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Ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim

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Construções do estado de São PauloGinásios de São PauloPinheiros (distrito de São Paulo)

O Ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim é um ginásio poliesportivo localizado no bairro da Pinheiros, no município de São Paulo, no estado de São Paulo, Brasil, com capacidade para 850 espectadores. É palco das partidas de voleibol do EC Pinheiros e de outras modalidades deste clube.

Excerto do artigo da Wikipédia Ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Ginásio Poliesportivo Henrique Villaboim
Rua Tucumã, São Paulo Jardim Europa (Bairro de Pinheiros)

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Número de telefone Sítio Web Lugares próximos
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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.582055555556 ° E -46.691222222222 °
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Endereço

Esporte Clube Pinheiros

Rua Tucumã
01455-010 São Paulo, Jardim Europa (Bairro de Pinheiros)
São Paulo, Brasil
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Número de telefone

call(11)35989700

Sítio Web
ecp.org.br

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Lugares próximos

Iguatemi São Paulo
Iguatemi São Paulo

O Iguatemi São Paulo (também referido como Shopping Iguatemi São Paulo) é um shopping center da cidade de São Paulo, capital do estado brasileiro homônimo. É administrado pela Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A.. Depois do Shopping do Méier, localizado no subúrbio do Rio de Janeiro, inaugurado em 1963, o Iguatemi é o segundo shopping center da América Latina, o segundo shopping center construído no Brasil e também um dos mais famosos shoppings da cidade de São Paulo. É considerado um dos mais badalados centros de compras do Brasil, tendo importância nacional, segundo a revista Exame. Localizado na Avenida Brigadeiro Faria Lima (antiga rua Iguatemi), no Jardim Paulistano, distrito de Pinheiros, na região conhecida como Jardins, foi inaugurado em novembro de 1966, buscando inspiração num novo conceito de comércio que se estava iniciando no mundo. O Iguatemi paulistano é considerado, por seu site oficial, por alguns órgãos de imprensa, e pela Associação Brasileira de Shopping Centers como sendo o primeiro shopping center do Brasil, embora haja alguma controvérsia em relação ao Shopping do Méier, localizado no Rio de Janeiro. O Iguatemi reúne o maior número de griffes nacionais e internacionais e é marcado pela sofisticação de seu interior.[carece de fontes?] Conta com seis cinemas, duas agências bancárias e 330 lojas, sendo quatro âncoras (Pão de Açúcar Especial, C&A, Lojas Americanas e Zara).

Parque do Povo (São Paulo)
Parque do Povo (São Paulo)

O Parque Povo Mário Pimenta Camargo, ou Parque do Povo, foi inaugurado no dia 28 de setembro de 2008, no distrito do Itaim Bibi, no bairro de Chácara Itaim, em São Paulo, Brasil. Trata-se de uma área de 133.547 metros quadrados que conta com um complexo esportivo de três quadras poliesportivas com marcação especial para esportes paralímpicos, campo de futebol grama verde, pista de ciclismo própria, pista de skate, local para caminhada, pista de corrida, um jogo de tamanho real de xadrez no qual as pessoas podem movimentar as peças enormes em um tabuleiro quadriculado no chão, trilha e aparelhos de ginástica para o público usufruir. Na grandiosa área aberta do gramado que se localiza na parte central, é possível tomar sol ou fazer piquenique em meio as arvores. O Jardim Sensitivo, que tem em sua composição ervas aromáticas, dá ao público a possibilidade de cheirar, tocar ou até provar algumas das iguarias que crescem no jardim, como mostarda, coentro, cheiro-verde, cebolinha, babosa e manjericão. O local apresenta plena acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida, feito com materiais recuperados de demolições realizadas pela cidade para a construção de suas calçadas, como os resíduos recicláveis de edifícios encontrados na região central da cidade São Paulo. A Prefeitura de São Paulo realiza um novo projeto para que as áreas do parque tenham maior durabilidade e facilidade em sua manutenção. Quanto a sua história, o parque está instalado numa área que pertencia à Caixa Econômica Federal e ao Instituto Nacional do Seguro Social. Durante mais de vinte anos, cerca de onze agremiações esportivas fizeram uso irregular do local. A Prefeitura conseguiu a cessão de uso do espaço somente no ano de 2016. O então projeto educativo e ambiental desenvolvido no local incluiu sete trilhas autoexplicativas, nas quais estão distribuídas as plantas que formam parte das coleções botânicas do parque. A abertura do parque foi marcada pela plantação de duzentas e trinta e uma mudas de árvores e atividades especiais para os visitantes. No parque não há restrição à entrada de animais domésticos (desde que estejam presos com guia e focinheira para os animais de maiores portes ). A ciclofaixa de lazer, aberta aos domingos e feriados das 7 às 16 horas, também é uma opção, visto que o local não conta com estacionamento para carros, ela faz a ligação do Parque do Povo ao do Ibirapuera e Villa-Lobos, disponibilizando um passeio de bicicleta mais longo pelas ruas da cidade. Na grande área aberta do gramado central, é possível tomar um sol ou fazer um piquenique em meio ao verde raro de se encontrar na capital paulistana. O parque também disponibiliza diversas atrações gratuitas todos os meses, para todos o públicos e gostos, como aulas de yoga, grupos de caminhada, aulas de Tai Chi Pai Lin , aula de esgrima, aulas de pilates, Movimentos Saúde: Zumba, salsa, Shiene e Piloxing, aula de golfe indoor.

