le Corbusier. O projeto do edifício, desta forma, ensaia a utilização da arquitetura funcionalista de matriz corbuseana no país, além de introduzir novos elementos. Foi construído em um momento durante o qual o Estado tentava passar uma sensação de modernidade ao país, o que se refletiu tanto no projeto do edifício quanto no contexto histórico em que se insere. A construção ocorreu entre 1936 e 1945, e a obra foi entregue em 1947. A sua criação girou em torno de um antagonismo profundo de duas concepções políticas e culturais. O concurso arquitetônico foi originalmente vencido em 1935 pelo famoso arquiteto Archimedes Memoria, que era na ocasião um dos líderes nacionais da Ação Integralista Brasileira, com um projeto de inspiração clássica e art déco, misturada a um neocolonial nativista, de tipo marajoara. No entanto, o gabinete do Ministério de Educação, chefiado por Carlos Drummond de Andrade e composto por progressistas anti-integralistas, rejeitou, crendo que um integralista não poderia projetar o edifício que deveria ser um símbolo de uma nova era cultural no Brasil. Ele também foi acusado de se prender às tradições, enquanto o Ministério preferia uma mensagem de modernidade cultural. Mesmo pagando a Archimedes o valor do concurso, o Governo abriu então uma nova verba, de 100 contos (100 milhões de réis), para contratar o projeto de Lúcio Costa, que havia sido desclassificado pelos jurados na primeira prova. Archimedes Memória, na sequência, desiludido com a arquitetura, da qual era, até então, o protagonista no país, se recolheu a um mosteiro, onde ficou por seis meses. O resultado representou um marco na transição histórica da arquitetura brasileira e na construção da elite que dominaria as próximas décadas do cenário arquitetônico no Brasil. Após o edifício passar vários anos fechado, em 2019 se iniciaram obras de restauração com financiamento federal, através do programa Novo PAC. A reinauguração do edifício ocorreu em maio de 2025.

Praça XV (Rio de Janeiro)
Praça XV (Rio de Janeiro)

A Praça XV, também conhecida como Praça XV de Novembro, Praça 15 de Novembro, Praça Quinze de Novembro, Praça 15 ou Praça Quinze, é uma praça situada no bairro do Centro, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Além de estar localizada na Rua Primeiro de Março, a praça integra a Orla Conde, um passeio público que margeia a Baía de Guanabara. A praça, que existe desde o século XVI, foi reinaugurada no dia 29 de maio de 2016 após ser revitalizada. A revitalização da praça foi feita durante a gestão do prefeito Eduardo Paes no âmbito do Porto Maravilha, uma operação urbana que visa revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro. No interior do logradouro, situam-se a Parada Praça XV do VLT Carioca e a Estação Praça XV do sistema de barcas operado pela CCR Barcas. Já nas imediações, situam-se diversos pontos de interesse de importância histórica e política, como o Paço Imperial e o Palácio Tiradentes. A praça também possui quatro monumentos históricos: o Chafariz do Mestre Valentim; a Estátua Equestre de Dom João VI; a Estátua Equestre do General Osório; e a Estátua do Almirante Negro. Hoje, a Praça XV é considerada o coração do skateboarding no Rio de Janeiro. Embora o Decreto Municipal nº 17.746, de 22 de julho de 1999, tenha proibido a prática do esporte em praças, parques e jardins da cidade, o movimento de skatistas I Love XV conseguiu, em 2011, uma permissão da prefeitura para o uso da Praça XV como local de tráfego de skates em horários estipulados. No dia 8 de novembro de 2016, por meio de uma portaria, o presidente da Fundação Parques e Jardins concedeu autorização para o uso do skate na Praça XV e na Praça Marechal Âncora em qualquer horário. A praça recebeu esse nome por homenagear o dia 15 de novembro de 1889, marcado pela Proclamação da República do Brasil. Nesse dia, foi instaurada a república federativa presidencialista no Brasil, em substituição à monarquia constitucional parlamentarista em vigor desde 1822.