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Terminal Intermodal Vila Sônia

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Terminais urbanos da cidade de São PauloVila Sônia

Terminal Intermodal Vila Sônia é um ponto de conexão entre o sistema metroviário e o sistema de transporte coletivo que atende a cidade de São Paulo. Foi entregue parcialmente em 17 de dezembro de 2021, por meio da inauguração da Estação Vila Sônia do Metrô. Integra num mesmo lugar a Estação Vila Sônia - Professora Elisabeth Tenreiro da Linha 4 do Metrô de São Paulo (incluindo suas oficinas) com o Terminal de Ônibus Vila Sônia, que recebe ônibus municipais da cidade de São Paulo e metropolitanos da ARTESP, e o Corredor Campo Limpo-Rebouças-Centro da SPTrans. Em abril de 2023, o Governo do Estado de São Paulo alterou o nome da estação para "Vila Sônia-Professora Elisabeth Tenreiro", em homenagem à professora que foi assassinada na Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em 27 de março de 2023. O terminal está localizado no distrito de Vila Sônia, na zona oeste da cidade. Em janeiro de 2026, tinha uma demanda média diária de 44,55 mil passageiros

Excerto do artigo da Wikipédia Terminal Intermodal Vila Sônia (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores).

Terminal Intermodal Vila Sônia
Rua Heitor dos Prazeres, São Paulo Vila Sônia

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.59222 ° E -46.735444 °
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Endereço

Rua Heitor dos Prazeres
05521-100 São Paulo, Vila Sônia
São Paulo, Brasil
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Casa do Sertanista
Casa do Sertanista

Casa do Sertanista ou Casa do Caxingui é uma residência construída em meados do século XVII no atual bairro paulistano do Caxingui, distrito do Butantã. A construção, remanescente do período colonial brasileiro, apresenta diversas características típicas da casa bandeirista, com paredes em taipa de pilão (técnica construtiva conhecida por caracterizar todas as construções da cidade de São Paulo dos séculos XVI, XVII e XVII), telhado de quatro águas e chão de terra batida. A varanda reentrante, também característica típica das casas bandeiristas, é limitada em uma lateral por uma parede, e na outra lateral, por um pequeno compartimento. Em 1958, casa foi doada à cidade de São Paulo pela Cia. City de Melhoramentos, seu proprietário na época. Entre 1966 e 1970, a casa passou por obras de restauração, recebendo a partir de então o Museu do Sertanista, com acervo dedicado à cultura indígena, que ali permaneceu até 1987. Entre 1989 e 1993, foi sede do Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e, em 2000, abrigou o Museu do Folclore "Rossini Tavares de Lima". A casa atualmente pertence ao acervo arquitetônico do Museu da Cidade de São Paulo, juntamente com outras 12 casas históricas espalhadas por todas as regiões da cidade de São Paulo e caracterizam-se por serem espaços de Educação Patrimonial, podendo ou não conter exposições de arte contemporânea ou fotografias e móveis do acervo do próprio museu em seus interiores, dando base para discussão acerca do patrimônio e história da cidade de São Paulo.