Museu da Casa Brasileira
Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedicou-se até 30 de Abril de 2023 às questões da morada brasileira pelo viés da arquitetura e do design. Ao longo de mais de cinco décadas de existência, tornou-se referência nacional e internacional nessas áreas por promover programas como o Prêmio Design MCB, concurso criado em 1986 com o objetivo de incentivar a produção brasileira no segmento, e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a diversidade de morar do brasileiro. A programação do MCB contempla exposições temporárias e uma agenda com base em debates, palestras e publicações que contextualizam a vocação do museu para a arquitetura e o design, contribuindo na formação de um pensamento crítico em temas diversos como urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. O museu dedica seu espaço a duas mostras de longa duração: Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, com painéis fotográficos e textuais que correlacionam as várias tipologias de madeiras do acervo do MCB às diversas espécies nativas existentes na mata atlântica, além de apresentar um recorte do acervo da instituição constituído por móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século XVII até ao presente, e A Casa e a Cidade – Coleção Crespi Prado, que aborda o uso residencial do imóvel que hoje abriga o museu por meio do cotidiano e da trajetória de seus moradores originais: o casal Renata Crespi e Fábio Prado, protagonista de transformações históricas, culturais e urbanísticas na cidade de São Paulo. Na versão digital, o MCB disponibiliza ao público um levantamento minucioso de informações relacionadas aos hábitos da vida privada desde o século XVI no Brasil. O banco de dados Equipamentos da Casa Brasileira, Usos e Costumes – Arquivo Ernani Silva Bruno traz 28 mil arquivos contendo relatos de viajantes, literatura ficcional, inventários de família e testamentos que revelam hábitos culturais da casa brasileira. Sob a coordenação do historiógrafo Ernani Silva Bruno, primeiro diretor do MCB, a obra conhecida como Arquivo Ernani está organizada em 24 temas entre alimentação, construção, costumes domésticos, mobiliário e outros, e integra o acervo arquivístico do museu. A instituição investe em atividades de extensão educacional, com atenção a públicos especiais e no desenvolvimento de técnicas e material de suporte tanto para visitas orientadas quanto para audiência espontânea. Na agenda cultural destaca-se, ainda, o projeto Música no MCB, que traz apresentações musicais gratuitas nas manhãs de domingo de março a dezembro. Todas essas ações representam um notável crescimento na agenda do museu e a gradativa evolução da quantidade de público acolhido, para patamares superiores aos 100 mil visitantes anuais. O MCB foi criado em 1970, como Museu do Mobiliário Artístico e Histórico Brasileiro, membro da rede de museus do Governo do Estado, vinculado à Secretaria da Cultura. Em 1972, ganhou sua sede definitiva, um Solar neoclássico construído entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo (1934-1938) Fábio da Silva Prado e sua esposa Renata Crespi Prado. O projeto arquitetônico, desenhado por Wladimir Alves de Souza, remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). Sua construção integra a expansão urbana da primeira metade do século XX em São Paulo, quando a elite da cidade deixou o centro para viver nas cercanias do rio Pinheiros. O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em centro de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, que não deixou herdeiros, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel para a Fundação Padre Anchieta. Por sua vez, a Fundação cedeu o prédio em comodato à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Jockey Club de São Paulo
Jockey Club de São Paulo

O Jockey Club de São Paulo é a entidade que administra e detém a propriedade do Hipódromo de Cidade Jardim. Foi fundado em 14 de março de 1875, sob o nome de "Club de Corridas Paulistano". Sua primeira praça de corridas foi o Hipódromo da Mooca, na Rua Bresser. Inicialmente havia uma determinação para que o novo hipódromo fosse situado no Ibirapuera. No entanto, mais tarde, em 25 de janeiro de 1941, foi inaugurado o atual hipódromo da Cidade Jardim, que buscou corresponder as modernidades atuando como palco de diversos eventos como feiras, desfiles de moda, algumas festas, entre outros, instalado no bairro de mesmo nome, no distrito do Morumbi, em São Paulo. O terreno em que se encontra o atual Jockey Club de São Paulo foi uma doação da Companhia Cidade Jardim, que entendia a necessidade de um espaço maior que atendesse às demandas do público e concebido pelo então Prefeito de São Paulo e Presidente do Jockey Club, Fábio Prado. O hipódromo foi então construído nos 600.000 metros às margens do Rio Pinheiros, ainda não retificado na época, entre os anos de 1937 e 1941. O projeto foi feito por Elisário Bahiana, arquiteto brasileiro e posteriormente remodelado pelo arquiteto francês Henri Sajous. Apesar da localização do novo hipódromo, a sede social do clube ainda permaneceu nas proximidades de seu local de origem, à rua do Rosário. Dali, mudou-se para a rua São Bento em 1917, depois para a rua 15 de Novembro, Praça Antônio Prado e, finalmente, nos anos 60, para a localização atual, situada à rua Boa Vista, no centro da cidade. O Jockey Club também possui o Centro de Treinamento de Campinas, na cidade homônima, situada no interior do estado de São Paulo, no local onde funcionou o Hipódromo Boa Vista.