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Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

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O Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (TUCA), foi inaugurado no ano de 1965 e é considerado hoje um importante marco cultural para a cidade de São Paulo, bem como para o Brasil. Localizado no bairro de Perdizes na Rua Monte Alegre, 1024, ao lado da Universidade Pontifícia Católica (PUC-SP), próximo a estação de Metrô Palmeiras-Barra Funda, o teatro marcou na história cultural e política do país.Tornou-se famoso pelas manifestações políticas que abrigou durante o regime da ditadura militar. O teatro apresenta duas salas principais: o Auditório Tibiriçá e o espaço Tucarena. Na maior sala do local cabem seiscentos e setenta e duas pessoas.Durante a Ditadura, o Teatro da Pontifícia Universidade Católica (TUCA) foi palco de grande importância política. Servindo a todos tipos de interesses dos universitários e da população paulistana, o TUCA contribuiu ativamento no processo de redemocratização, sendo até hoje considerado um foco da resistência ao Regime Militar.Em 1961, ganhou a ideia de construção do auditório que tinha como grande objetivo divulgar a arte nos meios universitários e nas sociedades de baixa renda.Em 1984, dois incêndios deixaram o teatro destruído, sendo reaberto após dois anos, com poucos recursos, devido à mobilização das pessoas. Com o patrocínio do Ministério da Cultura (MINC) e do Banco Bradesco, o teatro reinaugurou com melhores condições em 2003.Em março de 2016, a Polícia Militar de São Paulo (PM) entrou em confronto com estudantes da Universidade Pontifícia Católica (PUC-SP) em frente ao Tuca, durante uma manifestação a favor da então atual presidente Dilma Rousseff e contra o impeachment que, mais tarde, a tirou do poder.

Excerto do artigo da Wikipédia Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Rua Monte Alegre, São Paulo Perdizes (Perdizes)

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N -23.5384771 ° E -46.6713095 °
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Endereço

PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)

Rua Monte Alegre 984
05014-901 São Paulo, Perdizes (Perdizes)
São Paulo, Brasil
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Número de telefone

call+551136708000

Sítio Web
pucsp.br

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Lugares próximos

Conjunto dos Dominicanos
Conjunto dos Dominicanos

O Conjunto dos Dominicanos é um complexo de edifícios de propriedade da Ordem dos Dominicanos no bairro de Perdizes, que expressam momentos da evolução urbana da cidade de São Paulo, bem como a história clerical no Brasil. Ao chegar no país em 1938, quatro dominicanos, tendo como líder o frei Martinho Bennet, adquiriram a chácara da família Cardoso de Almeida como a sede dos estudos de teologia pela Ordem. Em 1953, os Filhos de São Dominigos contataram o arquiteto Franz Heep para iniciar a construção da torre e da Igreja de São Domingos, ao lado do convento. De acordo com os antigos preceitos da unidade, o santuário foi construído somente com concreto em uma única unidade e comporta mais de mil pessoas. A torre de 34 metros feita igualmente de pedra possuí janelas em formato de losango por toda sua extensão. O projeto de cunho modernista foi a segunda Igreja no país construída dessa maneira - a Igreja da Pampulha em Belo Horizonte projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer foi a primeira - e tornou-se um marco de inovação para à época. Durante anos o santuário representou um centro de cultura religiosa e debates filosóficos. Além disso, a ação dos Dominicanos foi efetiva "nos meios universitários, nas reivindicações operárias, num trabalho perseverante junto aos pobres". Alguns religiosos da ordem acolheram perseguidos durante a ditadura militar e sofreram forte repressão, como o Frei Tito. A Igreja do Povo, como também é conhecida, usou seus prédios como bases de apoio para os militantes da Ação Libertadora Nacional. Os religiosos lutavam ao lado do povo resgatando princípios cristãos de luta contra os opressores. A resistência contra o regime militar foi considerada um ultrage contra à pátria, os ditadores usaram os desdobramentos da operação Batina Branca para desmoralizar os freis, ação que enfraqueceu a Ordem. O antigo convento atualmente é ocupado pelo Colégio Pentágono e os dominicanos continuam pregando as missas na Igreja.

