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Igreja de Nossa Senhora da Consolação (São Paulo)

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Igreja da Consolação SP 3
Igreja da Consolação SP 3

A Paróquia Nossa Senhora da Consolação é uma igreja católica localizada no bairro da Consolação na cidade brasileira de São Paulo. Tem como padroeira Nossa Senhora da Consolação e co-padroeiro São João Batista. O templo atual foi construído entre 1909 e 1959, com projeto do engenheiro alemão Maximilian Emil Hehl, no local da primitiva igreja erigida em 1799 e modificada ao longo do século XIX. Além das tarefas religiosas, a Irmandade da Consolação, criada na paróquia, foi responsável pelo cuidado dos doentes da capital. Abrigou em sua edificação reuniões de militantes contra a ditadura e acolher dos familiares de desaparecidos políticos ou como local de refúgio durante as investidas violentas da polícia. O interior da igreja contem vitrais trabalhados em cor feitos de chumbo e vidro, que são iluminados por meio do lustre central de cinco metros de diâmetro, realizado por ferro batido.

Excerto do artigo da Wikipédia Igreja de Nossa Senhora da Consolação (São Paulo) (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Igreja de Nossa Senhora da Consolação (São Paulo)
Rua da Consolação, São Paulo Vila Buarque (República)

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N -23.54778 ° E -46.64667 °
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Endereço

Paróquia Nossa Senhora da Consolação (Igreja Nossa Senhora da Consolação)

Rua da Consolação
01302-000 São Paulo, Vila Buarque (República)
São Paulo, Brasil
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Número de telefone

call(11)32565356

Sítio Web
arquisp.org.br

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Igreja da Consolação SP 3
Igreja da Consolação SP 3
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Lugares próximos

Museu Judaico de São Paulo
Museu Judaico de São Paulo

O Museu Judaico de São Paulo cultiva e mantém vivas as diversas expressões, histórias, memórias, tradições e valores da cultura judaica, em diálogo com o contexto brasileiro, com o tempo presente e com as aspirações de seus diferentes públicos. Localiza-se na Rua Martinho Prado, 128, e pertence à Associação Amigos do Museu Judaico no Estado de São Paulo (AMJSP). O edifício que abriga o Museu é a antiga Sinagoga Beth-El, projetada e construída por Samuel Roder entre 1927 e 1932. O Templo é de estilo bizantino e possui 7 lados, o que remete à numerologia judaica. Em 2004 a Congregação Israelita Ashkenazi de São Paulo doou o edifício para a AMJSP, foi então assinado um contrato de comodato e Associação deu início ao processo de arrecadação de fundos para criar o Museu Judaico naquele espaço. O Templo Beth-El foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) em 13 de setembro de 2013, quando já estavam em andamento as obras de restauração para transformar a Sinagoga em museu. As obras, entretanto, já haviam sido aprovadas pelo Departamento do Patrimônio Histórico e pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. O projeto prevê uma nova fachada de vidro, na entrada lateral do prédio, situada na Avenida 9 de Julho, uma forma de unir a modernidade e as linhas clássicas da Sinagoga. O Museu foi criado com o intuito de retomar o uso do Templo Beth-El, ampliando sua função cultural e mantendo sua função religiosa. O acervo já conta com aproximadamente 2 mil itens catalogados, incluindo objetos e documentos que contam a história dos judeus no Brasil, enfatizando a fusão das culturas judaica e brasileira.

Edifício Itália

O Edifício Itália, cujo nome oficial é Circolo Italiano, localizado na Avenida Ipiranga, número 344, é o quarto maior prédio da cidade de São Paulo e um dos maiores do Brasil, com 165 metros metros de altura a partir do nível da rua (151 metros no deck de observação), distribuídos em 46 andares e dezenove elevadores. Inaugurado em 1965, é atualmente um dos marcos da cidade, protegido pelo Patrimônio Histórico por ser um dos maiores exemplos da arquitetura verticalizada brasileira. A construção do Itália foi permitida pelas autoridades municipais apenas por se localizar em um dos pontos focais de São Paulo (na esquina das avenidas Ipiranga e São Luís, no centro da cidade), segundo consta nos documentos guardados pela administração do edifício. Um dos maiores destaques do edifício é o restaurante localizado no seu topo, conhecido como Terraço Itália, que além de ser um dos mais famosos de São Paulo, permite uma vista em 360 graus da cidade, sendo um dos mais importantes pontos turísticos da capital paulista. No andar térreo do edifício há também um teatro e uma galeria de arte. Em dois pequenos prédios anexos encontra-se um antigo clube (o Circolo Italiano, que ocupava a área antes mesmo da construção do prédio). Os demais andares são ocupados por escritórios. Do lado de fora do edifício, há uma escultura do artista italiano Pericle Fazzini [en], o Cavalo Rampante, doado para o Circolo Italiano pelo governo italiano em 1974.

