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Freemason's Tavern

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A Freemason's Tavern era uma taverna situada na rua Great Queen, no centro de Londres, na Inglaterra, famosa por ser o lugar onde, em 26 de outubro de 1863, ocorreu a reunião na qual se estabeleceram as bases do futebol atual, a excisão entre o football e o rugby, e se formou a The Football Association (Associação Inglesa de Futebol). O pub foi demolido em 1909 e no local atualmente se encontra o salão de eventos Grand Connaught Rooms. Participaram da reunião da Freemason's Tavern representantes de diversos colégios onde se praticavam diferentes variantes do desporto hoje conhecido como futebol, com o objetivo de unificar critérios, estabelecer as primeiras normas, e consensuar um nome com o qual o desporto passaria a ser chamado. Na reunião houve sérias divergências entre as escolas adeptas do uso das mãos (lideradas por Francis Maulle Campbell, tesoureiro da FA e representante do Blackheath FC), e as escolas adeptas do uso da mão exclusivamente aos goleiros (lideradas pela cidade de Harrow). Não houve acordo entre as duas tendências, e na 6.ª reunião da Freemason's Tavern (em 8 de dezembro de 1863) confirmou-se definitivamente a cisão entre as duas tendências. Os partidários do jogo exclusivo com os pés acordaram ali mesmo as primeiras regras, a adoção do nome football, e a criação da Football Association. As escolas partidárias do uso das mãos, lideradas pela Escola da Cidade de Rugby, retiraram-se da reunião e estabeleceram as bases do desporto que denominariam "rugby". Em 1871 fundaram a Football Rugby Union, a primeira organização desse desporto.

Excerto do artigo da Wikipédia Freemason's Tavern (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Freemason's Tavern
Long Acre, City of Westminster Covent Garden

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 51.5144 ° E -0.1225 °
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Endereço

The Bull and Egrett

Long Acre 81,82
WC2E 9NG City of Westminster, Covent Garden
Inglaterra, Reino Unido
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Lugares próximos

Christie's
Christie's

A Christie's, fundada em 1766 por James Christie, é uma das empresas de arte mais importantes do mundo, com vendas em 2015 que totalizaram £ 4,8 bilhões / $ 7,4 bilhões. Christie's conseguiu criar uma rápida reputação entre as casas leiloeiras britânicas, nos anos seguintes à Revolução Francesa no que respeita ao comercio de obras de arte. Desde Vincent Van Gogh, Pablo Picasso, Leonardo da Vinci, Rembrandt, Napoleão Bonaparte e Lady Diana, bem como obras consideradas património cultural da humanidade, razão porque é alvo de alguma contestação. Entre essas obras encontram-se objectos pré-colombianos de imenso valor cultural, que se vendem a coleccionadores particulares. Desde o ano 1823 a sede principal se encontra em King Street. Conta com filiais em todo o mundo: Nova York, Paris, Genebra, Roma, Milão, Los Angeles, Amesterdão, Hong Kong, Singapura, Banguecoque. Actualmente é propriedade do homem de negócios francês François Pinault. Em 1 de janeiro de 2017, Guillaume Cerutti tornou-se director-geral da Christie's, por recomendação de Patricia Barbizet e da família Pinault. O Sr. Pinault assumiu o papel de Presidente do Conselho e da Sra. Barbizet foi nomeado vice-presidente. Sra. Patricia Barbizet, francesa, foi nomeada Chief Executive Officer da Christie’s em 2014, a primeira CEO mulher da empresa. Em 11 de maio de 2015, Les Femmes d'Alger ("Version O"), de Pablo Picasso, foi vendido por US $ 179.300.000 tornando-se a obra de arte mais cara a ser vendida em leilão na Christie’s de Nova Iorque, até então. Em novembro do mesmo ano, Nu Couché (1917-1918), de Amedeo Modigliani, foi vendido na Christie’s em Nova Iorque por $ 170.400.000, tornando-se a segunda obra mais cara vendida em leilão. Em 16 de novembro de 2017, um novo recorde foi batido: o quadro Salvator Mundi, de Leonardo da Vinci, foi levado à leilão - organizado pela Christie's Nova York - e arrematado por $450,3 milhões de dólares, o equivalente a aproximadamente R$1,5 bilhão de reais, tornando-se a obra de arte mais cara de todos os tempos. A Christie’s oferece anualmente cerca de 350 leilões em mais de 80 categorias, incluindo todas as áreas de artes plásticas e decorativas, jóias, fotografias, colecionáveis, vinhos, e muito mais. Christie’s também tem uma história longa e bem sucedida de realização de vendas privadas para os seus clientes em todas as categorias, com ênfase na arte do pós-guerra e contemporânea, impressionista e moderna, arte antiga e joalheria. A Christie’s tem uma presença global com 54 escritórios em 32 países e 12 salas de leilão em todo o mundo, incluindo Londres, Nova Iorque, Paris, Genebra, Milão, Amsterdam, Dubai, Zurique, Hong Kong, Xangai e Mumbai. Mais recentemente, a Christie’s tem liderado o mercado com iniciativas em mercados emergentes como a Rússia, China, Índia e os Emirados Árabes Unidos, com sucesso de vendas e exposições em Beijing, Mumbai e Dubai.