Instituto Sedes Sapientiae

O Instituto Sedes Sapientiae, localizado na região de Perdizes, em São Paulo, é um centro multidisciplinar sem fins lucrativos, reconhecido como um grande polo do estudo sobre saúde mental, educação e filosofia, tendo como como principal compromisso uma responsabilidade social de construir uma sociedade baseada nos princípios da solidariedade e da justiça social.[carece de fontes?][parcial?] O Instituto possui atualmente mais de 200 professores, 150 terapeutas e 40 funcionários administrativos atuando nos departamentos de Arte Terapia, Psicanálise, Formação em Psicanálise, Psicanálise da Criança, Psicodrama, Psicopedagogia e Gestalt Terapia; nos centros de Filosofia (Cefis), Educação Popular (Cepis), Educação de Adultos (Cida Romano) e Centro de Referência às Vítimas de Violência (CNRVV); na Clínica, no núcleo de referência em Psicose (NRP); nos 30 cursos de especialização, aperfeiçoamento e mais de 30 de expansão. A sede ocupa um área de 3.500 m², com 112 salas destinadas à realização de cursos, conferências, reuniões, atendimento psicológico e serviço administrativo, além de dois anfiteatros, biblioteca e estacionamento. O prédio está tombado pelo Condephaat. Um de seus departamentos era o Departamento Formação em Psicanálise, em que visava a formação de psicanalistas. Os estudantes buscavam por um espaço em que se sentiriam mais livres a seguirem seus caminhos, que favorecesse os estudos, as pesquisas, os trabalhos e as produções. Mantém-se comprometido com os mesmo valores e objetivos de antigamente, entretanto adquiriu suas próprias características.

Parque da Água Branca
Parque da Água Branca

O Parque Estadual da Água Branca (oficialmente Parque Fernando Costa) é um parque localizado no distrito da Barra Funda, na cidade de São Paulo, Brasil. O local possui 136.765.41m², e fica na Avenida Francisco Matarazzo no bairro da Água Branca. Idealizado pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), entidade representativa da agropecuária brasileira, o Parque começou as ser formado em 1905 e foi inaugurado em 2 de junho de 1929 pelo Secretário de Agricultura Dr. Fernando de Sousa Costa, responsável por fornecer novas vertentes à indústria animal, criando também o Departamento de Lacticínios da Indústria Animal. Com o objetivo de abrigar exposições e provas zootécnicas, o parque foi criado em um período em que a Avenida Água Branca sequer havia sido asfaltada. O parque foi tombado em 1996 pelo Condephaat como patrimônio cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico do estado de São Paulo, e em 2004 pelo CONPRESP, por seu valor histórico, arquitetônico e paisagístico-ambiental. O local abriga o Fundo Social de São Paulo, (antigo Fundo de Assistência Social do Palácio do Governo). A sede do Fundo funcionava em um palacete antigo da avenida Rio Branco, em Campos Elísios, em frente ao Palácio dos Campos Elísios, o antigo palácio do governo paulista. Em 1980, na administração de Paulo Maluf, a sede foi transferida para o atual endereço, no Parque Fernando Costa (Água Branca). O Parque também abriga diversas associações de criadores de raças de equinos e bovinos e a AAO (Associação dos Agricultores Orgânicos de São Paulo), além do Instituto de Pesca e o Museu Geológico Valdemar Lefèvre, entre outras instituições. Além de seu valor histórico e cultural, o Parque Estadual da Água Branca é um importante espaço de lazer e convivência para a população paulistana. Com suas áreas verdes, lago com peixes e aves, playgrounds e locais para piquenique, o parque oferece atividades de recreação para todas as idades. Há também feiras de produtos orgânicos, eventos culturais e atividades educativas voltadas para a sustentabilidade e o meio ambiente, reforçando o papel do parque como um espaço de aprendizado e contato com a natureza em meio à cidade de São Paulo.

Casa Guilherme de Almeida
Casa Guilherme de Almeida

A Casa Guilherme de Almeida é um museu biográfico-literário localizado na cidade de São Paulo, no Brasil. Fundado em 1979, é um museu público estadual, subordinado à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, administrado em parceria com uma organização privada, com recursos provenientes do erário. O museu está instalado na residência onde Guilherme de Almeida viveu de 1946 até o ano de sua morte (1969), conhecida como Casa da Colina, situada no bairro do Pacaembu. O museu tem por objetivo conservar, organizar e expor o acervo bibliográfico, histórico, artístico e documental que pertenceu ao poeta e tradutor Guilherme de Almeida, bem como estimular e realizar pesquisas e estudos críticos sobre sua obra e divulgar a literatura e os autores nacionais em geral. Também mantém o Centro de Estudos de Tradução Literária, responsável por organizar e ministrar cursos e outras atividades relacionadas à teoria e à prática da tradução. A Casa Guilherme de Almeida possui um acervo com aproximadamente 15.300 peças, em que se destaca sua ampla e diversificada biblioteca, bem como uma significativa coleção de obras de arte de grandes expoentes do modernismo brasileiro (como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Lasar Segall e Victor Brecheret), muitas das quais oferecidas ao poeta pelos próprios autores. A coleção também abarca objetos decorativos, indumentária, têxteis, comendas, numismática, jóias, discos e outros objetos que pertenceram a Guilherme e sua esposa, Belkiss Barrozo de Almeida (Baby de Almeida).