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Museu Memória do Bixiga

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Bela Vista (distrito de São Paulo)Imigração italiana no estado de São PauloMuseus da cidade de São PauloMuseus de história do BrasilMuseus fundados em 1981
Museu memoria do bixiga
Museu memoria do bixiga

O Museu Memória do Bixiga conta sobre o passado dos imigrantes italianos da região. Fundado em 1981, é um dos mais antigos museus de São Paulo. A instituição se localiza em uma típica construção do século XX, na Rua dos Ingleses, 118. De 2005 a 2010 a casa ficou fechada; porém, foi posteriormente reaberta ao público.

Excerto do artigo da Wikipédia Museu Memória do Bixiga (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Museu Memória do Bixiga
Rua dos Ingleses, São Paulo Bixiga

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.55889 ° E -46.6472 °
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Endereço

Rua dos Ingleses 43
01329-000 São Paulo, Bixiga
São Paulo, Brasil
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Museu memoria do bixiga
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Lugares próximos

Morro dos Ingleses
Morro dos Ingleses

Morro dos Ingleses é um pequeno bairro nobre do distrito da Bela Vista na cidade brasileira de São Paulo. Está localizado em uma das regiões mais elevadas da cidade, chamada de Espigão da Paulista. Compreende a área entre a Avenida Brigadeiro Luís Antônio, a Rua dos Ingleses, a Rua Almirante Marques de Leão, a Alameda Campinas e a Avenida Paulista. Limita-se com os bairros: Jardim Paulista, Bixiga e Bela Vista. Em 1901 imigrantes ingleses e escoceses fundaram o São Paulo Country Club em uma área desabitada do alto do Bixiga. A segregação dos anglo-saxões e a exclusividade do clube fizeram com que populares chamassem a área de Morro dos Ingleses. Após a transferência do centro de lazer ao bairro do Jabaquara a região foi loteada, sendo fundado o bairro. Trata-se, de forma geral, de um morro que compreende em seu topo um mini-bairro de classe alta com áreas de classe-média no em torno. De ocupação mista, não é tão comercial como sua vizinha, a Consolação. Caracteriza-se arquitetonicamente por unir edifícios modernos com antigos casarões e sobrados históricos em ruas sinuosas com aclives e declives acentuados. Apresenta hotéis, teatros, restaurantes e edifícios de alto-padrão comerciais e residenciais, além da TV Gazeta e da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero localizados na Avenida Paulista, e da sede da Claro na Rua dos Ingleses. O bairro é uma "Zona de Valor A", classificação do CRECI, tal como: Morumbi, Jardim América e Moema.

Bela Vista (distrito de São Paulo)
Bela Vista (distrito de São Paulo)

Bela Vista é um distrito situado na região central do município de São Paulo, que abrange os bairros do Morro dos Ingleses e Bixiga. Dentro de seus limites estão localizadas algumas das mais importantes atrações paulistanas – como o lendário bairro do Bixiga, com cantinas, teatros e festas populares, e o Museu de Arte de São Paulo. Abriga também a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, referência no ensino de administração de empresas no Brasil. Mais recentemente foram instaladas no bairro a Escola de Economia e a Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas. O distrito é atendido pela Linha 2-Verde do metrô e futuramente será também coberto pela Linha 6-Laranja. O romance Anarquistas, Graças a Deus de Zélia Gattai se passa no bairro, assim como parte do enredo de dois populares livros infanto-juvenis intitulados O Mistério do Cinco Estrelas e O Covil dos Vampiros. A Bela Vista apresenta contrastes sociais, tendo famílias de classe média alta no Morro dos Ingleses, nas proximidades da Av. Paulista, e famílias operárias no Bixiga. O bairro recebeu um grande número de imigrantes italianos na segunda metade do século XIX e início do século XX. Realiza um dos mais tradicionais eventos de rua de São Paulo, a Festa de Nossa Senhora de Achiropita, todos os finais de semana do mês de agosto. A Bela Vista é reduto do Vai-Vai, tradicional escola de samba e detentora do maior número de títulos do carnaval paulistano.

Casa de Dona Yayá
Casa de Dona Yayá

A Casa de Dona Yayá é uma construção histórica na região da República, na zona central de São Paulo, e atualmente é administrada pelo Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo. Construída no final do século XIX, a casa é um símbolo da arquitetura eclética da região central paulistana, com características que simbolizam diferentes períodos da história da cidade dos últimos 100 anos. Considerado um dos últimos edifícios do cinturão de chácaras que contornava o centro da cidade no século XX, a casa apresenta, hoje, características atribuídas por quatro grandes reformas feitas por seus cinco diferentes proprietários ao longo dos anos. Sebastiana de Melo Freire (Mogi das Cruzes, 21 de janeiro de 1887 - São Paulo, 4 de setembro de 1961), mais conhecida como Dona Yayá, foi uma brasileira, parte de uma das mais importantes famílias do interior paulista. Obteve uma trajetória de vida repleta de tragédias. Após o falecimento de seus pais e irmãos, herdou a fortuna da família, porém logo desenvolveu uma doença mental que a impediu de coordenar ou desfrutar de seus bens, se manteve reclusa em sua casa no bairro paulistano do Bixiga, da mocidade até seu final de vida, aos 74 anos, quando termina a linhagem dos Melo Freire. Sem filhos ou entes próximos, ela obteve sua herança tida abandonada e todos os seus bens foram concedidos à Universidade de São Paulo.[1] José Maria Tulon foi o primeiro proprietário do terreno e o responsável pela construção de um chalé de tijolos que hoje sustenta a parte central da casa. Comprada em 1888 por Afonso Augusto Milliet, a construção passou por uma intensa reforma, que colocou algumas das primeiras características estilístico-arquitetônicas que a levariam a ser tombada pelo Condephaat, Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico, em 1998. Entre 1902 e 1919, o edifício ganha contornos neoclássicos em uma reforma promovida pelo proprietário João Guerra. A maior importância histórica da construção se dá, no entanto, por ser um símbolo de como pacientes de doenças mentais eram tratados no início do século XX. Entre os anos de 1921 e 1961, a propriedade foi adquirida pelos cuidadores de Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá, única herdeira de um rico empresário da região de Mogi das Cruzes e julgada aos 31 anos como alguém incapaz de administrar sua fortuna por "sofrer das faculdades mentais". Ao longo dos 40 anos em que passou enclausurada na propriedade, Dona Yayá viveu em quartos reformados para que não pudesse abrir as janelas pelo lado de dentro e com pequenos buracos por onde suas refeições eram passadas. Seu único acesso ao ar livre era por meio de um solário, construído em 1952. Dona Yayá morreu em 1961, aos 74 anos, deixando sua propriedade e sua fortuna, sem herdeiros. Depois da morte da proprietária, o local permaneceu fechado até 1991, quando o Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo iniciou uma série de manutenções e reparos das características históricas da construção que é, hoje, sede da instituição.