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Estação Consolação

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Estações metroviárias inauguradas em 1991Jardim Paulista (distrito de São Paulo)
Estação Consolação, Metrô de São Paulo
Estação Consolação, Metrô de São Paulo

A Estação Consolação é uma das estações da Linha 2–Verde do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 25 de janeiro de 1991, data da comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. Está localizada na Avenida Paulista, na altura do número 2 163. Desde 25 de maio de 2010 passou a fazer integração com a Estação Paulista da Linha 4–Amarela, apenas para quem deixava o sistema operado pelo Metrô, já que a outra estação ainda não tinha cobrança de tarifas e isso permitiria que passageiros acessassem a rede sem pagar. A integração à estação a partir da Linha 4 teve seu início em 21 de junho de 2010 quando as viagens da Linha Amarela passaram a ser tarifadas. Apesar de ter sido batizada como Estação Consolação, ela está localizada na Avenida Paulista, enquanto a Estação Paulista está localizada na Rua da Consolação. A Estação Consolação foi inaugurada quase vinte anos antes, em 1991, e optou-se por não mudar o nome das estações para não causar confusão.

Excerto do artigo da Wikipédia Estação Consolação (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Estação Consolação
Ciclovia da Avenida Paulista, São Paulo Jardim Paulista (Vila Mariana)

Coordenadas geográficas (GPS) Endereço Lugares próximos
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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.55778 ° E -46.66056 °
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Endereço

Ciclovia da Avenida Paulista

Ciclovia da Avenida Paulista
01311-923 São Paulo, Jardim Paulista (Vila Mariana)
São Paulo, Brasil
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Estação Consolação, Metrô de São Paulo
Estação Consolação, Metrô de São Paulo
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Lugares próximos

Conjunto Nacional
Conjunto Nacional

O Conjunto Nacional é um edifício e centro comercial da cidade de São Paulo, Brasil. Ocupa a quadra delimitada pela Avenida Paulista, Rua Augusta, Alameda Santos e Rua Padre João Manuel. O projeto é de autoria do arquiteto David Libeskind e caracteriza-se por ser um dos primeiros grandes edifícios modernos multifuncionais implantados na cidade de São Paulo. O conjunto começou a ser construído em 1952, após a decisão do empresário judeu argentino José Tjurs de edificar uma grande construção na Avenida Paulista - a qual, até então, possuía caráter predominantemente residencial. Sua intenção era reunir em um mesmo prédio hotel e centro comercial. No final dos anos 1950, como a prefeitura não permitiu a construção do hotel no local, foram executadas algumas modificações no projeto original de David Libeskind. A construção do Conjunto Nacional demorou três anos. O complexo caracteriza-se pela mistura de diferentes usos em uma mesma estrutura urbana: verificam-se no Conjunto Nacional os usos residencial, comercial, serviços e lazer. A relação entre os usos coletivos - comércio, lazer - e os usos privados - residências - dá-se pela composição entre duas lâminas: na lâmina horizontal, que ocupa toda a quadra na qual se implanta o edifício -, encontra-se uma galeria comercial e na lâmina vertical, a qual ocupa apenas uma parte da projeção do terreno, encontram-se os apartamentos. As galerias convergem para uma área central, onde uma rampa conduz ao mezanino. Ali, há quatro entradas disponíveis (uma em cada uma das ruas que formam a quadra onde se situa o prédio). A lâmina superior conta com 25 pavimentos, que dispõem de três entradas independentes. A galeria proposta no Conjunto Nacional transformou-se em um paradigma arquitetônico para projetos de edifícios similares na área central de São Paulo durante a década de 1950. O Conjunto Nacional apresenta restaurantes (entre eles o Grill Hall, o Tenda Paulista, o Súbito e o Restaurante Viena), escritórios e outros tipos de estabelecimentos de comércio e prestação de serviços (como drogarias, casa de câmbio, academia e lojas), além da maior livraria da América Latina em área construída, a Cultura. Abrigou por muitos anos o Cine Astor e o Restaurante Fasano. O Conjunto Nacional apresenta também uma unidade da Caixa Cultural, em que ocorre exposições de arte e apresentações de teatro e dança. Em 2005, a edificação foi tombada pelo Condephaat, o conselho estadual de defesa do patrimônio histórico e arquitetônico.

Praça do Ciclista
Praça do Ciclista

Praça do Ciclista é o espaço de canteiro central da Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, situado entre as ruas Bela Cintra e Consolação. Possui uma pequena área verde e um monumento a Francisco de Miranda (não relacionado à bicicleta). Desde 2002, o local é o ponto de encontro dos participantes da Bicicletada. Recebeu batismo popular em fevereiro de 2006 pelo grupo que participou da Bicicletada daquele mês. Em 17 de outubro de 2007, seu nome foi oficializado através da Lei Municipal 14.530. A placa com o nome de logradouro foi afixada em 15 de setembro de 2009, quase dois anos depois da oficialização do nome. Toda última sexta-feira do mês, a partir das 18h, os participantes da Bicicletada se reúnem nesse espaço para celebrar o uso da bicicleta como meio de transporte na cidade. Eventualmente são feitas intervenções na praça, como grafites relacionados ao tema. Às 20h, centenas de ciclistas saem em comboio para passear pela cidade, sempre retornando à Praça no final do percurso. A Praça do Ciclista também é ponto de encontro em outros eventos de promoção da bicicleta, como o Vai na Terça, World Naked Bike Ride de São Paulo e a tradicional bicicletada do Dia Mundial Sem Carro (22 de setembro). No final de 2010, começou a ser utilizada também como ponto de saída de outras ações de luta pela cidadania, como manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus e a marcha contra a homofobia.