Newcastle House
Newcastle House

Newcastle House é um palácio londrino situado no "Lincoln's Inn Fields", um parque urbano da capital inglesa, inspirado no Central Park de Nova Iorque. Era uma das duas maiores residências construídas na mais vasta praça de Londres, durante o seu desenvolvimento ao longo do século XVII. Fica situado no actual nº 66 do "Lincoln's Inn Fields", sendo o edifício mais a Norte do lado Este da praça. O palácio tem uma história complexa. A primeira versão foi construída entre 1641 e 1642 pelo Conde de Carlisle. Em 1672, este edifício foi comprado por William Herbert, 1º Marquês de Powis e rebaptizado como Powis House, mas em 1684 viria a arder. A reconstrução de um novo edifício - na verdade o único que ainda existe, apesar de muito alterado - começou prontamente, segundo os desenhos do Capitão William Winde, mas em 1688 o edifício foi saqueado por uma multidão em consequência da associação de Lorde Powis com o recém-deposto Jaime II. No ano seguinte as propriedades de Lorde Powis foram tomadas e ele fugiu para a França. Powis House foi designada como a residência oficial do "Lord Keeper of the Great Seal" (Lorde Curador do Grande Selo). Em 1694 o alvará do recém-formado Banco de Inglaterra foi selado ali. Em 1705 o palácio voltou à posse da família Powis, os quais o venderam, nesse mesmo ano, a John Holles, 1º Duque de Newcastle, que encarregou John Vanbrugh de fazer alterações. A partir de então, o palácio passou a chamar-se Newcastle House. O edifício era um bloco compacto com três andares principais, com mais dois andares de caves por baixo e outros dois de áticos por cima. Foi construído em tijolo com audazes esquinas, faixas e cornijas em pedra. Existiam duas alas projectando-se para as traseiras, pelo que um largo número de acomodações instalado no local compacto. Holles deixou o palácio ao seu sobrinho, Thomas Pelham-Holles, 1º Duque de Newcastle-upon-Tyne, que também foi feito, algo confusamente, 1º Duque de Newcastle (o seu tio era a segunda criação e ele a terceira). Thomas Pelham-Holles foi um proeminente político, chegando a ocupar o cargo de Primeiro-ministro do Reino Unido. Este viria a reunir Corte em Newcastle House durante várias décadas, acabando por falecer em 1768. O Primeiro-Ministro Thomas Pelham-Holles foi o último aristocrata a ocupar Newcastle House. A sua viúva vendeu o palácio ao banqueiro Henry Kendall por 8.400 libras. Este dividiu-o em dois e, em 1790, uma das metades foi comprada por James Farrer. Os solicitadores "Farrer & Co", que ainda ocupam o edifício, compraram a outra metade no início do século XX e reuniram o palácio. Também no início da década de 1900, as alas traseiras foram removidas devido à construção da "Kingsway", uma via principal aberta através de pequenas ruas logo ao Oeste de "Lincoln's Inn Fields". A "Farrer & Co" encomendou alterações a Sir Edwin Lutyens, na década de 1930, mas o palácio ainda mantém muito da estrutura e aparência que apresentava no final do século XVII e início do século XVIII.

London School of Economics
London School of Economics

A London School of Economics and Political Science, conhecida pela sigla LSE (em português: Escola de Economia e Ciência Política de Londres) é uma universidade pública britânica, sendo uma unidade constituinte da Universidade de Londres. Foi fundada em 1895 pelos membros da Fabian Society, Sidney Webb, Beatrice Webb, Graham Wallas e George Bernard Shaw. É amplamente reconhecida como uma das melhores universidades do mundo nas áreas de economia e política. A universidade oferece muitos diplomas, incluindo o TRIUM Global Executive MBA. A edição de 2015 do QS World Rankings indica que a escola está entre as dez melhores do mundo em 11 das 12 áreas avaliadas.[carece de fontes?] Em 2013, 2014 e 2015, o mesmo ranking colocou a LSE como a segunda melhor do mundo no campo das ciências sociais, atrás apenas de Harvard, e quarta geral em termos de reputação entre empregadores. A universidade possui treze departamentos entre os dez melhores do mundo, ocupando a terceira posição nos rankings em Ciência Política, Geografia, Comunicação & Estudos Midiáticos e em Política Social. Alguns dos mais importantes pensadores do mundo do campo da política, direito, economia, filosofia, antropologia, negócios, mídia e literatura passaram pela escola, como George Bernard Shaw, Karl Popper, Anthony Giddens, B. Malinowski, E. Leach, Friedrich Hayek e John Hicks. A LSE já teve entre alunos e professores 16 prêmios Nobel, ao menos 37 líderes mundiais, 6 vencedores do Prêmio Pulitzer e diversos membros da British Academy.

