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Fleet Street

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FleetStreet2005
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Fleet Street é uma rua em Londres, Inglaterra, batizada em homenagem ao rio Fleet. Foi a sede da imprensa britânica até à década de 1980. Mesmo depois do último grande representante da mídia, a Reuters, ter deixado a região em 2005, o nome da rua continua a ser usado como uma metonímia para a imprensa nacional britânica.

Excerto do artigo da Wikipédia Fleet Street (Licença: CC BY-SA 3.0, Autores, Imagens).

Fleet Street
Fleet Street, Cidade de Londres

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Coordenadas geográficas (GPS)

Latitude Longitude
N 51.51417 ° E -0.10889 °
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Endereço

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Fleet Street 50
EC4A 2EA Cidade de Londres
Inglaterra, Reino Unido
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Lugares próximos

Essex House
Essex House

Essex House foi um palácio de Londres, construído por volta de 1575 para Robert Dudley, 1º Conde de Leicester, e originalmente chamado de Leicester House. A propriedade ocupava o lugar onde se erguia previamente o Templo Exterior (Outer Temple), parte do quartel-general londrino dos Cavaleiros Templários, e ficava imediatamente adjavente ao Templo Médio (Middle Temple), um dos quatro colégios profissionais de advogados (Inns of Court) de então. O palácio, voltado directamente para a Strand, foi renomeada como Essex House depois de ser herdada por Robert Devereux, 2º Conde de Essex, em 1588. O edifício tinha uma dimensão considerável; em 1590 foi registado como tendo 42 quartos, mais uma galeria de pintura, cozinhas, anexos, uma suite para banquetes e uma capela. A mãe de Robert Devereux, Lettice Knollys, arrendou o palácio durante algum tempo, mas acabou por se mudar para ali mais tarde com o seu novo marido, Sir Christopher Blount, assim como com o seu filho e a sua família. Depois das execuções de Blount e Essex, continuou a viver ali até à sua morte, arrendando parte do edifício a James Hay, 1º Conde de Carlisle. De seguida, Essex House tornou-se propriedade de Robert Devereux, 3º Conde de Essex, que arrendou uma parte ao seu cunhado, William Seymour, 1º Marquês de Hertford. Após a Guerra Civil Inglesa, a família perdeu a propriedade devido às suas dívidas. Depois da Restauração e da morte de William Seymour, o palácio foi habitado durante algum tempo por Sir Orlando Bridgeman. Quando a Duquesa de Somerset faleceu, em 1674, deixou Essex House à sua neta, cujo marido, Sir Thomas Thynne, vendeu juntamente com as terras e propriedades adjacentes. A parte principal do palácio foi demolida algures entre 1674 e 1679. A Essex Street foi rasgada numa parte do lugar.

London School of Economics
London School of Economics

A London School of Economics and Political Science, conhecida pela sigla LSE (em português: Escola de Economia e Ciência Política de Londres) é uma universidade pública britânica, sendo uma unidade constituinte da Universidade de Londres. Foi fundada em 1895 pelos membros da Fabian Society, Sidney Webb, Beatrice Webb, Graham Wallas e George Bernard Shaw. É amplamente reconhecida como uma das melhores universidades do mundo nas áreas de economia e política. A universidade oferece muitos diplomas, incluindo o TRIUM Global Executive MBA. A edição de 2015 do QS World Rankings indica que a escola está entre as dez melhores do mundo em 11 das 12 áreas avaliadas.[carece de fontes?] Em 2013, 2014 e 2015, o mesmo ranking colocou a LSE como a segunda melhor do mundo no campo das ciências sociais, atrás apenas de Harvard, e quarta geral em termos de reputação entre empregadores. A universidade possui treze departamentos entre os dez melhores do mundo, ocupando a terceira posição nos rankings em Ciência Política, Geografia, Comunicação & Estudos Midiáticos e em Política Social. Alguns dos mais importantes pensadores do mundo do campo da política, direito, economia, filosofia, antropologia, negócios, mídia e literatura passaram pela escola, como George Bernard Shaw, Karl Popper, Anthony Giddens, B. Malinowski, E. Leach, Friedrich Hayek e John Hicks. A LSE já teve entre alunos e professores 16 prêmios Nobel, ao menos 37 líderes mundiais, 6 vencedores do Prêmio Pulitzer e diversos membros da British Academy.

Sir John Soane's Museum
Sir John Soane's Museum

O Sir John Soane's Museum, é um edifício londrino projetado pelo arquiteto e colecionador John Soane (1753-1837). Situa-se na zona de Holborn no centro de Londres, no número 13 da Lincoln’s Inn Fields, e é sede de um pequeno museu que desde a morte de Soane, no século XIX, é aberto ao público. É um organismo público não-departamental (Non-departmental public body), patrocinado pelo Departamento da Cultura, Média e Desporto. Antiga casa de John Soane, o museu alberga numerosas obras de arte, entre os quais vários desenhos, pinturas e antiguidades. A sua fama deve-se não só ao valor das suas coleções, mas também à sua estética em particular. Nomeado como professor da Royal Academy em 1806, Soane começou a organizar seus livros, quadros, esculturas, maquetes e modelos de prédios clássicos e muitas outras peças, e abriu sua casa aos alunos. Alguns anos antes da sua morte, em 1837, o arquiteto negociou com Parlamento uma lei para que fossem preservadas a coleção e a casa, que se transformou em museu para benefício de “estudantes e amadores” da arquitetura, pintura e escultura. A sua paixão pela antiguidade clássica pode ser vista nas peças da coleção, com 5888 objetos egípcios, gregos e romanos. A peça mais valiosa do museu é sem dúvida um sarcófago de alabastro do faraó Seti I, que foi comprado por Soane em 1825. Relativamente à coleção de pintura, a obra mais conhecida é a de William Hogarth: as oito pinturas da vida de um libertino (The Rake's Progress) e as quatro da sua famosa sátira política A campanha eleitoral baseada na eleição parlamentar de Oxford de 1754. Existe também obras de Canaletto, Antoine Watteau, Samuel Scott, J.M.W. Turner, Joshua Reynolds, Thomas Lawrence, Henry Howard, Henry Fuseli, Richard Westall, James Durno, Francis Bourgeois o William Hilton.