Biblioteca Mário de Andrade
Biblioteca Mário de Andrade

Biblioteca Mário de Andrade (BMA), localizada no centro da cidade de São Paulo, foi a primeira e é a principal biblioteca pública da cidade. Fundada em 1925, a partir do acervo da Câmara Municipal, consolidou-se ao longo de sua história como uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Seu edifício-sede é considerado um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade, foi projetado pelo arquiteto francês Jacques Pilon, é reconhecido como um marco da nesta arquitetura, a qual é um estilo popular no século XX e recebeu grande influência do movimento artístico cubismo. Detentora do segundo maior acervo documental e bibliográfico do país – atrás somente da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro –, a BMA é, por excelência, o órgão depositário de todos os registros histórico-culturais da cidade de São Paulo. Seu acervo conta com aproximadamente 3,3 milhões de títulos, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano, e conserva um amplo conjunto de incunábulos, manuscritos, brasiliana, gravuras, mapas e outras obras raras, majoritariamente produzidas entre os séculos XV e XIX. Em 25 de fevereiro de 1925, durante a administração Firmiano de Morais Pinto, foi oficialmente instituída a "Biblioteca Municipal de São Paulo", tendo como fundo o acervo da biblioteca da Câmara Municipal. A instituição só seria aberta à comunidade em janeiro de 1926, em um casarão da Rua Sete de Abril, no centro da cidade, com um acervo de quinze mil volumes. Sob a administração Fábio da Silva Prado (1934-1938), a biblioteca seria consolidada e normatizada. Após a conclusão da reforma da sede da biblioteca em outubro de 2010, a Biblioteca Mário de Andrade reabriu integralmente em uma festa com mais de três mil pessoas no aniversário de quatrocentos e cinquenta e sete anos da cidade de São Paulo, em 2011. O sistema autônomo instalado é capaz de fazer o agendamento da retirada e da devolução de volumes através da leitura do código de barras do livro escolhido.

Edifício Esther
Edifício Esther

O Edifício Esther é um prédio localizado na Praça da República, no centro de São Paulo, projetado pelos arquitetos Álvaro Vital Brazil (1909-1997), então com apenas vinte e seis anos, e Adhemar Marinho (1909-2000), em 1936 e inaugurado em 1938. Primeiro prédio moderno da cidade, o edifício é um marco da arquitetura moderna no Brasil e é considerado um dos mais conhecidos e importantes edifícios de São Paulo. Pioneiro no uso misto — combinação de unidades residenciais e comerciais na mesma torre — possui onze andares e dez mil metros quadrados de área construída, abrigando cento e três escritórios, apartamentos simples e duplex e um restaurante em seu terraço. Seu projeto era muito peculiar, tinha a proposta de associar a vizinhança da Praça da República com os centros comerciais, previa lojas, escritórios e unidades habitacionais de diversos tipos. Possuía características muito originais, como o primeiro prédio de grande porte construído em São Paulo com uma estrutura independente. O Edifício Esther, construído nos anos 1930, era composto de salas comerciais de diferentes tamanhos, capazes de abrigar diferentes profissionais de carreiras distintas e salas que pudessem também acomodar o escritório da Usina de Açúcar Esther, contabilidade e salas de superintendência, diretoria, presidência e sala de reuniões. Havia também apartamentos que ocupavam os demais andares do edifício, com no máximo dez pavimentos. Mário de Andrade, eventualmente, em um artigo para O Estado de São Paulo, retrata o edifício como um dos grandes exemplos da nova arquitetura em desenvolvimento no Brasil em confrontação ao neocolonial, no ano de 1943.