Sir John Soane's Museum
Sir John Soane's Museum

O Sir John Soane's Museum, é um edifício londrino projetado pelo arquiteto e colecionador John Soane (1753-1837). Situa-se na zona de Holborn no centro de Londres, no número 13 da Lincoln’s Inn Fields, e é sede de um pequeno museu que desde a morte de Soane, no século XIX, é aberto ao público. É um organismo público não-departamental (Non-departmental public body), patrocinado pelo Departamento da Cultura, Média e Desporto. Antiga casa de John Soane, o museu alberga numerosas obras de arte, entre os quais vários desenhos, pinturas e antiguidades. A sua fama deve-se não só ao valor das suas coleções, mas também à sua estética em particular. Nomeado como professor da Royal Academy em 1806, Soane começou a organizar seus livros, quadros, esculturas, maquetes e modelos de prédios clássicos e muitas outras peças, e abriu sua casa aos alunos. Alguns anos antes da sua morte, em 1837, o arquiteto negociou com Parlamento uma lei para que fossem preservadas a coleção e a casa, que se transformou em museu para benefício de “estudantes e amadores” da arquitetura, pintura e escultura. A sua paixão pela antiguidade clássica pode ser vista nas peças da coleção, com 5888 objetos egípcios, gregos e romanos. A peça mais valiosa do museu é sem dúvida um sarcófago de alabastro do faraó Seti I, que foi comprado por Soane em 1825. Relativamente à coleção de pintura, a obra mais conhecida é a de William Hogarth: as oito pinturas da vida de um libertino (The Rake's Progress) e as quatro da sua famosa sátira política A campanha eleitoral baseada na eleição parlamentar de Oxford de 1754. Existe também obras de Canaletto, Antoine Watteau, Samuel Scott, J.M.W. Turner, Joshua Reynolds, Thomas Lawrence, Henry Howard, Henry Fuseli, Richard Westall, James Durno, Francis Bourgeois o William Hilton.

Montagu House (Bloomsbury)
Montagu House (Bloomsbury)

Montagu House (por vezes pronunciada "Montague") foi um palácio londrino, de finais do século XVII, situado na Great Russell Street, zona de Bloomsbury, que se tornou na primeira sede do British Museum. A casa foi, na verdade, construída duas vezes, ambas pelo mesmo homem, Ralph Montagu, 1º Duque de Montagu. No final do século XVII, Bloomsbury era a zona mais elegante da cidade. Montagu comprou ali um lugar, no actual coração de Londres mas que, à época, tinha a parte traseira voltada para campos abertos. A sua primeira casa foi desenhada pelo arquitecto e cientista inglês Robert Hooke, um arquitecto de moderada habilidade cujo estilo foi influenciado pelo planeamento francês e detalhe holandês, tendo sido construída entre 1675 e 1679. Este edifício tinha um bloco central e dois blocos de serviço flanqueando um grande pátio, apresentava murais executados pelo artista italiano Antonio Verrio e foi admirado pelos contemporâneos. Porém, está casa foi destruída pelo fogo em 1686. O palácio foi reconstruído segundo os desenhos de um francês pouco conhecido chamado Pouget. Esta Montagu House foi, com alguma margem, a maior residência privada construída em Londres nas últimas duas décadas do século XVII. A fachada principal tinha dezassete secções, com um centro e extremos ligeiramente salientes, cada um deles com três secções, a qual confinou as alas de serviço da primeira mansão. O edifício tinha dois andares principais, além duma cave e um proeminente telhado com mansarda com uma cúpula sobre o centro. O planeamento obedecia à habitual forma francesa, com apartamentos de aparato acedidos a partir dum salão central. Os interiores, deocrados por artistas franceses, foram admirados por Horace Walpole e provavelmente comparados com os apartamentos de aparato sobreviventes na Boughton House, no Northamptonshire, os quais foram construídos pelo mesmo patrão ao mesmo tempo. No início do século XVIII, Bloomsbury começou a declinar suavemente duma elegante zona aristocrática para mais um enclave da classe média, pelo que John Montagu, 2º Duque de Montagu, abandonou a casa do seu pai e mudou-se para Whitehall, onde construiu uma residência mais modesta que foi substituída por um opulento palácio, uma outra Montagu House, pelo seu descendente vitoriano, Walter Montagu-Douglas-Scott, 5º Duque de Buccleuch. A Montagu House em Bloomsbury foi vendida aos cuidadores do British Museum em 1749 e serviu de casa à instituição até que foi demolida, na década de 1840 para dar lugar a maiores instalações. Na ficção, o palácio aparece no "Ciclo barroco", de Neal Stephenson, como Ravenscar House, com Daniel Waterhouse como arquitecto no lugar de Hooke.